BRASIL

Descubra procedimentos estéticos ideais para o inverno

Publicado em

Descubra procedimentos estéticos ideais para o inverno
Redação GPS

Descubra procedimentos estéticos ideais para o inverno

Com a chegada do inverno, é comum aumentar os cuidados com a pele para evitar o ressecamento característico dessa estação. Durante esse período, a pele tende a ficar mais seca, exigindo uma atenção especial. Além disso, o inverno é considerado a época perfeita para realizar procedimentos estéticos que requerem cuidados adicionais após a aplicação.

A menor exposição ao sol durante o inverno faz com que tratamentos que removem a camada superior da pele sejam mais seguros. A pele fica mais sensível após esses procedimentos, necessitando de uma recuperação adequada, que é facilitada pela menor incidência de radiação solar. Esse período de menor exposição aos raios solares é essencial para evitar complicações e garantir melhores resultados.

De acordo com a dermatologista Ana Magella, tratamentos estéticos são frequentemente procurados no inverno devido à menor necessidade de exposição ao sol. Além disso, muitas pessoas aproveitam a estação mais fria para realizar tratamentos corporais, já que o uso de roupas de banho é menos frequente.

“O inverno é uma estação ideal para esses tratamentos, é a rotina mais caseira das pessoas pode ajudar. Alguns procedimentos são mais invasivos e podem deixar a pele inchada ou com edemas, o que torna o tempo de recuperação em casa mais conveniente”, explica a profissional.

Mesmo durante o inverno, é fundamental continuar usando protetor solar. A exposição aos raios UVA e UVB ocorre mesmo em dias nublados e a luz azul das telas de computadores e celulares também pode afetar a pele.

Leia Também:  Danilo Gentilli terá de pagar R$ 20 mil à Sâmia Bomfim por gordofobia
Canva Pro

“Durante todas as estações do ano os raios UV incidem sobre a nossa pele, por isso é importante manter a rotina de cuidados com o filtro solar diariamente durante o inverno e reaplicar da mesma forma”, explica a dermatologista Ana Magella.

Entre os principais procedimentos recomendados estão os que utilizam laser, os peelings, a luz pulsada, o microagulhamento, entre vários outros que um profissional pode recomendar.

“Durante o inverno podemos intensificar os tratamentos de pele como laser, peelings médios, procedimentos para regeneração labial, hidratação e melhora da qualidade da pele, como Profhilo e PDRN e aproveitar para fazer tratamentos corporais já que utilizamos menos biquíni nessa época. Atualmente já existe um avaliador facial baseado em inteligência artificial que conseguimos avaliar profundamente manchas e poros do rosto, fazendo com que possamos intensificar os tratamentos personalizados para cada tipo de pele em cada época do ano”, explicou Ana Magella.

The post Descubra procedimentos estéticos ideais para o inverno first appeared on GPS Brasília – Portal de Notícias do DF .

Leia Também:  Maduro expulsa diplomatas que questionaram vitória na Venezuela

Fonte: Nacional

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

BRASIL

Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

Published

on

O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

Leia Também:  Maduro expulsa diplomatas que questionaram vitória na Venezuela

Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

Leia Também:  Alec Baldwin se pronuncia e agradece apoio após arquivamento de julgamento por homicídio

O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA