BRASIL

Altas temperaturas atingem SP e outras cidades nos próximos dias

Publicado em

Recorde de calor foi registrado em São Paulo no mês de setembro
Paulo Pinto/ Agência Brasil – 23/09/2023

Recorde de calor foi registrado em São Paulo no mês de setembro

Após as fortes chuvas que atingiram São Paulo no final da última semana, que levaram ao apagão em diversos pontos da região metropolitana, a capital paulista registra calor no início desta semana. A maior parte das regiões do Brasil também devem registrar altas temperaturas nos próximos dias.

No Centro-Oeste, Cuiabá (MT) e Campo Grande (MS), por exemplo, devem marcar temperaturas perto dos 40ºC no começo desta semana.

Nesta terça-feira (7), no Sudeste e Centro-Oeste, a previsão é de calor na parte da tarde, com tempo firme em São Paulo, Mato Grosso, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

No Sul, não há previsão de chuvas e as temperaturas devem aumentar. Já no Norte, chuvas são esperadas entre o Tocantins, Pará e o Amazonas.

Confira, abaixo, a previsão do tempo em algumas capitais para hoje, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet):

  • São Paulo (SP) – mínima (15°C) e máxima (25°C), sem previsão de chuva;
  • Porto Alegre (RS) – mínima (16°C) e máxima (30°C), sem previsão de chuva;
  • Brasília (DF) – mínima (21°C) e máxima (30°C), com previsão de chuva;
  • Cuiabá (MT) – mínima (28°C) e máxima (40°C), com previsão de chuva;
  • Teresina (PI) – mínima (23°C) e máxima (36°C), sem previsão de chuva;
  • Curitiba (PR)– mínima (12°C) e máxima (25°C), sem previsão de chuva;
  • Belém (PA) – mínima (24°C) e máxima (34°C), com previsão de chuva;
  • Manaus (AM) – mínima (24°C) e máxima (33°C), com previsão de chuva forte;
  • Palmas (TO) – mínima (23°C) e máxima (30°C), com previsão de chuva forte;
  • Porto Velho (RO) – mínima (26°C) e máxima (34°C), com previsão de chuva forte;
  • Natal (RN) – mínima (25°C) e máxima (31°C), com previsão de chuva.
Leia Também:  Previsão do tempo é de chuva para boa parte do país nesta quarta; veja

Nesta manhã, Salvador (BA) registrou 26ºC, mas o litoral da Bahia ficou em estado moderado para risco de deslizamentos e alagamentos, devido à possibilidade de chuvas fortes.

Ao mesmo tempo em que algumas regiões estão registrando temperaturas mais altas e chuvas, outras também tiveram baixa umidade do ar, como Mato Grosso do Sul, Paraná, São Paulo e Oeste de Minas Gerais e Sul de Goiás.

De acordo com a Climatempo, Campo Grande (MS) foi a capital mais seca do Brasil nessa segunda (6), com 37,7°C de temperatura máxima e 11% de umidade no ar.

A cidade ainda foi a mais quente, ficando abaixo apenas de Cuiabá (MT), que teve temperatura máxima de 40,1°C.

Fonte: Nacional

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

BRASIL

Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

Published

on

O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

Leia Também:  Moro aponta Caiado como principal nome na disputa presidencial de 2026

Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

Leia Também:  Lady Gaga ganha estátua no Madame Tussauds de Orlando

O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA