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Degustação exclusiva de 16 safras do vinho Antinori Tignanello é realizada em Brasília

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Degustação exclusiva de 16 safras do vinho Antinori Tignanello é realizada em Brasília
Redação GPS

Degustação exclusiva de 16 safras do vinho Antinori Tignanello é realizada em Brasília

Acompanhado por um menu em sete etapas, Brasília recebe uma degustação vertical única e exclusiva do vinho italiano Tignanello, da Marchesi Antinori . Serão degustadas 16 diferentes safras do mesmo vinho, considerado o primeiro supertoscano do mundo, nesta quarta-feira (19), às 19h30, na Wine’s Life, no Lago Sul.

As safras de 1987, 1999, 2001, 2003, 2006, 2007, 2008, 2010, 2012, 2014, 2015, 2016, 2017, 2018, 2019 e 2020 contarão com um menu especial em sete tempos elaborado pela chef Nay Branquinho. O valor do investimento é R$ 4.900.

Localizada no Chianti Classico, na Toscana, nas colinas suaves entre os vales de Greve e Pesa, a Tenuta Tignanello provocou uma revolução nos anos 1970 quando foi apresentada ao mercado e inaugurou a categoria de supertoscanos.

Além das 16 safras do Antinori Tignanello, também estarão em degustação os vinhos Antinori Cervaro Della Sala 2018 e Antinori Muffato Della Sala 2016, acompanhando alguns dos pratos do cardápio.

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Confira o menu completo:

1º tempo: Tarteletti di filo con crema di brie con confettura di albicocche e timo

Vinho: Franciacorta Tenuta Montenisa Marchese Antinori Rosé

2º tempo: Spiedino di gamberi, purea di platano e salsa di peperoni freschi

Vinho: Antinori Cervaro Della Sala 2018

3º tempo: Lomo stagionato nelle texture

Vinhos: Tignanello safras 1987, 1999, 2001, 2003

4º tempo: Saltinbocca alla romana

Vinhos: Tignanello safras 2006, 2007, 2008, 2010

5º tempo: Raviolone con crema di guanciale e tuorlo d’uovo al tartufo

Vinhos: Tignanello safras 2012, 2014, 2015, 2016

6º tempo: Costoletta d’agnello con carote e pistacchi

Vinhos: Tignanello safras 2017, 2018, 2019, 2020

7º tempo: Frutti rossi e pepe al cioccolato

Vinho: Antinori Muffato Della Sala 2016

Serviço:
Vertical Tignanello – 16 safras com menu em 7 tempos
Quando: Quarta-feira (19 de junho), às 19h30
Onde: Wine’s Life – SHIS QI 13 – Bl F, lj 4, Setor de Habitações Individuais Sul, Lago Sul
Quanto: R$ 4.900 (reservas pelo WhatsApp (61) 98642.9404)

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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