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Brasilienses participam de experiências sensoriais e harmonizadas na Casa Chandon

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Brasilienses participam de experiências sensoriais e harmonizadas na Casa Chandon
Pedro Reis

Brasilienses participam de experiências sensoriais e harmonizadas na Casa Chandon

Começou no último sábado (18) a Casa Chandon em Brasília, evento exclusivo que garantiu experiências extraordinárias para comemorar os 50 anos da vinícola no Brasil. O palco dos encontros diários, e que se estendem até o dia 25 de maio, foi o Patú Anú, localizado no Setor de Mansões do Park Way.

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Os convidados de Paula Santana e Thiago Miranda, que estiveram presentes principalmente nos dois dias de estreia do evento, foram mimados logo na chegada com um welcome drink. Em seguida, mergulharam na programação imersiva preparada com carinho e muita elegância.

Após o check-in, a parada seguinte foi o Terroir Chandon, espaço imersivo com uma experiência visual e olfativa para apresentar ao público a história da viticultura sustentável brasileira. Ao mesmo tempo em que era possível ver vídeos de como funcionam as vinícolas, o cheiro da sala aguçava os sentidos, trazendo o aroma do terroir dos vinhedos.

Em seguida, um dos highlights da visita levou os convidados a uma degustação harmonizada, em que os espumantes foram degustados juntamente de aperitivos. Enquanto as fusões eram feitas e explicadas, uma dança de cores ocorria na iluminação da sala, deixando a experiência ainda mais sensorial.

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Os rótulos da Degustação Harmonizada foram: Chandon Réserve Brut, Chandon Blanc de Noir, Chandon Excellence Brut e Chandon Passion. Aromas e sabores distintos, mas que casaram perfeitamente com o cardápio preparado para a ocasião.

O próximo spot foi o almoço ou o jantar para os grupos da tarde/noite, assinado pelos chefs Ivana Gasparotto e Igor Castro. O menu contemplou opções principais de frutos do mar e veganas. A sobremesa veio da parceria da experiência com a Lindt, que forneceu os chocolates. Claro que tudo devidamente harmonizado com os espumantes da Chandon.

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Por fim, os presentes foram convidados ao bar sunset Passion, como um complemento da magnífica tarde ou noite que tiveram. No local, o controle das picapes ficou por conta da DJ Ana Chris.

Além disso, outras ativações permeiam o espaço, como uma loja com produtos Chandon e uma com bolsas personalizadas do artista plástico queridinho da sociedade brasiliense, Toys.

No dia de abertura, os presentes ainda contaram com um talk sobre comunidades e sustentabilidade.

Já no domingo, a exclusividade foi um pocket show da cantora Dhi Ribeiro, que embalou a noite dos convidados.

Confira quem passou pelos dois primeiros dias de evento pelas lentes de Rayra Paiva:

Yumi Kuwano

Yanko Lima, Karine Lima, Ney Lima, Eri Macedo e Daniela Abdanur

Wanessa Corazza e Adriana Corazza

Vyctor Hugo Ribeiro, Karine Lima e Daniela Abdanur

Vyctor Hugo Ribeiro, Eduardo Estrela, Rudyero Trento e Danilo Fernandes

Vitor Pedro Moreira e Sandra Braggion

Vinicius Alano e Diego Kern

Vanessa Freitas e Márcio Barreiro

Tatiana Pena e Gustavo Pena

Silvia e Rafael Badra

Sarah Damiani e Silvia Traldi

Rosangela Koslyk e Eduardo Takafashi

Roberta Rosso

Ricardo Bittar e Gina Fonseca

Raiane Almeida, Karine Lima e Kairon Angelo

Philippe Mével e Paula Santana

Peter Claes, Alexandra Claes, Yumi NG e Desmond NG

Paula Santana

Paula Santana, Georgia De Luca, Mauro Dutra, Gabriela Gastal, Paloma Gastal, José Vasconcellos, Agenor Netto, Adriana Chaves, Tatiana e Gustavo Pena

Paula e Jade Santana

Paloma Gastal e José Carlos Vasconcellos

Ney Lima e Eri Macedo

Mauro Dutra e Gabriela Gastal

Marla Lima e Rubens Jr

Márcio Dattoli e Priscilla Proença

Márcio Barreiro, Vanessa Freitas, Kellen Cristina da Silva e Kaion Barbosa

Luiz De Luca

Laura Rocha

Karine Lima

Karine Lima, Ney Lima, Eri Macedo e Paula Santana

Karine Lima, Kanira Curi e Benigna Venâncio

Karine Lima, Carlinhos Beauty e Isabel Almeida

Karine Lima e Yanko Lima

Karine Lima e Daniela Abdanur

Karina Curi

Karina Curi, Karine Lima, Daniely Britto e Carlinhos Beauty

Karen Curi

Karen Curi, Karina Curi, Carol Pigini e Henrique Rosso

Kanira Curi

Kairon Angelo e Raiane Almeida

Kaion Barbosa

Júlio César Gontijo Jr e André Rochadel

Jorge Adriano e Klin Gerly

João Marcelo Galvão de Queiroz, Luísa Galvão de Queiroz, Renata e Sávio Zukim, Silvia e Rafael Badra

Joanna Feitosa e Milena Carvalho

Jade Santana

Jack Correa, Augusto Correia e Tatiana Mares Guia

Isis Laet, Paula Santana e Carol Mendes

Isabela Lira

Henrique Rosso, Carol Pigini, Karina Curi, Karen Curi e Roberta Rosso

Gilberto Braga, Rilda Sartori, Catherine Petit e Perpétua Almeida

Gabriel Fonseca

Flay Leite

Filipe Pataro e Clara Saabor

Fernando Schiavo e Mônica Monteiro

Fernanda Medeiros e Luiz Barbosa

Eduardo Toledo e Eduardo Lira

Eduardo Lira

Eduardo e Flávia Toledo, Isabela Lira e Arthur Cezar

Edinaldo Castro e Clóvis Albuquerque

Edinaldo Castro e Ana Loureiro

Diego Kern, Karine Lima e Vinicius Alano

Dep. Clodoaldo

Denise Costa e Luísa Helena

Danilo Fernandes e Karen Curi

Daniely Britto e Carlinhos Beauty

Daniela Abdanur

Daniela Abdanur, Yanko Lima, Karine Lima, Catherine Petit, Kaion Barbosa, Filipe Pataro e Clara Saabor

Cris Mendonça

Cláudia Pereira e Maira Gadelha

Christiana Delgado, Sabrina Tardin e Rafaelde Montecarlo

Christiana Delgado e Sabrina Tardin

Catherine Petit

Carlinhos Beauty

Carla Ribeiro e Nivaldo Ribeiro

Breno Arduini, Joana Fonseca, Laura Rocha, Alessandra Paiva e Eder Pinheiro

Bia Guimarães

Bernardo Azevedo, Isabella Cunha e Lucas Castro

Benigna Venâncio (2)

Anna Daros

Andreive Ribeiro e Rudyero Trento

André Rochadel e Júlio César Gontijo Jr

André Monjardim e Flay Leite

André Braga

Ana Loureiro, Edinaldo Castro e Karina Curi

Alexandra Claes e Peter Claes

Alessandro e Elsie Cortese, Renata e Sávio Zukim

Adriana Chaves, Agenor Netto e Georgia De Luca

Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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