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Festival de Imóveis Park Sul: oportunidades exclusivas para morar ou investir

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Festival de Imóveis Park Sul: oportunidades exclusivas para morar ou investir
Redação GPS

Festival de Imóveis Park Sul: oportunidades exclusivas para morar ou investir

O Park Sul é sinônimo de viver bem em Brasília, oferecendo uma combinação única de localização privilegiada, segurança e qualidade de vida — é mais vida por metro quadrado. Se você deseja morar em um dos bairros mais valorizados da cidade, não pode perder o Festival de Imóveis Park Sul, que oferecerá condições exclusivas para adquirir seu novo lar.

No dia 24 de agosto, a Base Incorporações realizará em seu stand de vendas atrás do Casapark no Park Sul este evento especial, onde você terá a oportunidade de conhecer imóveis prontos para morar ou na planta, incluindo apartamentos de 3 ou 4 suítes e townhouses. Aproveite as condições imperdíveis e realize o sonho de viver em um dos bairros mais desejados de Brasília.

Park Sul

O Park Sul é a região mais conectada de Brasília, com fácil acesso aos principais pontos de interesse da cidade. Sua localização privilegiada, próxima ao Setor Hospitalar Sul, ao Aeroporto Internacional e à Esplanada dos Ministérios, além de estar a apenas 10 minutos do Parque da Cidade, garante praticidade e conveniência para o seu dia a dia.

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Além da localização estratégica, o Park Sul é a escolha ideal para quem valoriza um espaço completo e moderno. O bairro se destaca pela ampla oferta de serviços e entretenimento, incluindo uma variedade de restaurantes, bares e os maiores shoppings da cidade, como o Casapark e o ParkShopping. Aqui, você encontra tudo o que precisa para viver momentos especiais com sua família, em um ambiente que une conforto e praticidade.

O Park Sul também está passando por uma transformação significativa, com investimentos em infraestrutura que estão mudando a realidade da região. Obras de drenagem, pavimentação, paisagismo e melhorias na acessibilidade estão elevando ainda mais o padrão de vida no bairro. Essas intervenções demonstram um compromisso com o futuro dos moradores e investidores, garantindo que o Park Sul continue sendo um dos bairros mais valorizados de Brasília.

O evento

Não perca essa chance única de morar ou investir no Park Sul. O Festival de Imóveis, que acontece no dia 24 de Agosto no stand de vendas atrás do Casapark, é o momento ideal para aproveitar condições exclusivas e garantir seu lugar em um dos bairros mais valorizados de Brasília. Agende sua visita e descubra por que o Park Sul oferece mais vida e valorização por metro quadrado.

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Explore os empreendimentos exclusivos disponíveis no Festival de Imóveis, incluindo o moderno Firenze , o sofisticado New York , o elegante Riviera e o charmoso Villagio . Cada um oferece opções únicas de moradia, com infraestrutura completa e de qualidade, pensados para atender às suas necessidades e superar suas expectativas. Aproveite o evento para conhecer de perto esses projetos e escolher o que melhor se adapta ao seu estilo de vida.

Com mais de 20 anos de atuação em Brasília, a Base Incorporações é líder no desenvolvimento de condomínios-clube no Park Sul. Dos oito empreendimentos da construtora na região, seis já foram entregues e dois estão em andamento, incluindo o New York, que será entregue ainda este ano. Durante o Festival de Imóveis, você terá a oportunidade de conhecer de perto essas opções e escolher a que melhor se adapta ao seu estilo de vida.

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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