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Com nova exposição, Rosana Mokdissi marca reabertura da CAIXA Cultural

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Com nova exposição, Rosana Mokdissi marca reabertura da CAIXA Cultural
Redação GPS

Com nova exposição, Rosana Mokdissi marca reabertura da CAIXA Cultural

Após passar por São Paulo, a exposição Rosana Mokdissi – O Gesto como Ponto de Partida chegou à CAIXA Cultural Brasília , marcando a reabertura do espaço. Criada por Rosana e com curadoria de Agnaldo Farias, a mostra apresenta 34 obras que investigam o gestual da pintura e a sua materialização sobre a tela.

A abertura foi nessa semana e contou com a presença de amigos de Rosana, além de outros artistas e curadores da cidade. Antes de iniciar a visitação, a gerente da CAIXA Cultural Brasília, Luana do Prado, deu as boas-vindas ao público e celebrou a reabertura do espaço cultural depois de três meses de reformas.

Rosana Mokdissi

Na sequência, o curador e a artista deram as boas-vindas ao público e convidaram a todos para a visita mediada.

As obras investigam o gestual da pintura e a sua materialização sobre a tela. Elas fazem parte de dois momentos distintos de trabalho da artista ao longo de quatro anos: De 2020 a 2021 e de 2022 a 2023.

O primeiro período dessa produção, que compreende o auge da pandemia e do isolamento social, levou Mokdissi a radicalizar certos processos. O segundo, apresenta uma intensificação no gesto da pintura.

Esses períodos, no entanto, se atravessam e se sobrepõem, criando áreas de interseção, onde transitam cores, palavras, suportes, materiais e técnicas.

“O resultado ela nos apresenta nesta exposição constituída por uma produção densa, com séries distintas não obstante aproximadas”, ressalta Agnaldo.

Confira os registros do coquetel de abertura da exposição:

Agnaldo Farias e Rosana Mokdissi_05

Agnaldo Farias e Rosana Mokdissi_05
Lidia Daza e Rosana Mokdissi

Lidia Daza e Rosana Mokdissi
Rosa Maranini e Orestes Blanco

Rosa Maranini e Orestes Blanco
Rodrigo Propício e Rosana Mokdissi

Rodrigo Propício e Rosana Mokdissi
João Elias e Rosana Mokdissi com Dadina e Luiz Baracat

João Elias e Rosana Mokdissi com Dadina e Luiz Baracat
João Elias, Rosana Mokdissi e João Carim Nabut

João Elias, Rosana Mokdissi e João Carim Nabut
Muna, Rosana e João Elias Mokdissi

Muna, Rosana e João Elias Mokdissi
Osvaldo Gaia, Rosana Mokdissi e Sanagê

Osvaldo Gaia, Rosana Mokdissi e Sanagê
Lilian Farah, Rosana Mokdissi e Tânia Fontenele

Lilian Farah, Rosana Mokdissi e Tânia Fontenele
Maria Luiza Mathias e Berta Pelegrino

Maria Luiza Mathias e Berta Pelegrino
Maurício Canavarro, Jorge Helou e Nelson Farah

Maurício Canavarro, Jorge Helou e Nelson Farah
João Elias e Rosana Mokdissi_02

João Elias e Rosana Mokdissi_02
Elisa Mattos, Luana do Prado e Rosana Mokidissi

Elisa Mattos, Luana do Prado e Rosana Mokidissi
Bruna Neiva e Rosana Mokdissi

Bruna Neiva e Rosana Mokdissi
Alessandra Brochado e Francisco Solano

Alessandra Brochado e Francisco Solano
Agnaldo Farias, Rosana Mokdissi e Sanagê

Agnaldo Farias, Rosana Mokdissi e Sanagê
Agnaldo Farias e Christus Nóbrega

Agnaldo Farias e Christus Nóbrega
Agnaldo Farias e Alessandra Pinheiro

Agnaldo Farias e Alessandra Pinheiro
Admilson Pires, Grace Mokdissi e Samir Mokdissi, Elias Mokdissi

Admilson Pires, Grace Mokdissi e Samir Mokdissi, Elias Mokdissi
Elisa Mattos e Gustavo Haeser

Elisa Mattos e Gustavo Haeser
Christina Bonavides e Dadina Baracat

Christina Bonavides e Dadina Baracat
Elizabeth Machado e Muna Mokdissi

Elizabeth Machado e Muna Mokdissi
Flávio e Mirian Fochi

Flávio e Mirian Fochi
Gero Tavares

Gero Tavares
Giovana Haje e Clarissa Lavocat

Giovana Haje e Clarissa Lavocat
Gustavo Haeser_01

Gustavo Haeser_01
Iara Martorelli e Renata Azambuja

Iara Martorelli e Renata Azambuja
Iolanda Carvalho, Enzo Menezes e Camila Pires

Iolanda Carvalho, Enzo Menezes e Camila Pires
Luiz Baracat, Cícero Almeida e Eurijan Pimenta

Luiz Baracat, Cícero Almeida e Eurijan Pimenta
Lara e Vinícius Carvalho

Lara e Vinícius Carvalho
Mariana Trigueiro e Gabriel Nakanishi

Mariana Trigueiro e Gabriel Nakanishi
Rodolffo Araujo, Geovanna Gravia, Nathalia e Alexandre Pacheco

Rodolffo Araujo, Geovanna Gravia, Nathalia e Alexandre Pacheco
Rodolffo Araujo e Geovanna Gravia

Rodolffo Araujo e Geovanna Gravia
Roberta Lima e Carlos Júnior

Roberta Lima e Carlos Júnior
Samir Caied e Carim Nabut

Samir Caied e Carim Nabut
Pedro Gandra

Pedro Gandra
Pedro Fonseca e Mônica Luna

Pedro Fonseca e Mônica Luna
Pedro e Isabella Baracat

Pedro e Isabella Baracat
Luiza Vaz e Claudia Meireles

Luiza Vaz e Claudia Meireles
João Elias e João Victor Mokdissi

João Elias e João Victor Mokdissi
Admilson Pires e Grace Mokdissi

Admilson Pires e Grace Mokdissi
Clarice Galvão, Lilian Farah e Sumaia Abboud

Clarice Galvão, Lilian Farah e Sumaia Abboud
Davi Haje e Mari Haje

Davi Haje e Mari Haje
Eder Alencar e Mariana Castro

Eder Alencar e Mariana Castro
Eduardo Lavocat e Rafaela Gravia

Eduardo Lavocat e Rafaela Gravia
Chris Giacomet e Daniela Giacomet

Chris Giacomet e Daniela Giacomet
Bruno Ebo e Eduardo Sanz

Bruno Ebo e Eduardo Sanz
Andressa Anholete e Renato Nagano

Andressa Anholete e Renato Nagano
Ana Maria, Daniela e Chris Giacomet

Ana Maria, Daniela e Chris Giacomet
Alexandre e Nathalia Pacheco

Alexandre e Nathalia Pacheco
Alessandra Valença e Rosangela Gravia

Alessandra Valença e Rosangela Gravia
Alessandra e Taís Pinheiro

Alessandra e Taís Pinheiro

Serviço

Exposição Rosana Mokdissi – O Gesto como Ponto de Partida

Local: CAIXA Cultural Brasília

Data: até o dia 3 de novembro

Funcionamento: a visitação é de terça a domingo, das 9h às 21h

A entrada é gratuita e livre para todos os públicos.

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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