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YANMAR aposta na agricultura familiar e amplia presença na Agrishow 2025 com foco em tecnologia acessível

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Estratégia de crescimento com foco em nichos e agricultura familiar

Responsável por aproximadamente 20% do volume total de negócios realizados no primeiro semestre, a Agrishow 2025 se apresenta como um evento fundamental para a YANMAR. A empresa, que tem como pilar a acessibilidade tecnológica e a mecanização no campo, ampliará sua presença no evento deste ano, com um estande que passará de 1.200 m² para 1.800 m². O aumento na área de exposição reflete um investimento quase duas vezes maior em relação à edição anterior, com a expectativa de um crescimento de 11% nas vendas e 12% no faturamento, em comparação com o desempenho da feira passada.

Mecanização como ferramenta de produtividade para o pequeno produtor

Com o objetivo de ampliar sua atuação nos segmentos de mercado onde a mecanização ainda é limitada, mas com alto potencial de retorno, a YANMAR aposta no crescimento da agricultura familiar. A marca terá, entre seus principais lançamentos, uma plataforma exclusiva para a colheita de milho, desenvolvida para aprimorar a produtividade da colheitadeira da marca, a única da classe 2 no Brasil. O grande diferencial dessa plataforma é sua capacidade de colher milho em qualquer direção e espaçamento, sem a necessidade de alinhar com as linhas de plantio. Esse avanço visa atender às demandas do pequeno produtor, reduzindo perdas durante a colheita e aumentando a eficiência operacional.

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Soluções adaptadas para hortifrúti e pequenos produtores

Outro destaque no portfólio da YANMAR é a enxada rotativa fixa encanteiradora, desenvolvida para produtores de hortifrutis e outras culturas que demandam canteiros bem formados. O equipamento oferece a redução de operações manuais e retrabalhos, proporcionando um retorno rápido sobre o investimento. Além disso, a solução foi projetada com foco no público da agricultura familiar, atuando especialmente em regiões onde a agricultura familiar tem forte presença.

Tecnologia acessível e inovação no campo

A YANMAR também apresenta um avanço tecnológico com o sistema exclusivo de telemetria YANMAR Protection, destinado à linha Solis de tratores. Pensado especialmente para regiões com baixa conectividade, o sistema oferece geolocalização em tempo real, alertas automáticos de manutenção e desligamento preventivo do motor, democratizando o acesso à tecnologia no campo. A empresa reforça sua missão de proporcionar soluções adaptadas à realidade dos pequenos produtores brasileiros.

Expansão nas regiões com alto potencial produtivo

Segundo Anderson Oliveira, gerente Comercial da YANMAR South America, a empresa busca expandir sua presença em regiões como o Norte de Minas e o interior da Bahia, onde a mecanização ainda é escassa, mas há um grande potencial produtivo. “A Agrishow é o momento ideal para mostrar que a tecnologia acessível também é estratégica para a agricultura familiar”, destaca Oliveira.

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Crescimento constante nas últimas edições da Agrishow

Nos últimos quatro anos, de 2022 a 2024, a YANMAR registrou um crescimento acumulado de 24% nas edições anteriores da Agrishow. A empresa tem ampliado seu portfólio de máquinas e soluções compactas, atendendo principalmente ao pequeno produtor. Oliveira ressalta a importância de incentivo e crédito para que os pequenos produtores possam investir em mecanização, um fator crucial para a viabilidade econômica de suas propriedades.

Com sua estratégia voltada para o crescimento sustentável da agricultura familiar, a YANMAR continua a solidificar sua posição como uma das principais fornecedoras de soluções de mecanização no mercado agrícola brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Custo oculto do trator pode consumir parte da renda da safra

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Com as máquinas no campo para o plantio da safra 2026/27, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) chama a atenção para um custo que nem sempre aparece nas contas da propriedade. Além do diesel, o cálculo da hora trabalhada pelo trator deve incluir depreciação, manutenção, seguro, mão de obra e o capital investido no equipamento.

A metodologia da Conab e estudos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) consideram despesas fixas e variáveis para determinar o custo da hora-máquina. Quando parte desses gastos é ignorada, o trator pode parecer econômico mesmo reduzindo a margem da atividade.

O impacto é maior quando o equipamento trabalha poucas horas por ano. Depreciação, seguro e capital imobilizado continuam pesando sobre a propriedade, mas passam a ser divididos por um período menor de utilização. A conta ajuda a decidir entre manter ou trocar a máquina, compartilhá-la com vizinhos ou contratar o serviço.

A depreciação corresponde à perda de valor durante a vida útil. Em uma simulação, um trator comprado por R$ 200 mil e vendido dez anos depois por R$ 80 mil terá perdido R$ 120 mil, o equivalente a R$ 12 mil por ano.

Com 500 horas anuais de trabalho, a depreciação será de R$ 24 por hora. Se o uso cair para 250 horas, o valor subirá para R$ 48 por hora. A diferença mostra por que a ociosidade pode tornar uma máquina cara mesmo sem aumentar o consumo de combustível.

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O diesel é calculado pela multiplicação do consumo horário pelo preço do litro. Um trator que utiliza oito litros por hora, com combustível a R$ 6, terá uma despesa de R$ 48 por hora.

Na simulação, ao acrescentar R$ 28 referentes à manutenção e ao operador, os custos variáveis chegam a R$ 76 por hora. Somados aos R$ 24 da depreciação, o resultado é de R$ 100. O cálculo simplificado ainda não inclui seguro, juros, lubrificantes e o custo do capital próprio.

Cada produtor deve substituir os valores do exemplo pelos números da propriedade. Preço de compra, possível valor de revenda, vida útil, horas trabalhadas, consumo de combustível e histórico de manutenção alteram o resultado.

O horímetro do painel é a referência mais segura para medir o uso. A marcação pode ser registrada antes e depois de cada operação ou no fechamento do mês. Notas fiscais e ordens de serviço também ajudam a calcular os gastos reais com peças, pneus e oficina.

Com o custo apurado, é possível compará-lo com o preço cobrado por prestadores da região. A terceirização tende a ser mais vantajosa quando o trator permanece parado durante grande parte do ano, desde que o serviço esteja disponível dentro da janela adequada. Um atraso no plantio, na pulverização ou na colheita pode gerar perda superior à economia obtida.

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Compartilhar a máquina ou prestar serviços a propriedades vizinhas também pode aumentar o número de horas trabalhadas e diluir os custos fixos. Já a compra de um equipamento novo só se justifica quando a economia operacional e o ganho de capacidade compensam o investimento.

Regulagem e condução completam a conta. Pressão inadequada dos pneus, excesso de lastro e incompatibilidade entre trator e implemento aumentam a patinagem, o consumo e o desgaste. A manutenção preventiva, por sua vez, reduz o risco de paralisações nos períodos mais importantes da safra.

O cálculo deve ser atualizado quando houver mudanças relevantes no preço do diesel, nos juros, nos salários ou nas despesas de manutenção. A calculadora oferece uma estimativa para orientar a decisão, mas o resultado mais confiável depende dos registros financeiros e operacionais da própria fazenda.

Serviço

A metodologia utilizada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), com os critérios para o cálculo dos custos de máquinas agrícolas, pode ser consultada clicando aqui.

Fonte: Pensar Agro

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