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Atrações gastronômicas são destaque na CASACOR Brasília com chefs renomados

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Atrações gastronômicas são destaque na CASACOR Brasília com chefs renomados
Redação GPS

Atrações gastronômicas são destaque na CASACOR Brasília com chefs renomados

Em sua 32ª edição, a gastronomia não poderia ficar de fora da CASACOR Brasília , que conta com três operações neste ano para os visitantes da mostra, com chefs renomados: Simon Lau, Guillaume Petitgas e Thiago Paraiso.

O dinamarquês Simon Lau do renomado Aquavit faz a sua estreia na mostra com o restaurante CUCAN (junção das palavras culinária candanga), um ambiente informal com alma candanga e jeito de bistrô, em um ambiente assinado por Luciana Canali, da ON Arquitetura, em parceria com o Movimento Brasília Design Week (BDW) e o Senac.

No restaurante, além das entradas, há opção de pratos menores, como o Alho Porró com Misô & Castanha de Pequi Defumada (vegano), Smorrebrod de Salmão Defumado & Terrine de Ovos ou o Pirarucu com Pimenta de Macaco, Capim Santo, Chuchu & Sorbet de Aipo. Pratos maiores como a Couve Flor Assada com Pimentas Brasileiras (vegetariano), a Empada Candanga & Salada Verde ou Filé Mignon, Sauce Amazonienne de Tucupi, Farofa de Goiás Velho, Quiabo e Batatas Ana ou Bife Chorizo com molhos de tutano e vinho tinto servido com cogumelos eryngi e puré de inhame.

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As sobremesas escolhidas são focadas em frutas de época, como a mexerica cravo, morangos orgânicos de Brazlândia e os famosos macarons do chef Leônidas Santos, que trabalha com Simon Lau há duas décadas e estará à frente da cozinha do restaurante da mostra, que ainda conta com elementos do Cerrado.

Quem também participa da mostra pela primeira vez é o chef Thiago Paraiso, à frente de casas renomadas na cidade como Ouriço, Saveur Bistrô, Maré – Camarões e Mar e Möca. Ele estará na CASACOR Brasília com uma operação inédita, o Oja Bar, projeto de Gabriela Schinzel e Augustin Roca da Materea B, para o qual apresenta drinques autorais e clássicos e um cardápio para acompanhar a carta com Ostras com caju e limão, Arancini de costela, Tartare de filé mignon de sol sobre brie empanado, Patatas bravas com aioli de sriracha, Croqueta de tâmaras e bacon aos 3 queijos, Camarões ao “ajillo” e Tábua de queijos e frios (brie, gorgonzola e parmesão, Parma e tâmaras).

Joyce França e Marcelo Motta projetaram o café da mostra, ambiente que pelo segundo ano consecutivo com a La Boulangerie do chef francês Guillaume Petitgas, sucesso gastronômico da CASACOR Brasília do ano passado. No menu, clássicos da culinária francesa como tartines, quiches, croque-monsieur, croque madame, croissant e doces como os seus famosos macarons e as madeleines. Risotos, caldos, panquecas e saladas estão também no menu.

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A CASACOR Brasília com o tema “De presente, o agora” vai até 16 de outubro, na Arena BRB Mané Garrincha, com 42 ambientes em 7 mil e 600 m² e muitas novidades e experiências para o visitante.

Serviço

32ª CASACOR Brasília

Quando: 15 de agosto a 16 de outubro de 2024
Special Sale: 15 e 16 de outubro
Onde: Arena BRB Mané Garrincha
Visitação: de terça a sexta-feira, das 15h às 22h. Sábados e feriados, das 12h às 22h. Domingo, das 12h às 21h
Ingressos: R$ 96,00 (inteira) e R$ 48,00 (meia-entrada)

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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