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Helio Diff completa 45 anos e celebra com clientes e amigos em coquetel

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Helio Diff completa 45 anos e celebra com clientes e amigos em coquetel
Fernanda Moura

Helio Diff completa 45 anos e celebra com clientes e amigos em coquetel

Paranaense e neto de japonês, Helio chegou em Brasília ainda adolescente e, por aqui, abriu, em 1979, um dos salões mais tradicionais e com uma clientela fiel. O Gilberto Salomão foi seu primeiro lar, mas, anos depois, mudou a sede para a QL 8 do Lago Sul e abriu mais quatro unidades na cidade.

Nesses 45 anos de história na capital, diplomatas, políticos, damas da sociedade e personalidades como Lady Di, Hillary Clinton e Fernanda Montenegro entraram para a lista de clientes do personal beauty.

Em comemoração ao aniversário de mais de quatro décadas, um coquetel reuniu amigos e clientes. O evento afetivo contou com bolo, espumante e performance da Glow Produções.

Helio, Hugo, Gustavo (atual CEO do grupo) e Gabriela Nakanishi se emocionaram ao discursar sobre a trajetória da empresa familiar.

“Hoje é um dia muito especial para o nosso time. Sem os nossos colaboradores, nada seríamos. Celebramos a data com gratidão a eles e aos brasilienses, que sempre nos acolheram muito bem. Nossa jornada é de resiliência e muito amor por Brasília”, expressou Helio.

Na ocasião, Neide Torre de Castro, cliente que faz parte da história da rede, também compartilhou sua vivência com o salão. “Fui ao Helio pela primeira vez no Gilberto Salomão, quando o meu filho tinha um ano. Hoje ele está com 46”.

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Confira os cliques da comemoração de aniversário:

Gabriela Nakanishi e Hélio Nakanishi

Gabriela Nakanishi e Hélio Nakanishi

Família Nakanishi

Família Nakanishi

Gabriel Nakanishi e Hélio Nakanishi

Gabriel Nakanishi e Hélio Nakanishi

Haniel Nunes, Hélio Nakanishi e Carol Valente

Haniel Nunes, Hélio Nakanishi e Carol Valente

Hélio e Ditava Queiroz, colaboradora mais antiga do salão

Hélio e Ditava Queiroz, colaboradora mais antiga do salão

Guto Jabour e Hélio Nakanishi

Guto Jabour e Hélio Nakanishi

Alessandro Abe e Hélio Nakanishi

Alessandro Abe e Hélio Nakanishi

Ayham Arabi e Hugo Nakanishi

Ayham Arabi e Hugo Nakanishi

Bruna Nardelli e Hélio Nakanishi

Bruna Nardelli e Hélio Nakanishi

Cecília Borges e Rafaela Gontijo

Cecília Borges e Rafaela Gontijo

Haniel Nunes e Ita Ribeiro

Haniel Nunes e Ita Ribeiro

Hélio e Hugo Nakanishi

Hélio e Hugo Nakanishi

Hélio e Luana Lima

Hélio e Luana Lima

Hélio Nakanishi e Liryel Fiuza

Hélio Nakanishi e Liryel Fiuza

Hélio Nakanishi e Victor Beleza

Hélio Nakanishi e Victor Beleza

Hugo Nakanishi, Rose Neli, Gabriela Nakanishi, Hélio Nakanishi e Alex Nakanishi

Hugo Nakanishi, Rose Neli, Gabriela Nakanishi, Hélio Nakanishi e Alex Nakanishi

Ita Ribeiro, Lilian Neme e Hélio Nakanishi

Ita Ribeiro, Lilian Neme e Hélio Nakanishi

Juliana Cunha Campos e Carol Guimarães

Juliana Cunha Campos e Carol Guimarães

Júlio Moroishi, Mauricio Misuqui, Mary Misuqui,Hélio Nakanishi, Lelia Moroishi e Isaura Moroishi

Júlio Moroishi, Mauricio Misuqui, Mary Misuqui,Hélio Nakanishi, Lelia Moroishi e Isaura Moroishi

Kalyda Santana e Raquel França

Kalyda Santana e Raquel França

Luciana Santa Cruz , Ayham Arabi, Marcel Machado, Hélio e Pablo Bustamante

Luciana Santa Cruz , Ayham Arabi, Marcel Machado, Hélio e Pablo Bustamante

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Lúcio Ferreira e Hélio Nakanishi

Lúcio Ferreira e Hélio Nakanishi

Luiz Marcelo e Hélio

Luiz Marcelo e Hélio

Luiz Marcelo, Lúcio Ferreira, Marcelo Perboni, Hélio Nakanishi e Ita Ribeiro

Luiz Marcelo, Lúcio Ferreira, Marcelo Perboni, Hélio Nakanishi e Ita Ribeiro

Mônica Telles, Mauricio Misuqui e Hélio Nakanishi

Mônica Telles, Mauricio Misuqui e Hélio Nakanishi

Neide Torres de Castro

Neide Torres de Castro

Rosália Yzumi, Hélio e Cida Alcântara

Rosália Yzumi, Hélio e Cida Alcântara

Vitória Selena e Mariana Amorim

Vitória Selena e Mariana Amorim

Viviane Poiato, Hélio e Rafael Gomes

Viviane Poiato, Hélio e Rafael Gomes

Ricardo Magalhães

Ricardo Magalhães

Rose Neli, Andreia Ramos, Vinícius Dantas, Hélio Nakanishi, Genilce Gonçalves, Vanessa Duarte e Gabriela Nakanishi

Rose Neli, Andreia Ramos, Vinícius Dantas, Hélio Nakanishi, Genilce Gonçalves, Vanessa Duarte e Gabriela Nakanishi

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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