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Há 50 anos em Brasília, Mércia Crema celebra aniversário em casa

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Há 50 anos em Brasília, Mércia Crema celebra aniversário em casa
Redação GPS

Há 50 anos em Brasília, Mércia Crema celebra aniversário em casa

Logo que chegou em Brasília, há cinco décadas, Mércia Crema atuou como professora da Fundação Educacional e lecionou no Elefante Branco, no Colégio Rosário e no Caseb. Em seguida, abriu um dos empreendimentos que mais faz sucesso entre os turistas brasilienses, a Pousada dos Pirineus .

Muito querida na cidade e dona de uma rede de amigas de longa data, Mércia organizou, em sua casa, uma festa para comemorar seu aniversário.

“Para celebrar a data, primeiro pensei em fazer a festa na Pousada dos Pireneus, mas depois pensei que muitas convidadas não poderiam viajar no meio de semana. Por isso, eu trouxe Pirenópolis para a minha casa”, compartilha com o GPS.

Além dos móveis e de 20 colaboradores trazidos da pousada, os buffets temáticos de gastronomias árabe, italiana, mexicana, peruana e goiana também fizeram as convidadas se sentirem de passagem pela hospedagem.

Com decoração da Petit Eventos, o encontro também contou com a apresentação de um músico de Anápolis e que toca duas vezes por semana na Pousada dos Pirineus, o Igor de Souza.

Confira os cliques:

Paula Santana e Mércia Crema

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Mércia Crema e Tatiana Fragoso

Mércia Crema e Wilma Pereira

Paula Santana e Gláucia Benevides

Mércia Crema e Patrícia Vaz

Mércia Crema e Arlete Egido

Mércia Crema e Janine Brito

Mercia Crema e Jacqueline Magalhães

Ana Paula Gontijo e Isabela Lira

Ana Valadão

Ana Luiza Favato e Clarissa Ludovico

Ana Loureiro

Bertha Pellegrino

Cláudia Pereira, Maíra Gadelha e Alessandra Pinheiro

Daniela Kniggendorf

Eliane Nasr

Elizabet Campos e Suleica Hagen

Denise Zuba, Soraia Faraj, Márcia Zardo e Suely Nakao

Denise Zuba e Valeska Tonet Camargo

Janete Vaz

Elvira Albuquerque, Simone Novaes, Rosalia Peixoto, Tâmara Bontempo, Silvana Moura e Sônia Gontijo

Elvira Naves, Jordana Naves e Valdete Drummond

Flávia Gomes, Michele Calmon e Massilia Leal

Gisela Farah e Maria Teresa Cavalcanti

Gracia Cantanhede, Moema Leão e Ana Rosa Coelho

Inês de Castro, Odete Trotta, Mércia Crema, Janete Vaz e Leila Chagas

Isadora Craveiro, Elvira Naves, Jordana Naves e Larissa Naves

Margarida Kalil e Crescia Morais

Margarete Malvar Mendonça, Amador Outerelo e Roseane Jordão

Leila Aparecida Chagas, Mércia Crema e Laís do Amaral

Karina Lima e Taciana Crema

Karina Curi, Flávia Toledo, Cláudia Melo e Georgia De Luca

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Jordana Naves e amiga

Marly Nogueira, Jane Godoy, Anna Maciel, Leinha Soares, Marizalva Campelo e Maria Inês Nogueira

Marlene Sousa

Maria Helena Lacerda, Cláudia Correa, Flávia Correa, Cláudia Pohl e Eliane Nasr

Maria da Graça Miziara e Deborah Pinheiro

Moema Leão, Ana Maria Gontijo e Lúcia Toller

Mônica Oliveira e Tereza Neves

Soraia Debs

Tiago Correia e Cláudia Jucá

Wanzenir Edler

Wilma Pereira, Mércia Crema e Maíra Gadelha

Rafaela Amaral e Eliana Barros

Renata Foresti

Rosalia Peixoto e Janine Brito

Silvia Seabra e Ana Márcia Suzuki

Tatiana Fragoso, Patrícia Bittencourt, Luciana Borges, Iara Rocha, Priscila Giacometti, Gisela Farah e Tete Araújo

Tatiana Fragoso, Marlene Pontual e Patrícia Bittencourt

Sueli Abdul, Marilda Porto, Irene Borges e Dulce Tannuri

Pompeia Addario

Marha Nasr

Hedwiges Siqueira

Denise Pessoa

Abadia Teixeira, Suely Carneiro, Eliane Nasr e May Moura

Adriana Colela, Elisbeth França, May Moura e Thamis Paldoni

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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