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Descubra quais são os melhores hotéis do Brasil, segundo ranking

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Descubra quais são os melhores hotéis do Brasil, segundo ranking
Redação GPS

Descubra quais são os melhores hotéis do Brasil, segundo ranking

Desde a pandemia, os brasileiros passaram a explorar mais o País, inicialmente, como a única possibilidade de viagem em meio aos bloqueios das fronteiras. Seja para destinos paradisíacos ou cidades que respiram cultura e modernidade, do Norte ao Sul, o Brasil oferece opções para todos os gostos. Em 2023, a atividade turística cresceu 6,9% na comparação com o período pré-pandemia, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os hotéis são essenciais para proporcionar uma experiência incrível em qualquer viagem, por isso o Ranking Exame Casual traz opções em todas as regiões brasileiras com os 50 Melhores Hotéis do Brasil , composto por um júri de 37 jornalistas, críticos e influenciadores do setor de turismo e estilo de vida. Cada um deles indicou sete hotéis em que se hospedaram ou tiveram algum tipo de relacionamento, em eventos ou reportagens, nos últimos dois anos.

Brasília aparece na lista com o B Hotel na vigésima posição. O local concebido pelo premiado arquiteto Isay Weinfeld fica no Eixo Monumental e conta com 302 apartamentos, restaurante, bares e espaços para eventos, tudo com decoração minimalista.

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Confira os 10 melhores hotéis, segundo o ranking:

1º lugar – O Rosewood em São Paulo recebeu a pontuação máxima com 10 votos e foi considerado o melhor hotel do Brasil. Famoso pela sua excelência em experiências, o local conta com 160 quartos decorados pelo arquiteto francês Philippe Starck, com detalhes como violões assinados por Gilberto Gil, além de 450 obras de arte criadas em parceria com artistas locais que decoram os espaços, dos azulejos da piscina aos elevadores, ou da gastronomia, com seis restaurantes e bares para hóspedes e não hóspedes.

2º lugar – O Hotel das Cataratas tem esse nome por causa da vista privilegiada para as Cataratas do Iguaçu, uma das sete maravilhas da natureza no mundo. Em Foz do Iguaçu, no Paraná, o local é comandado pelo grupo Belmond desde 2007. São 184 acomodações divididas em 12 categorias, desde os apartamentos superiores até as Suí­tes Cataratas, com vista para as famosas quedas.

3º lugar – Também em São Paulo, o Palácio do Tangará, que conta com o jardim projetado por Roberto Burle Marx, tem 141 quartos, todos com vista para o Parque Burle Marx e gastronomia premiada do restaurante Tangará Jean-Georges, que coleciona estrelas Michelin, com seu menu degustação, além do disputado brunch aos domingos, que exige reserva com muita antecedência.

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4º lugar -Fairmont Rio de Janeiro Copacabana (RJ)

5º lugar – Mahré Hotel (Alagoas)

6º lugar – Copacabana Palace (Rio de Janeiro)

7º lugar – Fasano Jardins (São Paulo)

8º lugar – Fera Palace Hotel (Bahia)

9º lugar – Nannai (Pernambuco)

10º lugar – Tivoli Ecoresort Praia do Forte (Bahia)

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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