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Festas Play, BalanSoul e Criolina agitam festival no Parque da Cidade

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Festas Play, BalanSoul e Criolina agitam festival no Parque da Cidade
Redação GPS

Festas Play, BalanSoul e Criolina agitam festival no Parque da Cidade

Aguardado na cidade, o Festival Vibrar 2024 está prestes a agitar Brasília de 15 a 18 de agosto no Parque da Cidade e promete quatro dias de intensa atividade cultural, gastronômica e musical.

Além de grandes nomes da música brasileira e internacional, o evento contará com as festas Play, BalanSoul e Criolina, cada uma com sua identidade própria em um segundo palco, garantindo que a música e a festa não parem.

Produtor da festa Play, que acontece no dia 16 de agosto, Ktuh destacou a importância de participar de um festival que celebra a cultura local.

“Para a Play, é essencial estar no Vibrar, compartilhando nossos 16 anos de tradição com um público diversificado. Preparamos um time de DJs bem completo: além de mim, Ruiz Lopes, Gabi Buzzi, Spot e Tobias. A nossa promessa é passar por todas as vertentes do rock e gerações da festa, sem deixar a pista parada! São mais de 6 horas da melhor curadoria de rock da cidade. Estamos animados para uma noite memorável com artistas como Vanessa da Mata, Alice Caymmi e Céu”, disse.

Chicco Aquino, produtor da festa BalanSoul, que acontece no dia 17 de agosto, ressaltou que “o Vibrar é uma vitrine rica para a BalanSoul, que trará um line-up diverso e inédito, repleto de RnB, Brasilidades, Pop e Hip Hop, estilos que ecoam no coração do festival. A festa vai chegar junto com 5 atrações – além de mim, Miranda, Janna, Tamenpi (Só Pedrada Musical) e DJ A em um line up diverso e inédito. Estamos muito animados em fazer parte desse momento!”.

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Já Rodrigo Barata, da festa Criolina, que acontece no dia 18 de agosto, frisou a importância de estar conectado com um evento que valoriza a diversidade musical.

“A Criolina representa uma marca de movimentação cultural há duas décadas em Brasília. No Vibrar, apresentaremos um set que resume nossa história e pesquisa musical. Vamos contar histórias de várias cenas da música brasileira, das antigas e das atuais, de vários locais do Brasil, das coisas contemporâneas, do som raiz e das misturas com música eletrônica também, das músicas das periferias e dos centros urbanos”, afirmou.

Além das festas temáticas, o Vibrar 2024 contará com mais de 30 atrações, incluindo Duda Beat, Vanessa da Mata, Planet Hemp, Nação Zumbi, entre outros. Com dois palcos principais e uma variedade gastronômica, o evento oferecerá uma experiência completa para até 6 mil pessoas na pista e mais mil no camarote.

A Limonada Project, famosa feira de exposição brasiliense, estará presente no evento para valorizar a economia local e reforçar a representatividade da cidade.

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“Estamos trabalhando com uma curadoria linda de produtores locais, vamos exaltar as marcas de Brasília e mostrar o que tem de melhor na nossa cidade. É muito importante somar com eventos como o Vibrar que pensam e vibram de uma forma criativa, no intuito de fomento que possam agregar diversas áreas”, disse Gracilene de Bessa, à frente da iniciativa.

Um dos organizadores do evento, Renato De Luca sublinhou a importância do Vibrar 2024 em fortalecer os laços comunitários através da música em Brasília, proporcionando diversão e entretenimento para os moradores da cidade.

Os ingressos estão à venda na Bilheteria Digital, com valores a partir de R$ 45. A classificação indicativa é de 16 anos, com acesso permitido para menores acompanhados.

Serviço:

Vibrar 2024

Data: 15 a 18 de agosto de 2024

Local: Parque da Cidade (Praça das Fontes)

Horário: 16h às 02h

Ingressos: Bilheteria Digital

Classificação indicativa: 16 anos, menores acompanhados dos responsáveis também têm acesso ao evento

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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