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Especial Paris 2024: conheça 10 locais de competição dos Jogos Olímpicos

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Especial Paris 2024: conheça 10 locais de competição dos Jogos Olímpicos
Emanuelly Fernandes

Especial Paris 2024: conheça 10 locais de competição dos Jogos Olímpicos

A cidade de Paris, na França, se prepara para ser o palco dos Jogos Olímpicos de 2024, que terão início em 26 de julho. O maior evento esportivo do mundo não só iluminará os tradicionais pontos turísticos da capital francesa, mas também levará competições para outras cidades do país, proporcionando uma experiência diversificada.

Com uma contagem regressiva de apenas 17 dias para o início dos Jogos, a expectativa para Paris 2024 só aumenta. O GPS|Brasília selecionou 10 locais que receberão as competições. Confira:

Stade de France

Localizado nos arredores de Paris, o Stade de France é o maior estádio do país e é famoso por ter sido o cenário da Copa do Mundo da FIFA de 1998, onde a França conquistou seu primeiro título mundial ao vencer o Brasil na final. Com capacidade para 75 mil pessoas, o estádio receberá partidas de futebol, atletismo e rugby sevens.

Stade France(Reprodução/Instagram)

Parc des Princes

O Parc des Princes, casa do Paris Saint-Germain desde 1975, foi projetado pelo arquiteto Roger Taillibert. Durante as Olimpíadas, receberá os jogos de futebol, com capacidade para cerca de 48 mil espectadores.

Roland Garros

Um dos locais mais emblemáticos do tênis mundial, Roland Garros está situado no sofisticado 16º arrondissement de Paris. Famoso por sediar o Aberto da França, o estádio abrigará as competições de boxe e tênis durante os Jogos Olímpicos.

Praça da Concórdia

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A Praça da Concórdia, localizada no extremo leste da avenida Champs-Élysées, é a maior praça pública de Paris. Durante os Jogos Olímpicos, a praça se transformará em um parque urbano que receberá competições de BMX Freestyle, breaking, skate e basquete 3×3.

Stade Vélodrome

Localizado em Marselha, o Stade Vélodrome é conhecido por sua arquitetura imponente e capacidade para cerca de 67 mil espectadores. Este estádio sediará partidas de futebol durante os Jogos Olímpicos de 2024. Marselha também receberá as competições de vela na sua marina.

Grand Palais

O Grand Palais des Champs-Élysées, construído para a Exposição Universal de 1900, é um complexo espetacular localizado no coração de Paris. Conhecido por sua estrutura e teto de vidro, o Grand Palais sediará as competições de esgrima e taekwondo, sendo reaberto especialmente para os Jogos.

(Reprodução/Instagram)

Campo de Marte e Estádio da Torre Eiffel

O Campo de Marte, um dos mais conhecidos espaços verdes públicos do mundo, situado entre a Torre Eiffel e a Escola Militar, será o palco das competições de judô e luta. O Estádio da Torre Eiffel, uma estrutura temporária, sediará o vôlei de praia.

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Estádio da Torre Eiffel (Reprodução/Instagram)

Esplanade des Invalides

A Esplanade des Invalides, uma vasta área verde ao norte do Hotel des Invalides, receberá as competições de tiro com arco e será a linha de chegada da maratona dos Jogos Olímpicos.

Palácio de Versalhes

O Palácio de Versalhes, também conhecido como Château de Versailles, será o cenário para as competições de adestramento, Concurso Completo de Equitação (CCE), saltos e pentatlo moderno. Uma arena temporária será montada na esplanada Etoile Royale cercada por arquibancadas.

Teahupo’o

Localizada na costa sudoeste do Taiti, na Polinésia Francesa, Teahupo’o é famosa por suas ondas. A decisão de levar as competições de surfe para esta localidade destaca a meta de Paris 2024 de envolver todas as regiões da França, incluindo seus territórios ultramarinos.

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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