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Deixou para última hora? Veja como preparar um jantar romântico em casa

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Deixou para última hora? Veja como preparar um jantar romântico em casa
Yumi Kuwano

Deixou para última hora? Veja como preparar um jantar romântico em casa

Alguns casais preferem curtir o Dia dos Namorados em casa, longe dos restaurantes lotados. E como o dia 12 de junho caiu justo na quarta-feira, comemorar com um jantar mais intimista acaba sendo uma opção ainda mais interessante. Pensando nisso, para aqueles que deixaram para última hora, reunimos algumas dicas para quem quer comer bem, em um climinha gostoso e aconchegante, sem muito trabalho, claro.

Para o jantar, a sugestão da chef Leninha Camargo é o fondue de queijo que vai com vários acompanhamentos, de pães a legumes. Ela destaca que há opção, inclusive, para os menos habilidosos e que buscam ainda mais praticidade, de comprar o fondue pronto. Para a sobremesa, o fondue de chocolate, que também vai bem com muitas frutas (confira as duas receitas no final). O momento também pede uma bebida especial, que pode ser espumante ou vinho.

A ideia da decoração é utilizar o que se tem em casa mesmo. Pode caprichar nas flores — as mais fáceis de encontrar e que podem ser do próprio jardim, como o bougainville — para criar um ambiente bem romântico.

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A montagem da mesa posta, com sousplat, prato de mesa, com prato de sobremesa, um guardanapo de tecido elegante, são detalhes que fazem toda a diferença, segundo a chef Leninha Camargo.

Um detalhe legal é colocar um recadinho, como se fosse um marcador de lugar. Eu usei uma rolha, ou seja, uma coisa super simples, que a pessoa pode cortar a rolha em cima e colocar esse bilhetinho para o outro. O estilo da louça, as taças, trazem uma elegância e influenciam também “, completa.

Fondue de Queijo a moda da Chef

Ingredientes:

200 g de queijo gruyère
200 g de emmental
100 g de gorgonzola ou roquefort
1 colher de chá de alho tostado/frito
375 ml de vinho branco seco
3 colheres de chá de amido de milho
2 colheres de sopa de kirsch ou vodka
Uma pitada de noz-moscada
Uma pitada de pimenta do reino

Modo de preparo:

Rale o gruyère e o emmental grosseiramente e esmigalhe o roquefort ou gorgonzola deixando pequenos grumos. Ferva o vinho branco, em fogo médio, na panela de fondue. Assim que ferver abaixe o fogo e aos poucos adicione os queijos gruyère e emmental, mexendo vigorosamente de forma a derreter cada porção antes de colocar outra. Após derreter todo queijo, coloque o amido de milho, misturado com o kirsch ou a vodka e mexa rapidamente. Deixe cozinhar mexendo até que a mistura esteja grudenta e muito cremosa. Adicione a noz-moscada e a pimenta. No momento de servir, espalhe por cima o roquefort ou gorgonzola e o alho frito. Sirva o fondue em Rechaud adequado em fogo baixo de forma a não grudar e manter a consistência.

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Sugestões para acompanhar: damasco seco, mini potatos assadas, cogumelos Paris inteiros salteados, pontas de aspargos frescos, mini echalotes assadas, pães variados, salsichinhas alemãs, cubos de presunto cru e tomatinhos cereja.

Fondue de Avelã e poeira de leite

Ingredientes:

395 g de leite condensado
140 g de leite em pó
120 g de creme de leite fresco
70 g de creme de avelã

Modo de preparo:

Prepare um brigadeiro mole porém consistente misturando o leite condensado com o creme de leite fresco. Coloque em uma panela apropriada para fondue e misture o creme de avelãs. Finalize com o leite em pó espalhando por cima para criar uma crosta. Para servir, coloque sobre o Rechaud e mantenha o fogo baixo.

Sirva com frutas frescas (morango, uva, manga, banana), pedaços de bolo e croissant.

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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