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Doce Maravilha estreia em Brasília com shows de Adriana Calcanhotto, Criolo, e Paralamas

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Doce Maravilha estreia em Brasília com shows de Adriana Calcanhotto, Criolo, e Paralamas
Caio Barbieri

Doce Maravilha estreia em Brasília com shows de Adriana Calcanhotto, Criolo, e Paralamas

O Doce Maravilha, renomado festival carioca que celebra a diversidade da música brasileira, chega a Brasília para sua primeira edição. O evento acontecerá nos dias 21 e 22 de setembro no Na Praia Parque , um dos maiores complexos de entretenimento da capital federal. Entre as atrações confirmadas estão Adriana Calcanhotto, Os Paralamas do Sucesso, Criolo, Rael, Mano Brown e muitos outros artistas que prometem surpreender o público com apresentações inéditas.

O festival, que se destaca por promover encontros musicais únicos, trará no dia 21 uma performance especial de Rubel, que convida Adriana Calcanhotto ao palco, além de Saulo Fernandes e Luiz Caldas ao lado de Elba Ramalho.

O grupo Àttooxxá se une à cantora Liniker para uma apresentação vibrante, enquanto Rubel também se apresenta com Os Garotin. No domingo, 22, Os Paralamas do Sucesso celebrarão os 40 anos do icônico álbum Passo do Lui , e Samuel Rosa receberá a diva pop Duda Beat. A noite se completará com o show de Criolo, Rael e Mano Brown, que promete ser um dos momentos mais aguardados.

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Com uma área de mais de 45 mil metros quadrados e capacidade para até 15 mil pessoas, o Na Praia Parque é o cenário ideal para eventos desse porte. Situado à beira do Lago Paranoá, o local é conhecido por oferecer experiências inesquecíveis em meio a um dos cartões-postais mais emblemáticos de Brasília.

“Estamos honrados em receber, pela primeira vez, o Doce Maravilha e seus grandes nomes. Isso engrandece e reforça a versatilidade do nosso complexo de experiências”, celebrou Rangel Sales, gerente geral do Na Praia Parque.

Os ingressos para o festival estão disponíveis através do aplicativo ou site da R2, responsável pela produção local do evento. Além do Doce Maravilha, o Grupo R2 também organiza grandes eventos como Na Praia Festival e o Mané Mercado, além de turnês nacionais de artistas como Léo Santana e SPC.

Line-up do Doce Maravilha:

Sábado, 21/09 :

  • Saulo Fernandes e Luiz Caldas convidam Elba Ramalho
  • Àttooxxá convida Liniker
  • Rubel convida Os Garotin e Adriana Calcanhotto
  • MangoLab DJ Set

Domingo, 22/09 :

  • Criolo, Rael & Mano Brown
  • Os Paralamas do Sucesso (40 anos do álbum Passo do Lui )
  • Samuel Rosa convida Duda Beat
  • MangoLab DJ Set
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Os ingressos podem ser adquiridos no site ou aplicativo da R2: r2com.vc .

Serviço:

Doce Maravilha

  • Data: 21 e 22 de setembro de 2024
  • Local: Na Praia Parque (Setor de Clubes Sul, Trecho 2)
  • Ingressos: pelo app/site R2com.vc

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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