BRASIL

Capital Inicial, Pitty, Luan Santana e Jorge & Mateus agitam reta final do Na Praia Festival

Publicado em

Capital Inicial, Pitty, Luan Santana e Jorge
Caio Barbieri

Capital Inicial, Pitty, Luan Santana e Jorge

O Na Praia Festival entra na reta final e promete um fim de semana repleto de grandes atrações musicais. A oitava edição do evento, que este ano homenageia a cultura chinesa, recebe nomes de peso do cenário musical brasileiro que embalam diferentes gerações.

Na próxima sexta-feira (6), o palco do Na Praia será dominado pelo pop rock, com shows das bandas Capital Inicial e Pitty. Conhecidos por sucessos que marcaram os anos 2000, os artistas prometem uma noite nostálgica, repleta de clássicos que farão o público cantar junto.

No sábado (7), é a vez de Luan Santana, um dos nomes mais aguardados do festival, subir ao palco. O cantor, que está em alta com a música Clone — atualmente na nona posição das mais ouvidas no Brasil no Spotify — promete encantar o público com seus maiores sucessos. O show contará também com a apresentação de Zé Vaqueiro, trazendo o ritmo do piseiro.

Leia Também:  Trump cresce em pesquisas após atentado na Pensilvânia

Fechando o fim de semana, no domingo (8), a dupla sertaneja Jorge & Mateus, uma das mais populares do país, promete levantar o público com seus hits. A música “Xonei”, em parceria com Henrique & Juliano, ocupa a quarta posição no Spotify, e certamente será um dos pontos altos da noite. Clayton & Romário e Bruno Rosa completam a programação, garantindo uma noite cheia de energia.

O Na Praia Festival, que se estende até o dia 15 de setembro, conta com um line-up de mais de 100 atrações e espera receber mais de 300 mil pessoas ao longo de três meses de evento. Os ingressos podem ser adquiridos através do site e aplicativo R2com.vc .

Confira o line-up

– 06/09: Capital Inicial; Pitty
– 07/09: Luan Santana; Zé Vaqueiro
– 08/09: Jorge & Mateus; Clayton & Romário; Bruno Rosa

The post Capital Inicial, Pitty, Luan Santana e Jorge & Mateus agitam reta final do Na Praia Festival first appeared on GPS Brasília – Portal de Notícias do DF .

Leia Também:  São Luís do Mararão recebe o título de Capital Nacional do Reggae

Fonte: Nacional

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

BRASIL

Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

Published

on

O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

Leia Também:  TJ-RJ determina data inicial da recuperação do Grupo Americanas

Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

Leia Também:  Heleno cancela ida à CPI do 8 de janeiro: ‘Não colocar gasolina’

O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA