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Especializada em estética facial, Loveena Clinic chega a Brasília

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Especializada em estética facial, Loveena Clinic chega a Brasília
Ailane Silva

Especializada em estética facial, Loveena Clinic chega a Brasília

Reconhecida por lançar a técnica Fios Wild, que se trata da evolução da micropigmentação de sobrancelha que revolucionou o mercado da beleza, a empresária Érica Miguelia expandiu o atendimento da Loveena Clinic com a instalação de uma nova unidade na QI 11 do Lago Sul, em Brasília. O ambiente requintado foi inspirado na arquitetura europeia e palacial.

Especializada também em terapias para estética labial e facial, a clínica tem sua matriz Loveena Maison localizada no Jardins, bairro nobre da capital de São Paulo, mas também está presente na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Na região paulista há mais de 10 anos, a marca funciona em um ambiente sofisticado com uma área de 1,8 mil metros divididos em 30 salas para procedimentos estéticos e cirúrgicos.

Érica Miguelia conta que um dos motivos para escolher Brasília como um ponto de expansão foi que já atendia uma grande quantidade de clientes que moram na capital federal, mas que frequentavam a matriz. “Entendendo essa quantidade de clientes que já procuravam a nossa unidade paulista, decidimos fazer a nossa primeira expansão aqui em Brasília”, conta.

A empresária detalha que a Loveena traz como grande diferencial o embelezamento com a máxima naturalidade. “Além da beleza, todos os procedimentos que existem na Loveena têm o viés de saúde. Como, por exemplo, na terapia de sobrancelha, conseguimos substituir a micropigmentação tradicional pelo nosso tratamento em que cuidados da design, mas também fazemos um diagnóstico usando a tricoscopia, que é mapeamento para verificar como está a saúde dos pelos da sobrancelha”, explica.

Segundo ela, cada atendimento é personalizado de acordo com as necessidades do cliente, em que são usados ativos de alta tecnologia para o desenvolvimento e crescimento da sobrancelha de forma natural. “A Loveena também conseguiu inovar dentro do transplante de sobrancelha, já que antes era uma técnica que trazia uma aparência extremamente artificial, porque os fios, na maioria dos casos, não eram implantados no caimento correto”, completa, ao detalhar que a clínica atualmente realiza o implante de sobrancelha mais realista que existe no mundo.

Ela explica que quem faz o procedimento é o médico-dermatologista, sempre especializado em tricologia, mas com orientação da equipe da Loveena, que é especialista em desenho, em formato e caimento dos fios, o que fez com que a marca alcançasse esse resultado.

“Hoje nós estamos no patamar mais alto em qualificação de serviços para o embelezamento do olhar. Para a região dos cílios, lançamos o tratamento para fortalecer e ampliar o próprio cílio, sem a necessidade de extensões artificiais. Para a região dos lábios, temos a técnica que se chama Regenera Lips para regenerar a forma natural do lábio antes mesmo da necessidade de fazer um preenchimento”, destaca.

Os procedimentos são feitos com tecnologias modernas associadas a ativos existentes no mercado e debatidos em congressos de medicina nacionais e internacionais.

“Na área da pele, somos referência em regeneração de forma altamente natural para rejuvenescer e deixar a pele mais viçosa com o protocolo chamado Revital Gold, em que utilizamos folha de ouro de 24 quilates para trazer vivacidade para pele para que a cliente não tenha necessidade de fazer tanto uso dos preenchedores. Então a gente primeiro cuida e depois sim a gente coloca somente os pontos de belezas necessários”, complementa.

Serviço
Loveena Clinic
Funcionamento: de segunda a sexta-feira
Horário: das 8h às 19 horas
Endereço: QI 11, Lago Sul.
@loveenamaison

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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