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Grêmio afunda o Fluminense na lanterna após vitória em Caxias do Sul

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Grêmio afunda o Fluminense na lanterna após vitória em Caxias do Sul
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Grêmio afunda o Fluminense na lanterna após vitória em Caxias do Sul

Grêmio e Fluminense tiveram um “gostinho” do que vão encontrar no duelo entre os dois times na Copa Libertadores. Neste domingo (30), o time gaúcho levou a melhor e afundou o rival na lanterna do Brasileirão ao vencer por 1 a 0, no estádio Centenário, em Caxias do Sul, pela 13ª rodada. Com o resultado, o Grêmio quebrou uma sequência negativa de seis jogos no Brasileirão e chegou aos dez pontos, ainda na zona de rebaixamento. O Fluminense continuou na lanterna, com apenas seis.

O Grêmio foi levemente superior ao Fluminense, mas o momento ruim das equipes deixou o jogo tenso. Era evidente o nervosismo em cada decisão dos jogadores, seja nos arremates ou até mesmo em tentativas de lances mais criativos. Pavón foi o jogador mais acionado do Grêmio, mas faltou eficiência de um centroavante para o argentino, que não estava com a pontaria afiada. Pedro Geromel e Didi também tentaram, mas não conseguiram tirar o zero do placar.

O Fluminense foi bem mais tímido e pouco arriscou. A falta de criatividade com Renato Augusto e Ganso no banco era evidente. Aos 37, Terans chegou com perigo, mas Marchesín salvou. Na sobra, Thiago Santos furou. Além de não conseguir chegar ao gol, o time carioca perdeu Marcelo, lesionado.

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O Grêmio voltou para o segundo tempo mais eficaz e chegou ao gol aos 15. Pavon deu belo passe em profundidade para João Paulo, que rolou para Gustavo Nunes. O atacante chegou batendo de primeira e mandou para o fundo das redes.

Após sofrer o gol, o Fluminense se perdeu na partida. Marcão tentou povoar o meio-campo, mas o time pouco produziu, Em uma das poucas oportunidades, Ganso bateu falta para a defesa de Marchesín, que segurou sem muita dificuldade. Antes do apito final, o Fluminense ficou com um jogador a menos. Jan Lucumí puxou Gustavo Nunes e recebeu o segundo amarelo, consequentemente o vermelho. Com isso, o time carioca não pôde evitar a derrota.

Na próxima rodada, o Grêmio enfrenta o Palmeiras na quinta-feira, às 19h, no estádio Centenário, em Caxias do Sul (RS). No mesmo dia, às 20h, o Fluminense recebe o Internacional, no Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ). O time ainda está sem técnico.

Outros jogos
O Fortaleza continua invicto em seus domínios no Campeonato Brasileiro. O time cearense venceu por 2 x 1 o Juventude, se aproximando da zona de classificação para a próxima edição da Copa Libertadores.

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Em jogaço no MorumBIS, o São Paulo derrotou o Bahia por 3 x 1, em duelo pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro. Luciano e Ferreira foram os nomes do jogo, participando diretamente dos gols da vitória tricolor. Calleri também balançou as redes, enquanto Gilberto fez o gol de honra dos visitantes.

GRÊMIO 1 X 0 FLUMINENSE

GRÊMIO – Marchesín; João Pedro, Pedro Geromel, Rodrigo Ely e Reinaldo; Dodi (Natã), Pepê (Everton Galdino) e Edenílson (Carballo); Cristaldo (Du Queiroz), Pavón (Nathan Fernandes) e Gustavo Nunes. Técnico: Renato Gaúcho.

FLUMINENSE – Fábio; Samuel Xavier, Marlon (Kauã Elias), Antônio Carlos e Marcelo (Diogo Barbosa); Thiago Santos, Gabriel Pires (Ganso), Martinelli e Terans (Jan Lucumí); Cano (John Kennedy) e Keno. Técnico: Marcão (interino).

GOL – Gustavo Nunes, aos 15 minutos do segundo tempo. CARTÕES AMARELOS – Dodi e Pedro Geromel (Grêmio); Cano (Fluminense). CARTÃO VERMELHO – Jan Lucumí (Fluminense). ÁRBITRO – Paulo Cesar Zanovelli da Silva (MG). RENDA E PÚBLICO – Não divulgados. LOCAL – Estádio Centenário, em Caxias do Sul (RS).

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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