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Governo do Paraná lidera engajamento nas redes entre os estados

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O TikTok, uma das redes sociais mais populares do mundo,
O TikTok, uma das redes sociais mais populares do mundo, foi banida do Nepal devido ao seu conteúdo considerado “prejudicial para a harmonia social”.

O TikTok, uma das redes sociais mais populares do mundo,

O governo do Paraná registrou o maior nível engajamento com o público em suas redes sociais entre todos os estados brasileiros na última semana – entre os dias 29 de janeiro e 5 de fevereiro. Os dados são da plataforma especializada Social Media Gov, que reúne e organiza publicações em redes sociais de órgãos públicos dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário em nível municipal, estadual e federal.

A taxa de engajamento é uma medida calculada a partir do número total de interações nas redes sociais, que inclui curtidas, comentários, compartilhamentos e outras formas de ações específicas de cada mídia, dividido pelo total de seguidores de cada instituição.

De acordo com a plataforma, que compila dados das redes sociais mais usadas no país – Facebook, Instagram, TikTok, Twitter/X e YouTube – o Paraná obteve uma taxa de engajamento acima de 31% nos últimos sete dias. O número é mais do que o triplo do segundo colocado, o governo de Tocantins, que teve uma taxa de 10%. Na sequência, aparecem os governos de São Paulo (taxa de 1,6%), Pernambuco (0,7%) e Amapá (0,4%).

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Entre as 15 publicações com mais engajamento entre todas as redes dos estados ao longo da última semana, 12 são do Paraná, duas de Tocantins e uma de São Paulo. Os destaques mais recentes do estado estão ligados à cobertura do Verão Maior Paraná, com publicações sobre as estruturas utilizadas pela segurança pública e saúde no Litoral, bem como a programação esportiva e de shows nas praias atraindo mais a atenção do público.

Comunicação pública

O aumento das interações da população com as publicações do Governo do Paraná via redes sociais tem sido acompanhado pela alta no número de seguidores nas diferentes plataformas. Apenas no Instagram, por exemplo, mais de 16 mil pessoas passaram a acompanhar as publicações do Poder Executivo em janeiro, um aumento de mais de 6% em apenas um mês, alcançando 268 mil pessoas.

Os avanços são fruto de uma estratégia que busca tornar a comunicação nestes meios mas útil aos cidadãos. A proposta é oferecer informações sobre os diversos serviços públicos que sejam do interesse dos paranaenses de todas as regiões em uma linguagem acessível, atrativa e ligada aos temas atuais.

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Com um engajamento maior, o Governo do Estado também busca dar mais transparência de suas ações, tornando os projetos e iniciativas mais claros à população, que em contrapartida tem nas redes sociais uma oportunidade de se manifestar de forma democrática sobre eles.

Como os cidadãos também podem enviar perguntas, sugestões e reclamações diretamente para a administração pública, a identificação de problemas e demandas também é facilitada.

Turismo

No caso do Paraná, as redes sociais também têm sido utilizadas como parte de uma estratégia de promoção dos atrativos estaduais para outros brasileiros e estrangeiros, destacando as belezas naturais e outros destinos turísticos. Também fazem parte deste esforço as campanhas publicitárias nos variados meios de comunicação e o trabalho feito pela TV Paraná Turismo, tevê estatal do Governo do Estado que foi remodelada justamente com esse novo objetivo.

PLATAFORMA

A Social Media Gov organiza publicações em redes sociais de órgãos públicos dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário em nível municipal, estadual e federal desde 2014. A plataforma é uma iniciativa da R2OH, empresa de comunicação especializada em mídias sociais, em parceria com a WeGov, focada em inteligência em comunicação para o setor público.

Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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