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Àvra joalheria lança coleção Origens em almoço

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Àvra joalheria lança coleção Origens em almoço
Beatriz Lima Leal

Àvra joalheria lança coleção Origens em almoço

Na tarde dessa quarta-feira (22), Karinne Pantazis Hernandez e Cláudia Salomão reuniram seletas convidadas para o lançamento da coleção Origens, da Àvra joalheria. O evento contou com um almoço na casa de Karinne Pantazis, no Lago Sul.

À coluna Flay Leite, a designer de joias Karinne Pantazis Hernandez falou sobre a coleção Origens, que tem o ouro e o brilhante como matérias-primas principais. As novas peças da Àvra também incluem pedras brasileiras e pedras coloridas, como presiolita, green gold, malaquita, esmeralda, ametista, rodolita, ônix, e lápis lazuli.

Nesta coleção, eu quis abordar bastante ouro e brilhante. Então, apesar de ter várias peças com pedras coloridas também, a gente teve muita peça de ouro. Origens veio disso, porque quando você pensa em joalheria, a base de qualquer peça para ser feita é o ouro.

Coleção Origens
(Foto: Rayra Paiva)

Coleção Origens
(Foto: Rayra Paiva)

Coleção Origens
(Foto: Rayra Paiva)

Coleção Origens
(Foto: Rayra Paiva)

Coleção Origens
(Foto: Rayra Paiva)

Coleção Origens
(Foto: Rayra Paiva)

Coleção Origens
(Foto: Rayra Paiva)

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Coleção Origens
(Foto: Rayra Paiva)

Coleção Origens
(Foto: Rayra Paiva)

Coleção Origens
(Foto: Rayra Paiva)

Coleção Origens
(Foto: Rayra Paiva)

Coleção Origens
(Foto: Rayra Paiva)

Coleção Origens
(Foto: Rayra Paiva)

A decoração com belos e coloridos arranjos de flores foi assinada pela Fascino Decorações, de Adrielli Lombardi. O almoço ficou a cargo do buffet Afetto gastronomia.

Arranjos florais da Fascino Decorações, de Adrielli Lombardi
(Foto: Rayra Paiva)

Arranjos florais da Fascino Decorações, de Adrielli Lombardi
(Foto: Rayra Paiva)

Buffet da Afetto Gastronomia
(Foto: Rayra Paiva)

Buffet da Afetto Gastronomia
(Foto: Rayra Paiva)

Buffet da Afetto Gastronomia
(Foto: Rayra Paiva)

Confira os cliques da tarde!

Andressa Suita, Karinne Pantazis e Cláudia Salomão
(Foto: Rayra Paiva)

Karinne Pantazis e Andressa Suita
(Foto: Rayra Paiva)

Andressa Suita, Karinne Pantazis e Fabiana Ortega
(Foto: Rayra Paiva)

Cláudia Salomão e Maria Victória Salomão
(Foto: Rayra Paiva)

Fernanda Queiroga, Adrielli Lombardi, Karinne Pantazis e Luísa Boaventura
(Foto: Rayra Paiva)

Karinne Pantazis e Susan Neves
(Foto: Rayra Paiva)

Flay Leite Lira
(Foto: Rayra Paiva)

Adrielli Lombardi, Fabiana Ortega, Luísa Boaventura e Andressa Suita
(Foto: Rayra Paiva)

Andressa Suita
(Foto: Rayra Paiva)

Fernanda Figueiredo e Valeriya Strohschein
(Foto: Rayra Paiva)

Karinne Pantazis e Fernanda Figueiredo
(Foto: Rayra Paiva)

Weni Maranhão, Cláudia Salomão e Jacqueline Pantazis
(Foto: Rayra Paiva)

Elina Porto, Fernanda Queiroga e Karinne Pantazis
(Foto: Rayra Paiva)

Weni Maranhão e Márcia Nabut
(Foto: Rayra Paiva)

Valéria Arrais, Mônica Moura e Anna Karenina Rebello
(Foto: Rayra Paiva)

Tâmara Diniz
(Foto: Rayra Paiva)

Karina Curi e Mayra Perin
(Foto: Rayra Paiva)

Luiza Nasser Caiado e Juliana Favato
(Foto: Rayra Paiva)

Rafaela Amaral
(Foto: Rayra Paiva)

Mônica Moura, Mayra Perin e Valéria Arrais
(Foto: Rayra Paiva)

Isabela Valença
(Foto: Rayra Paiva)

Elina Porto
(Foto: Rayra Paiva)

Cláudia Salomão, Anna Karenina Rebello e Tâmara Diniz
(Foto: Rayra Paiva)

Cláudia Marques
(Foto: Rayra Paiva)

Ana Carvalho
(Foto: Rayra Paiva)

Louback Jacoby e Yasmin Marcelle
(Foto: Rayra Paiva)

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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