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Zoetis alcança receita de US$ 2,2 bilhões no primeiro trimestre de 2025, com crescimento sólido nos mercados globais e no Brasil

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A empresa registrou uma receita de US$ 2,2 bilhões, refletindo um crescimento operacional orgânico de 9%. A companhia também destacou o desempenho positivo em mercados chave, incluindo o Brasil, onde obteve um avanço de 6% em suas receitas. A seguir, confira os principais resultados e os fatores que impulsionaram o bom desempenho da Zoetis no período.

Crescimento sólido no primeiro trimestre de 2025

No primeiro trimestre de 2025, a Zoetis alcançou uma receita de US$ 2,2 bilhões, com um impressionante crescimento operacional orgânico de 9%, excluindo os efeitos cambiais e desinvestimentos. O lucro líquido reportado foi de US$ 631 milhões, representando um aumento de 5% em relação ao mesmo período de 2024. Já o lucro líquido ajustado atingiu US$ 662 milhões, com um crescimento orgânico de 6%.

Kristin Peck, CEO da Zoetis, comentou: “Os resultados do primeiro trimestre refletem o impacto positivo da demanda por nossos produtos inovadores e do nosso foco contínuo no atendimento às necessidades dos clientes. Esse desempenho sólido é um reflexo do comprometimento da nossa equipe e da excelência operacional, que nos permitiram registrar um crescimento orgânico de 9% na receita operacional”.

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Destaques nos produtos para animais de companhia

A Zoetis também destacou o bom desempenho de seus produtos para animais de companhia, que continuam a ser um motor importante para o crescimento da empresa. Entre os produtos que impulsionaram os resultados estão o Simparic®, Apoquel®, Cytopoint® e os anticorpos monoclonais Librela® e Solensia®. Estes produtos têm se destacado especialmente nos mercados dos Estados Unidos e Europa, garantindo resultados positivos e ampliando a presença da Zoetis nesses segmentos.

Desempenho no segmento de animais de produção

No segmento de animais de produção, a Zoetis apresentou resultados positivos, com destaque para o crescimento nos mercados emergentes. O Brasil se manteve como um dos líderes desse segmento, com desempenho forte nas áreas de saúde animal e vacinas. O aumento das vendas de vacinas para salmão em mercados estratégicos também contribuiu para o bom resultado global.

Resultados financeiros no Brasil

No Brasil, a Zoetis registrou receita de US$ 88 milhões no primeiro trimestre de 2025, com um crescimento operacional de 6% em comparação ao mesmo período do ano anterior. O crescimento foi impulsionado principalmente pela expansão de seu portfólio voltado para bovinos, que continua sendo um dos pilares fundamentais das operações da companhia no país. Esse desempenho reafirma o Brasil como um mercado de grande relevância para a Zoetis, especialmente no segmento de animais de produção.

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A Zoetis demonstrou no primeiro trimestre de 2025 que sua estratégia de inovação e foco no cliente continuam a gerar resultados positivos. Com crescimento robusto em diversos mercados, incluindo o Brasil, a empresa está bem posicionada para seguir com sua trajetória de sucesso, mantendo-se como referência no setor de saúde animal.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Produção de suínos cresce 50% e abre espaço para novos investimentos

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A suinocultura de Mato Grosso do Sul cresceu aproximadamente 50% nos últimos três anos e já alcança cerca de 3,6 milhões de animais abatidos por ano. A expansão, que coloca o Estado entre os principais polos emergentes da atividade no País, estará no centro das discussões do VIII Fórum de Desenvolvimento da Suinocultura de Mato Grosso do Sul, marcado para 17 de setembro, em Dourados (a cerca de 240km da capital, Campo Grande).

O avanço ocorre em uma região que até poucos anos atrás tinha participação bem menor na produção nacional de carne suína. Mato Grosso do Sul passou a ocupar a quinta posição no ranking brasileiro de abates, atrás de Estados com tradição muito mais antiga na atividade, como Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e Minas Gerais.

Parte dessa expansão está associada à disponibilidade de milho e soja, principais componentes da alimentação dos animais e responsáveis pela maior parcela do custo de produção. A proximidade entre as granjas e as regiões produtoras de grãos reduz distâncias no abastecimento de ração e cria condições para a instalação de novas unidades produtivas e industriais.

Outro fator é o crescimento do número de matrizes. Em 2026, mais de 111,5 mil matrizes já estavam cadastradas no Programa Leitão Vida, política estadual de incentivo à produção. Até o início de junho, 272 estabelecimentos participavam do programa.

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No mesmo período, 1,63 milhão de suínos haviam sido abatidos dentro do programa e os incentivos concedidos aos produtores superavam R$ 45 milhões. A atividade também acumulou aproximadamente R$ 1,7 bilhão em cartas-consulta aprovadas pelo Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) nos últimos sete anos.

A política de incentivo passou ainda por mudanças. O novo protocolo do Leitão Vida ampliou as exigências relacionadas à biossegurança, bem-estar animal, rastreabilidade, sustentabilidade e utilização de tecnologias nas propriedades.

Dos 272 estabelecimentos participantes neste ano, 239 já haviam migrado para o novo sistema de conformidade. A intenção é atrelar parte dos incentivos não apenas ao volume produzido, mas também ao cumprimento de padrões técnicos, sanitários e ambientais.

Para o produtor, essa mudança ganha importância porque a expansão da atividade depende cada vez mais do acesso a mercados exigentes. Sanidade, rastreabilidade e biossegurança deixaram de ser apenas questões internas das granjas e passaram a influenciar diretamente a capacidade de frigoríficos e produtores alcançarem novos compradores.

Mato Grosso do Sul também ampliou sua estrutura industrial. Unidades instaladas no Estado vêm aumentando a capacidade de abate, movimento necessário para acompanhar o crescimento das granjas e evitar um desequilíbrio entre a oferta de animais e a capacidade de processamento.

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A expansão da suinocultura cria ainda uma demanda adicional para a agricultura estadual. Cada aumento no alojamento de animais significa maior consumo de milho e farelo de soja, estabelecendo uma relação direta entre o crescimento das granjas e o mercado regional de grãos.

Esse movimento pode ser especialmente importante para regiões com grande produção de milho segunda safra. A instalação de unidades de produção animal permite transformar parte do grão dentro do próprio Estado em proteína de maior valor agregado, reduzindo a necessidade de transportar toda a produção agrícola por longas distâncias até outros centros consumidores.

O crescimento, entretanto, exige investimentos elevados. Construção e modernização de granjas, climatização, tratamento de dejetos, biossegurança, armazenagem de ração e adequações ambientais aumentam a necessidade de capital e tornam a expansão dependente de planejamento financeiro e acesso ao crédito.

Consolidado como um dos principais encontros da suinocultura no Centro-Oeste, o Fórum ocorre justamente quando Mato Grosso do Sul tenta transformar o forte crescimento dos últimos anos em uma cadeia maior, mais tecnificada e com maior participação nos mercados nacional e internacional.

Serviço

VIII Fórum de Desenvolvimento da Suinocultura de Mato Grosso do Sul
Data: 17 de setembro de 2026
Horário: 7h às 18h
Local: Unigran – Dourados (MS)

Fonte: Pensar Agro

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