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Drinks sem álcool, festivais de vinhos e Feira de Cachaça

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Drinks sem álcool, festivais de vinhos e Feira de Cachaça
Adriana Nasser

Drinks sem álcool, festivais de vinhos e Feira de Cachaça

Na próxima quinta-feira, dia 23 de maio, a MONIN , líder global na fabricação de xaropes, purês de frutas para bebidas, lança no Brasil o Mocktail Movement, uma iniciativa para promover a cultura dos mocktails, os coquetéis sem álcool que estão conquistando o mundo.

A palavra mocktail vem da junção dos termos em inglês mock (imitação) e cocktail (coquetel). Refere-se à simulação de um coquetel com álcool. Exige técnica para o preparo, equilíbrio nas combinações, aroma, sabor e textura.

Serão mais de 40 bares e restaurantes das cidades de Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, que irão destacar dois drinques não alcóolicos em suas cartas.

Aqui em Brasília, dois restaurantes estao participando: Authoral Cozinha e Izzi Wine Garden.

Para os amantes de vinho, dois eventos dedicados a bebida já estão com ingressos disponíveis: a 9ªedição do Decanter Wine Day e a 3ª do Wine & Farm.

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O primeiro contará com 120 rótulos de 50 produtores de 12 países das principais vinícolas da América do Sul e da Europa premiadas internacionalmente, todos exclusivos do portfólio da importadora Decanter.

Reconhecido no calendário de Brasília como um dos mais seletos eventos de degustação de vinhos da cidade, o DWD acontece no dia 19 de junho e tem ingressos por R$ 295 no 1º lote com bebidas e mesa de frios.

Já o Wine & Farm tem uma pegada mais despojada. Com formato que mistura feira + evento, ele custa 35 reais que dão direito à taça personalizada e a primeira dose da bebida para você já entrar brindando no local.

Lá dentro, cada expositor venderá taças de 75 e 100 ml, a partir de R$ 10. Assim, os visitantes terão a oportunidade de degustar rótulos diferentes enquanto circulam e curtem o evento.

E fechando a lista tem Feira gratuita de cachaça de 22 a 26 no Arena BRB – Mané Garrincha. Serão mais de 200 rótulos de diversas regiões do País para que o brasileiro conheça mais a bebida que é a cara do Brasil.

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Haverá um espaço para palestras, workshops, degustações e oficinas para os visitantes interessados no universo da cachaça.

Serviço

Festival da Cachaça de Brasília: 22 a 26 de maio
Local: Mané Mercado (gratuito)
Mocktail, a partir do dia 23 em todo o Brasil
Informações pelo site monin.com.br/mocktailmovement
Wine Farm: dia 8/6 na Costelaria Gaúcha
Ingressos pelo Sympla ou @festivaisboamesa
Decanter Wine Day: 19/6 no QUALITY HOTEL (em frente ao Park Shopping)
Ingressos no site www.decanterbsb.com.br

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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