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Claro e Capital Moto Week: parceria entrega conexão e entretenimento

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Claro e Capital Moto Week: parceria entrega conexão e entretenimento
Redação GPS

Claro e Capital Moto Week: parceria entrega conexão e entretenimento

O Capital Moto Week, maior festival de motos e rock da América Latina, se consolida como plataforma de negócios para marcas nacionais e internacionais se conectarem com 800 mil pessoas que são esperadas na Cidade da Moto em 2024. Por falar em conexão, a Claro mais uma vez entra em cena com tirolesa que corta a arena de shows do festival pelo alto e estande para recarregar as energias dos fãs e dos aparelhos. Quem é cliente da operadora aproveita benefícios exclusivos, como serviços turbinados de internet dentro do complexo e fast pass . O Capital Moto Week acontece entre 18 e 27 de julho, em Brasília (DF).

Já pensou em cruzar toda a arena de shows pelo alto do festival? Tudo isso com uma visão privilegiada que a Tirolesa Claro oferece. A atração é totalmente gratuita e clientes Claro tem fila preferencial para curtir cada segundo do brinquedo radical. A Claro preparou duas antenas de sinal para garantir a conectividade dos clientes nos 10 dias do Capital Moto Week. A tecnologia turbina o sinal e a internet móvel, alcançando inclusive a arena do palco principal. Outra vantagem para os clientes Claro Clube é resgatar ingressos do CMW com pontos do programa de fidelidade.

“Em mais uma edição, a Claro reafirma o compromisso de estar junto dos clientes e do público Moto Week. Brasília é uma região estratégica, estamos muito contentes em contribuir para a realização do CMW, que se tornou uma manifestação cultural na cidade. Por isso, somos novamente patrocinadores do festival, que está em sintonia com a nossa missão de conectar as pessoas para uma vida mais divertida e produtiva”, afirma Soraia Tupinambá, diretora regional da Claro para Centro-Oeste. No DF, a operadora é líder em clientes nos serviços móveis e residenciais.

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O público geral não fica de fora dos benefícios: quem passar pelos 320 mil m² do festival pode aproveitar a área de descanso com dispositivos para o carregamento de celulares. O espaço fica próximo ao Moto Bar, na avenida principal. Fora dos muros da Cidade da Moto, a loja da Claro no Pátio Brasil Shopping está totalmente imersa na identidade visual Moto Week, refletindo a força desta colaboração e proporcionando uma experiência integrada que transcende os limites do complexo.

“Nossa parceria com a Claro vai além do entretenimento”, destaca o CEO do CMW, Pedro Franco. Segundo ele, além de ser o maior festival de motos e rock da América Latina, Capital Moto Week é também uma plataforma de negócios. “Somos um ecossistema dinâmico que promove interações valiosas entre o nosso público e os nossos parceiros. Essa conexão é benéfica para todos, em uma relação onde todos ganham”, afirmou Franco, registrando o convite para todos virem e encontrarem o seu lado Moto Week”, explica.

Plataforma de Negócios

Com mais de 20 anos na estrada, o Capital Moto Week bate recorde e investe R$ 20 milhões na realização do festival em 2024, um incremento de 20% em relação à edição passada. O aumento é impulsionado, principalmente, pelos patrocinadores, que chegam a investir 200% a mais para promover experiências interativas com o público. A Cidade da Moto recebe 150 mil turistas brasileiros e estrangeiros por ano, a expectativa é injetar R$ 60 milhões na economia na cadeia do turismo do Distrito Federal. Para realizar o CMW, 17 mil postos de trabalhos diretos e indiretos foram gerados neste ano, um aumento de 40% em relação à edição passada.

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Sobre o Capital Moto Week 2024

De 18 a 27 de julho, Brasília será palco do Capital Moto Week, maior festival de motos e rock da América Latina. Inspirado na edição histórica de 20 anos, o CMW aposta na diversidade, talento e energia em seus 10 dias de programação, com mais de 100 de shows de diversas vertentes do rock nacional. A “Cidade da Moto” ocupará 300 mil m² no Parque de Exposições da Granja do Torto. A expectativa é receber 800 mil pessoas, 350 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o mundo. O Festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e, todos os anos, zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.

Ingressos CMW 2024 | www.bilheteriadigital.com/capitalmotoweek

Motociclistas sem garupa e pilotando não pagam | Motos com garupa entram grátis de segunda a sexta-feira até as 18h e, aos sábados e domingos, até às 15h | Crianças de até 12 anos não pagam, desde que acompanhadas de seu responsável | Menores de 16 anos somente acompanhados de um responsável legal | Ingresso solidário é concedido para quem levar lixo eletrônico ou 1kg de alimento não perecível | PCD tem acesso grátis e, se necessitar de acompanhante, este também tem gratuidade | Pessoas 60 anos ou mais têm direito à meia-entrada | Obrigatória apresentação de documento de comprovação válido de meia-entrada no momento do acesso.

Serviço

Capital Moto Week 2024

Quando: 18 a 27/07/2024
Onde: Parque Granja do Torto | Brasília (DF)
Ingressos: www.bilheteriadigital.com/capitalmotoweek

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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