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Com um público de 5 mil pessoas, Festival de Inverno Sesc agita o Parque da Cidade

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Com um público de 5 mil pessoas, Festival de Inverno Sesc agita o Parque da Cidade
Redação GPS

Com um público de 5 mil pessoas, Festival de Inverno Sesc agita o Parque da Cidade

Mais um evento cultural de sucesso para a conta do Sesc . Nesse sábado, primeiro dia do Festival de Inverno de 2024, o estacionamento 11 do Parque da Cidade recebeu um público de cerca de cinco mil pessoas para curtir uma programação literária e musical.

Com a presença dos conselheiros e diretores de sindicatos e do sistema Fecomércio-DF, depois do entardecer marcado por uma apresentação especial de Marlene Souza e Murica, DJ Janna esquentou a plateia para o show de Mano Brown, artista encarregado de realizar a performance principal.

Já a programação literária teve início às 15h, e recebeu autores e leitores locais e de outras cidades do País para rodas de conversas.

Entre as novidades dessa edição do festival, o espaço kids, com brinquedos e programação infantil, deixou o evento ainda mais imperdível para a família toda.

Veja alguns registros feitos por Vanessa Castro:

Thayene Rocha, Elisa de Araújo e Rogério Maya

Thayene Rocha, Elisa de Araújo e Rogério Maya

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Valério Melo, Jaqueline de Almeida, Iane de Almeida e Gabriela Silva

Valério Melo, Jaqueline de Almeida, Iane de Almeida e Gabriela Silva

Guilherme Pimenta da Veiga e Caetana Franarin

Guilherme Pimenta da Veiga e Caetana Franarin

Bruno Kesseler

Bruno Kesseler

Felipe Araújo, Luz Chamorro, Gustavo Araújo, Katiane Vargas e Larissa Raulino

Felipe Araújo, Luz Chamorro, Gustavo Araújo, Katiane Vargas e Larissa Raulino

Giulia Cunha e Fábio Roberto

Giulia Cunha e Fábio Roberto

Japão Viela17, Gog, Pri Monteiro e Dani Mara

Japão Viela17, Gog, Pri Monteiro e Dani Mara

Sabrina Feliciano, Girlene Santos, Karla Feijão, Sabrina Batista e Rayane Lima (Equipe Sesc)

Sabrina Feliciano, Girlene Santos, Karla Feijão, Sabrina Batista e Rayane Lima (Equipe Sesc)

Romina Capparelli e Mirella Vilhena

Romina Capparelli e Mirella Vilhena

Natália Santo, Carlos Girão, Ana Lídia Araújo, Carina Benedetti e Elizabeth Souza

Natália Santo, Carlos Girão, Ana Lídia Araújo, Carina Benedetti e Elizabeth Souza

Natália Oliveira e Wesley Almeida

Natália Oliveira e Wesley Almeida

Mônica Costa Freire, Dilson Fernando Barbosa e Moisés Alves Consolação

Mônica Costa Freire, Dilson Fernando Barbosa e Moisés Alves Consolação

Karina Praça e Marcos Ponce

Karina Praça e Marcos Ponce

Fábio Fiuza, Eloísa Xavier e Thaís Xavier

Fábio Fiuza, Eloísa Xavier e Thaís Xavier

Eloi Guilherme, Edi Estácio e Ramiug da Costa

Eloi Guilherme, Edi Estácio e Ramiug da Costa

Elvis Pontecciano, Maria Paula de Andrade Sato, Edcleide Honorio e Leonardo Carvalho Caetano

Elvis Pontecciano, Maria Paula de Andrade Sato, Edcleide Honorio e Leonardo Carvalho Caetano

Eduarda Lessa e Luiz Cláudio Barbosa

Eduarda Lessa e Luiz Cláudio Barbosa

Carolina Hofs, Júlia Lagos e Diogo Araújo

Carolina Hofs, Júlia Lagos e Diogo Araújo

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As Limaas e Gog

As Limaas e Gog

André Vieira e Yngrid Chaves

André Vieira e Yngrid Chaves

Show Mano Brown Boogie Naipe

Show Mano Brown Boogie Naipe

Show Mano Brown Boogie Naipe

Show Mano Brown Boogie Naipe

Show Mano Brown Boogie Naipe

Show Mano Brown Boogie Naipe

Show Mano Brown Boogie Naipe

Show Mano Brown Boogie Naipe

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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