“Normas sociais que prejudicam os direitos das mulheres também são prejudiciais para a sociedade de forma mais ampla, prejudicando a expansão do desenvolvimento humano”, diz Pedro Conceição, do PNUD global
Um estudo do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) divulgado nesta segunda (12) apontou dados alarmantes sobre o machismo no Brasil.
A pesquisa analisou quatro áreas do preconceito de gênero em que as mulheres costumam relatar discriminação. As áreas são integridade física, educação, política e economia.
Segundo o estudo, que coletou dados em 80 países, quase 90% da população mundial tem algum tipo de preconceito contra as mulheres.
No Brasil, o PNUD apontou que 84,4% da população têm pelo menos um preconceito contra as mulheres dentre as dimensões apresentadas.
Reprodução/Relatório PNUD – 12/06/23
Da esquerda para a direita — As colunas em cinza representam as porcentagens do total de participantes, de homens e de mulheres. Em roxo estão as áreas em que os preconceitos são identificados: política, educação, economia e integridade física.
Os piores indicadores são em relação à integridade física. Os quesitos avaliados compreendem a violência íntima e o direito à decisão de ter ou não filhos.
O preconceito na esfera da integridade se apresentou ainda maior entre as mulheres que participaram da pesquisa: enquanto elas atingem 75,79%, os homens chegam a 75,56%.
Dos entrevistados, 25% acham que é justificável um homem agredir sua mulher.
Na política, 39,91% pensam que mulheres não são tão boas em cargos políticos quanto os homens.
Na economia, 31% acreditam que os homens são melhores nos negócios do que as mulheres.
A educação apresentou o menor indicador de preconceito, com somente 9,59% dos entrevistados que pensam que os estudos são mais importantes para os homens do que para as mulheres.
Segundo o PNUD, “normas sociais que prejudicam os direitos das mulheres também são prejudiciais para a sociedade de forma mais ampla, prejudicando a expansão do desenvolvimento humano. Na verdade, a falta de progresso nas normas sociais de gênero está ocorrendo em meio a uma crise de desenvolvimento humano: o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) global diminuiu em 2020 pela primeira vez na história – e novamente no ano seguinte. Todos têm a ganhar ao garantir liberdade e autonomia para as mulheres”. A declaração é de Pedro Conceição, chefe do Escritório do Relatório de Desenvolvimento Humano do PNUD global.
Apesar do alto índice de discriminação, o Brasil apresentou melhora neste cenário. Em outro estudo realizado em 2012, somente 10,2% das pessoas declararam não ter quaisquer preconceitos contra as mulheres. Na pesquisa deste ano, o número cresceu para 15,5%.
Parceria de agricultor para agricultor marca atuação da AMAGGI no campo
Relações que atravessam décadas, unem gerações e fortalecem o agronegócio mostram como confiança, proximidade e compromisso ajudam a construir parcerias duradouras
📅 28 de julho de 2026
🌾 Dia do Agricultor
✍️ Da Redação
Há parcerias que começam com uma safra. Outras atravessam décadas, passam de pais para filhos e fazem parte da história de famílias inteiras. Na AMAGGI, é assim que muitas relações com produtores rurais foram construídas ao longo de quase 50 anos: com proximidade, confiança e a certeza de que é possível crescer juntos.
Neste Dia do Agricultor, celebrado em 28 de julho, a AMAGGI homenageia os homens e mulheres que fazem da terra seu trabalho e seu legado. Como uma empresa agricultora em sua essência, reconhece os desafios, as conquistas e a dedicação de quem vive o campo todos os dias.
Para Marcos Basso, cliente da AMAGGI há 40 anos, a proximidade, o respeito e a confiança são a base da parceria construída ao longo das décadas.
“Temos uma relação de credibilidade e reciprocidade com a AMAGGI. A empresa tem o DNA do agricultor e nos entende.”
— Marcos Basso, produtor rural – Itiquira/MT
Roberto Pio, gerente regional de Originação da AMAGGI e colaborador há 39 anos, destaca que o vínculo com os produtores reflete uma relação de confiança construída ao longo do tempo.
“Temos parcerias que começaram há muito tempo e que hoje seguem com os filhos e netos de produtores que confiam na AMAGGI. Honramos nossos compromissos, e o agricultor sabe que pode contar com a gente.”
— Roberto Pio, gerente regional de Originação – AMAGGI
Segundo Marcelo Machado, diretor de Originação e Insumos da AMAGGI, o diferencial da companhia está em compreender de perto a realidade do produtor rural.
“Somos agricultores e entendemos as dores dos nossos clientes. Essa proximidade vem de estarmos também no campo, com equipes presentes em diferentes regiões do Brasil.”
— Marcelo Machado, diretor de Originação e Insumos – AMAGGI
Ao longo dos anos, a relação da AMAGGI com os produtores acompanhou as transformações do agronegócio, mantendo a proximidade como essência. Um exemplo é o Amaggi On, plataforma de comércio eletrônico que completa três anos em julho e oferece soluções digitais com conveniência, agilidade e a credibilidade dos serviços da companhia.
Pela plataforma, os produtores têm acesso a um portfólio de insumos como defensivos agrícolas, fertilizantes e sementes de soja e milho, com a segurança de contar com uma empresa que conhece a realidade do campo.
🗺️ Estados atendidos pelo Amaggi On
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📹 AMAGGI
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