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Billboard Brasil lança ‘Over 30’ para celebrar líderes trans e travestis

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Billboard Brasil lança ‘Over 30’ para celebrar líderes trans e travestis
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Billboard Brasil lança ‘Over 30’ para celebrar líderes trans e travestis

Se para alguns o sucesso chega antes dos 30 anos de idade, para outros, chegar nos 30 é um sucesso. Por isso, a Billboard Brasil, para questionar o destaque dado às personalidades que alcançam fama e dinheiro antes deste período, lança um projeto que dá visibilidade para as pessoas trans e travestis que venceram as estatísticas da violência, superaram a barreira dos 30 anos e se tornaram referência em suas áreas de atuação. Assim, em conjunto com a Lew’LaraTBWA e Mynd, nasce a Over 30, uma edição especial que traz a primeira lista brasileira com as 30 pessoas que são referências em suas áreas de atuação e tem relevância na comunidade e na luta contra a transfobia no Brasil. Para a capa, foram escolhidas: a atriz, cantora e apresentadora Pepita, a cantora goiana Mel Gonçalves e a cantora, compositora, empresária e professora, Raquel.

A seleção dos nomes contou com uma consultoria especializada, que considerou o alcance, a relevância e a representatividade de perfis da comunidade. A lista buscou enfatizar aqueles que, não só sobreviveram à violência, mas que amplificaram suas vozes e puderam exaltar seus talentos a ponto de se tornarem referência em suas áreas de atuação.

Entre os 30 nomes escolhidos para a lista estão profissionais de diversas áreas como: Lina Pereira, Lea T, Noah Scheffel, Laerte, Roberta Close, Gabriela Augusto, Nany People, Thammy Miranda, Fernando Lins entre outros. Para conferir a lista OVER 30 na íntegra, acesse o site da Billboard Brasil , e a edição impressa da revista já está disponível nas bancas de todo o Brasil.

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O projeto Over 30 contempla ainda outras frentes além da revista impressa para, de maneira robusta e consistente, reverberar a celebração da vida de pessoas trans e travestis, como mídia OOH e digital, conteúdo nas redes sociais e ainda um single, co-criado pelas três artistas da capa, Pepita, Mel Gonçalves e Raquel, e pelo produtor musical e compositor Pablo Bispo, que será lançado em todas as plataformas digitais ainda no mês de janeiro.

A iniciativa não busca apenas destaque para o tema, mas também oportunidades para a comunidade e mudanças efetivas na sociedade. Por isso, todo o processo de construção do projeto OVER 30 contou com parte da equipe formada por profissionais trans nas áreas de criação, desenvolvimento, reportagens, fotografia, maquiagem, stylist e produção, além de contar com o apoio e consultoria liderada por Ariel Nobre, Diretor Executivo do Observatório da Diversidade na Propaganda. Além disso, 50% do lucro do projeto será revertido para a Casa Neon Cunha, de acolhimento para pessoas trans e vítimas de LGBTfobia.

FICHA TÉCNICA

Título: Billboard Over 30
Agência: LEW’LARATBWA
Cliente: Billboard Brasil
Produto: Over 30
CEO: Marcia Esteves
Direção Executiva de Criação: Rodrigo Tortima e Rodrigo da Matta
Direção de Criação: Thiago Lacorte
Direção de Arte: Thiago Lacorte, Paula Lopes e Caio Gatti
Redação: Cristina Prado e Hugo Nery
Consultor e Curador: Ariel Nobre
Managing Director: Evelin Batista
Negócios: Kézia Tonon
CSO: Raquel Messias
Estratégia: Bruno Lobo
Relações Públicas: Amanda Brandão e Yasmin Zampieri
CDMO: Vicente Varela
Mídia: Henrique Farias, Mariana Sobreira e Bruna Loredo.
BI: Leonardo Cunha e Fernanda Furlan
CCOO: Elise Passamani

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Billboard Brasil

Diretora Artística: Camila Zana
Head de planejamento: Lucas Almeida
Mídia: Bárbara Rocha e Etiellen Souza
Líder do Projeto: Olga Barbosa
Auxiliar Artístico: Violeta Rodrigues Rivas e Izabelli Potter
Direção de arte: Marcos Artnoc
Design: Eduardo Pignata
Imprensa: Alisson Fernández
Produção/ Vídeo: Igor D’Souza, Pedro Amaral Machado e Samuel Fonseca Machado
Fotógrafa: Rafaela Kennedy
Equipe de Fotografia: Karla Brights e Pedro Jorge
Stylist: Aneco Oblangata e Flora Babylon
Hair & Make: Sasa Ferreira e Raphaela Cruz
CEO e Publisher: Fátima Pissarra
COO e Publisher: Carlos Scappini
Editora-chefe: Débora Miranda
Editor sênior: Sérgio Martins
Editora: Liv Brandão
Editor de estratégias digitais: Leandro Carneiro
Projetos especiais: Carina Liberato
Repórteres: Sanara Santos, Bruna Calazans, Guilherme Rocha, Isabela Pacilio, Isabela Pétala, Ludmilla Correia e Yuri da BS
Redes sociais: Guzmán Novaes

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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