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Workshop em Rio Verde Promove Fertilizantes Organominerais: A Combinação de Produtividade e Sustentabilidade

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No dia 18 de julho, Rio Verde, GO, será palco de um evento crucial para o setor agropecuário: o Workshop sobre Fertilizantes Organominerais, que terá como tema central a união entre produtividade e sustentabilidade. A palestra principal será conduzida por Regina Maria Quintão Lana, pós-doutora em Fertilidade e Nutrição Vegetal, amplamente reconhecida por suas contribuições e pesquisas na área.

Durante sua apresentação, Regina Lana abordará os avanços e os benefícios do uso de fertilizantes organominerais. Com sua vasta experiência, ela mostrará como esses fertilizantes podem ser uma solução eficaz para aumentar a produtividade das lavouras de forma sustentável.

Este workshop representa uma oportunidade ímpar para produtores rurais e consultores conhecerem as melhores práticas e inovações no uso de fertilizantes organominerais, promovendo uma agricultura mais eficiente e produtiva.

Vantagens dos Fertilizantes Organominerais

Os fertilizantes organominerais são uma combinação das propriedades dos fertilizantes minerais e orgânicos, oferecendo diversos benefícios, como a liberação gradual dos nutrientes, maior eficiência na utilização dos recursos e menor impacto ambiental. Estudos indicam que esses fertilizantes podem reduzir entre 20% e 30% a necessidade de fertilizantes químicos convencionais, contribuindo para a mitigação de impactos ambientais e gerando economia para o produtor rural.

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O evento, direcionado a produtores e consultores, terá início às 9 horas da manhã no Le Petit Eventos. A organização é da Organic Brazil, uma empresa sediada em Rio Verde, uma das regiões mais significativas para a agricultura brasileira, reconhecida pela adoção de tecnologias avançadas em seus cultivos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

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O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

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Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

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Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

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