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Zoetis apresenta crescimento de 10% na receita do primeiro trimestre de 2024

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A Zoetis, empresa global líder em saúde animal, anunciou um crescimento significativo no primeiro trimestre de 2024, com a receita totalizando US$ 2,2 bilhões, um aumento de 10% em relação ao mesmo período do ano passado. O lucro líquido também subiu 9%, alcançando US$ 539 milhões. No mercado brasileiro, a receita chegou a US$ 101 milhões, representando um crescimento operacional de 13% comparado ao primeiro trimestre de 2023.

A CEO da Zoetis, Kristin Peck, atribuiu esse desempenho ao sucesso da empresa nos Estados Unidos, onde a receita cresceu 16%, e ao crescimento operacional internacional de 8%. “Nosso portfólio de animais de companhia registrou um crescimento operacional impressionante de 20%, impulsionado por nossas franquias inovadoras em parasiticidas para animais de estimação, tratamentos para dor por osteoartrite e dermatologia”, explicou Peck.

A liderança da Zoetis em inovação científica é um dos pilares de seu sucesso contínuo. “Nossos avanços científicos nos tornaram parceiros confiáveis para nossos clientes, e continuaremos a investir no talento, no pipeline e nas capacidades que apoiarão nosso crescimento futuro”, acrescentou a CEO.

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Em resposta aos resultados do primeiro trimestre, a Zoetis revisou suas metas para 2024, agora projetando uma receita entre US$ 9,05 bilhões e US$ 9,2 bilhões, com um crescimento operacional estimado entre 8,5% e 10,5%. “Continuaremos a apresentar um forte crescimento em 2024, ao mesmo tempo em que investiremos no futuro”, afirmou Peck.

Esses resultados mostram a forte presença da Zoetis no mercado global de saúde animal e seu compromisso contínuo com a inovação e o crescimento sustentável. No Brasil, o desempenho positivo reflete o crescente interesse em produtos e soluções inovadoras para o setor veterinário, impulsionado pela alta demanda por cuidados com animais de companhia e bem-estar animal.

Com esses resultados, a Zoetis se consolida como uma das principais referências em saúde animal, demonstrando a importância do investimento contínuo em pesquisa e desenvolvimento para manter-se à frente no mercado. Os investidores e stakeholders da empresa podem esperar um ano de crescimento consistente e avanços significativos na indústria de saúde animal.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Raízen reduz moagem de cana em quase 10% na safra 2025/26, mas amplia produção de açúcar e etanol de segunda geração

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A Raízen, uma das maiores produtoras de açúcar, etanol e bioenergia do mundo, encerrou a safra 2025/26 (abril de 2025 a março de 2026) com uma moagem de 70,5 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, volume 9,8% inferior ao registrado no ciclo anterior, quando foram processadas 78,2 milhões de toneladas.

Segundo a companhia, o desempenho foi impactado principalmente pelas condições climáticas adversas ao longo da safra, que reduziram a disponibilidade de matéria-prima e afetaram a produtividade agrícola dos canaviais. Além dos efeitos do clima, decisões estratégicas relacionadas à otimização dos ativos industriais também contribuíram para a retração do volume processado.

Clima reduziu oferta de cana

Em comunicado ao mercado, a Raízen informou que a principal razão para a queda da moagem foi o impacto das condições climáticas registradas durante o ano-safra.

A empresa estima que a menor produtividade agrícola provocou uma redução de aproximadamente 900 mil toneladas de cana disponível para processamento, refletindo os desafios enfrentados pelos canaviais em diferentes regiões produtoras.

A menor oferta de matéria-prima confirma os efeitos das adversidades climáticas sobre o setor sucroenergético brasileiro, que também atingiram outros produtores ao longo da temporada.

Estratégia operacional também reduziu o volume processado

Além do clima, a Raízen destacou que parte da redução da moagem decorreu de decisões estratégicas voltadas à otimização do portfólio de ativos.

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Entre as medidas adotadas estão:

  • venda de aproximadamente 2 milhões de toneladas de cana-de-açúcar;
  • hibernação da usina MB, paralisada desde novembro de 2024 e sem operação durante a safra 2025/26;
  • hibernação da usina Santa Elisa, que interrompeu as atividades em julho de 2025.

De acordo com a companhia, desconsiderando esses efeitos extraordinários, a moagem teria alcançado 69,2 milhões de toneladas, o que representaria uma retração mais moderada, de 3,9% em relação à safra anterior.

Mix priorizou açúcar para aumentar rentabilidade

Mesmo diante da menor moagem, a Raízen manteve sua estratégia de direcionar uma parcela maior da cana para a fabricação de açúcar, aproveitando as condições mais favoráveis do mercado internacional.

Na safra 2025/26, o mix de produção ficou em:

  • 53% destinado ao açúcar
  • 47% destinado ao etanol

No ciclo anterior, a divisão havia sido equilibrada, com 50% para açúcar e 50% para etanol.

Segundo a companhia, a alteração do mix acompanhou sua estratégia de maximização de rentabilidade, sustentada pelos preços previamente fixados para o açúcar e pela qualidade da matéria-prima disponível durante a safra.

Produção de etanol de segunda geração avança

Outro destaque apresentado pela empresa foi a evolução da produção de etanol de segunda geração (E2G).

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A Raízen informou que os volumes produzidos cresceram na comparação anual, impulsionados pela estabilização operacional das unidades de:

  • Bonfim;
  • Univalem;
  • Barra.

O desempenho dessas plantas reforça a estratégia da companhia de ampliar a produção de biocombustíveis de maior valor agregado, utilizando resíduos da cana-de-açúcar como matéria-prima e contribuindo para a expansão da oferta de combustíveis renováveis de baixa emissão de carbono.

Perspectivas para o setor sucroenergético

O resultado da safra 2025/26 evidencia os desafios enfrentados pelo setor sucroenergético brasileiro diante das oscilações climáticas, que vêm afetando a produtividade dos canaviais em diversas regiões do país.

Ao mesmo tempo, a decisão da Raízen de ampliar a participação do açúcar no mix de produção demonstra a busca por maior rentabilidade em um cenário de preços internacionais mais atrativos, enquanto os investimentos em etanol de segunda geração reforçam a estratégia de diversificação e fortalecimento da matriz de biocombustíveis.

Mesmo com a redução na moagem, a companhia mantém o foco na eficiência operacional, na otimização de ativos industriais e na expansão de tecnologias voltadas à produção de energia renovável, consolidando sua posição entre as principais empresas do agronegócio e do setor sucroenergético brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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