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Disney anuncia novos projetos para os próximos anos; saiba mais detalhes

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Disney anuncia novos projetos para os próximos anos
Redação GPS

Disney anuncia novos projetos para os próximos anos

Os próximos anos serão recheados de novidades para a Disney . Além de sequências de produções muito queridas pelo público, a companhia acaba de anunciar uma série de projetos para os parques temáticos e para a linha de cruzeiros. Tudo isso será possível por causa de um investimento da empresa de 60 bilhões de dólares.

No Walt Disney World, da Flórida, o Magic Kingdom ganhará a maior expansão já feita, por meio da Big Thunder Mountain Railroad , atração já existente e que ganhará uma área de vilões e uma inspirada no filme Carros , esta com uma aventura “off-road”.

Foto: Divulgação/Disney
Foto: Cortesia/Disney

O Magic Kingdom também irá ganhar, em 2025, uma nova parada noturna chamada Disney Starlight .

Ainda na Flórida, o parque Disney’s Hollywood Studios terá uma área chamada Monstropolis, da franquia Monstros S.A . Lá ficará a primeira montanha-russa suspensa da Disney.

No Animal Kingdom, a abertura da área Tropical Americas , que inclui a primeira atração de Encanto , foi confirmada para 2027. A mesma área contará com um brinquedo de Indiana Jones , mas não será uma réplica das atuais atrações da franquia na Califórnia ou Tóquio.

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Foto: Divulgação/Disney

Anunciado anteriormente, o Animal Kingdom também terá um show de Zootopia , estreando entre o final de 2025 e início de 2026.

Além de um novo lounge na Spaceship Earth, no EPCOT, a reforma do Test Track será inaugurada em 2025.

Na Califórnia, o parque Disneyland celebrará seu 70º aniversário em 2025. Em comemoração, a companhia criará a primeira versão de áudio-animatrônico de Walt Disney. O projeto será desenvolvido com o consentimento da família Disney.

Foto: Divulgação/Disney

A antiga Splash Mountain foi transformada na Tiana’s Bayou Adventure , e será inaugurada no dia 15 de novembro de 2024.

No parque Disney California Adventure, o Campus dos Vingadores terá mais que o dobro do tamanho, com o início da construção marcado para 2025. A primeira atração adicionada será o passeio Avengers Infinity Defense.

A segunda grande atração nessa área é Stark Flight Lab , onde visitantes poderão fazer um voo teste como o Homem de Ferro.

Com construção programada para 2026, o Disney California Adventure também terá uma nova atração inspirada em Coco , da Pixar. Uma nova área inspirada em Avatar: O Caminho da Água e futuros filmes de Avatar também será erguida no parque.

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Foto: Divulgação/Disney

Por meio de um investimento de pelo menos 1,9 bilhão de dólares ao longo de dez anos, o Disneyland Resort expandirá sua capacidade de construir atrações em seu terreno atual.

Os parques internacionais também ganharão novidades. As unidades de Hong Kong e Xangai receberão brinquedos da Marvel . O Shanghai Disneyland terá uma atração sobre o Homem-Aranha.

Em Paris, será construída a primeira atração de parque inspirada em O Rei Leão , no Disney Adventure World. No mesmo parque, um show noturno batizado de Adventure Bay será realizado no lago.

Foto: Divulgação/Disney

Com cinco navios em funcionamento, a Disney Cruise Line anunciou a produção de mais quatro até 2031. O novo cruzeiro Disney Destiny terá um musical de Hércules .

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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