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Especial Paris 2024: 10 restaurantes para conhecer durante as Olimpíadas

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Especial Paris 2024: 10 restaurantes para conhecer durante as Olimpíadas
Redação GPS

Especial Paris 2024: 10 restaurantes para conhecer durante as Olimpíadas

Nesta sexta-feira (26), Paris se tornará a capital do esporte com o início das Olimpíadas 2024, mas além das competições, a Cidade Luz oferece uma experiência gastronômica única. Conhecida mundialmente por sua culinária, Paris é o lar de alguns dos melhores restaurantes do planeta.

O GPS|Brasília separou algumas sugestões imperdíveis para quem vai aproveitar os jogos olímpicos in loco. Confira:

L’Atelier Joel Robuchon

Com duas unidades em Paris, uma em St. Germain e outra próxima à Champs-Élysées, este restaurante também possui filiais em cidades como Nova York, Las Vegas, e Londres. O almoço é servido em um menu executivo, enquanto o jantar oferece uma experiência mais sofisticada. É necessário fazer reserva e o preço médio por pessoa é de 100 euros, cerca de R$609,00.

Bistrot Instinct

Comandado pelo chef Maximilian Wollek, o Bistrot Instinct oferece um menu que combina clássicos franceses com um toque moderno. Tudo é feito na casa, incluindo os cordiais usados nos coquetéis, proporcionando uma experiência culinária fresca e autêntica.

Foto: Tripadvisor
Le Train Bleu

Localizado dentro da estação de trem Gare de Lyon, Le Train Bleu é famoso pela sua decoração e culinária tradicional francesa. O local, declarado Monumento Histórico Nacional, foi inaugurado em 1900 e oferece uma experiência gastronômica que vai além dos pratos servidos.

Les Ombres

Para um jantar romântico com vista para a Torre Eiffel, Les Ombres é a escolha perfeita. A vista compensa o preço mais elevado e a necessidade de reserva. Outras opções com vistas incríveis incluem o 10ème Ciel, o Ciel de Paris, o Georges Pompidou, o Perruche e o Jules Verne, localizado na própria Torre Eiffel.

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L’Amis Louis

Este bistrô é muito procurado devido ao seu ambiente familiar e pratos generosos. Fundado em 1924, o L’Amis Louis é frequentado tanto por parisienses quanto por turistas e é conhecido por receber chefes de Estado e celebridades.

Foto: Tripadvisor
L’Avenue

Frequentado por brasileiros e localizado na badalada Avenida Montaigne, o L’Avenue é um restaurante ideal para quem procura boa comida em um ambiente agradável. Para garantir que conseguirá ser atendido, é indispensável fazer uma reserva.

Foto: Tripadvisor
Le Matignon

Situado perto da Champs-Élysées, no coração do Triângulo Dourado, o Le Matignon é um ponto de encontro para refeições durante o dia, e para a vida noturna da Cidade Luz. À noite, o local se transforma em um clube animado.

Maison Russe

Instalada na antiga residência gótica de Alfred Nobel, a Maison Russe é parte do grupo Paris Society. O local foi renovado recentemente, e traz luz natural e cores vibrantes para um ambiente sofisticado.

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Le Soufflé

Especializado em soufflés desde a década de 1960, o Le Soufflé oferece uma variedade de opções salgadas e doces em um ambiente tradicional. Localizado próximo à L’Opera, é uma escolha mais acessível, com pratos em torno de 40 euros por pessoa, cerca de R$240.

La Suite Girafe

Localizado no 9º andar da Cidade da Arquitetura e do Patrimônio, La Suite Girafe oferece uma vista panorâmica de Paris e uma experiência gastronômica exclusiva. Inspirado na arquitetura Art Déco, o restaurante é ideal para almoços e jantares sofisticados.

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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