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Diversão garantida: colônias de férias em Brasília para julho

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Diversão garantida: colônias de férias em Brasília para julho
Redação GPS

Diversão garantida: colônias de férias em Brasília para julho

Com a chegada das férias de meio de ano, muitos pais buscam opções de colônias de férias para manter os filhos ativos e entretidos. Essas opções prometem proporcionar momentos inesquecíveis para as crianças, combinando diversão, aprendizado e interação social.

Os pais podem escolher a opção que melhor se alinha com os interesses e necessidades de seus filhos, garantindo que as férias sejam vivenciadas de maneira enriquecedora. Confira algumas alternativas para que as crianças aproveitem ao máximo esse período de recesso.

UBT

A Colônia de Férias da UBT está de portas abertas para crianças de 6 a 12 anos, oferecendo cinco semanas de pura diversão de segunda a sábado. As atividades incluem escalada, circo, parkour, gincanas e brincadeiras, sempre com o objetivo de estimular a satisfação pelas atividades físicas e apresentar fundamentos de esportes inovadores de forma lúdica.

Detalhes:

Período: 1 a 27 de julho

Horários:

Matutino: Segunda a sexta, das 08:00 às 12:00

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Vespertino: Segunda a sexta, das 14:00 às 18:00; Sábados, das 14:30 às 17:30

Monitoria: Pelo menos 1 monitor para cada 5 crianças, além do professor responsável pela atividade principal.

AABB

Na Colônia de Férias da AABB, crianças e adolescentes são divididos por faixas etárias e desfrutam de atividades recreativas e esportivas em um ambiente seguro. A programação inclui gincanas, brinquedos infláveis, futebol de sabão, jogos educativos, recreação na piscina e até cinema com pipoca.

Detalhes:

Período:

1ª semana: 8 a 12 de julho

2ª semana: 15 a 19 de julho

Nade Mais

Com 10 anos de experiência, a Colônia de Férias Nade Mais oferece um ambiente com profissionais capacitados, atividades recreativas, esportivas e passeios. Voltada para crianças e adolescentes, a colônia proporciona uma experiência completa de lazer e aprendizado.

Detalhes:

Período: 17 de junho a 31 de julho

Boobambu

A 7ª edição da Colônia de Férias da Boobambu é destinada a crianças de 2 a 10 anos, com turmas separadas por faixa etária e oficinas especializadas. Cada edição tem um tema que guia as atividades, tornando a experiência ainda mais divertida. Os pais podem escolher pacotes personalizados de diárias, de acordo com suas necessidades.

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Detalhes:

Período: 1 a 12 de julho

Horários: 14:00 às 18:00

Local : Colégio CIMAN – Octogonal

É Hora de Brincar

A colônia É Hora de Brincar f erece atividades para crianças de 2 a 13 anos, priorizando atividades ao ar livre como brincadeiras de rua, oficinas de circo, slackline, high jump, brinquedos infláveis e carrinho de rolimã.

Detalhes:

Período: 9 a 19 de julho

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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