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Volume de açúcar programado para embarque nos portos segue próximo de 7 mi t

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O total de navios que aguarda para embarcar açúcar nos portos brasileiros estava em 141 na semana encerrada em 25 de outubro, ante 142 na semana anterior (18) semana anterior, de acordo com levantamento realizado pela agência marítima Williams Brasil. Conforme o relatório, foi agendado carregamento de 6,727 milhões de toneladas de açúcar, ante 7,076 milhões na semana anterior.

Pelo Porto de Santos (SP) deve ser carregada a maior parte (5,448 milhões de toneladas). Depois aparecem o porto de Paranaguá, no Paraná (945.843 toneladas), Maceió, nas Alagoas (204 mil toneladas), São Sebastião, em São Paulo (36,5 mil toneladas), Recife, em Pernambuco (78.000 toneladas) e Suape, também em Pernambuco (15.000 toneladas).

A carga de açúcar a ser exportada consiste da variedade VHP (6,553 milhões de toneladas), TBI (131.500 toneladas), e VHP em sacas (equivalente a 43 mil toneladas).

O relatório da agência leva em conta as embarcações já ancoradas, as que estão em largo esperando atracação e ainda as com previsão de chegada até o dia 30 de dezembro.

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Produção de açúcar e etanol

A produção de açúcar totalizou 2,25 milhões de toneladas na primeira metade de outubro, conforme relatório da União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Unica). Na comparação com as 1,84 milhão de toneladas produzidas no mesmo período de 2022, o volume produzido na primeira metade de outubro cresceu 22%. No acumulado desde 1o de abril, a fabricação do adoçante totaliza 34,86 milhões de toneladas, contra 28,19 milhões de toneladas do ciclo anterior (+23,65%).

Nos quinze dias iniciais de outubro, 1,77 bilhão de litros (27,82%) de etanol foram fabricados pelas unidades do Centro-Sul. Do volume total produzido, o etanol hidratado alcançou 1,04 bilhão de litros (+54,12%), enquanto a produção de etanol anidro totalizou 729,94 milhões de litros (+2,76%). No acumulado desde o início do atual ciclo agrícola até 16 de outubro, a fabricação do biocombustível totaliza 25,21 bilhões de litros (+10,00%), sendo 14,86 bilhões de etanol hidratado (+8,97%) e 10,35 bilhões de anidro (+11,53%).

Da produção total de etanol registrada na primeira quinzena de outubro, 16% foram provenientes do milho, cuja produção foi de 282,22 milhões de litros neste ano, contra 174,74 milhões de litros no mesmo período do ciclo 22/23 – aumento de 61,51%. No acumulado desde o início da safra, a produção de etanol de milho atingiu 3,27 bilhões de litros – avanço de 45,50% na comparação com igual período do ano passado.

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Fonte: Agência SAFRAS

Fonte: Portal do Agronegócio

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Produção de biodiesel cresce em Mato Grosso e estado já responde por 26% do volume nacional

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Mato Grosso lidera expansão do biodiesel no Brasil

A produção de biodiesel em Mato Grosso registrou forte crescimento em março e consolidou o estado como principal polo do biocombustível no país. Segundo dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgados nesta semana, o estado foi responsável por 26% de toda a produção nacional no período.

As usinas mato-grossenses produziram 228,36 mil metros cúbicos (m³) de biodiesel, dentro de um volume nacional de 893,60 mil m³, configurando o maior patamar da série histórica estadual. O resultado representa um avanço de 16,90% em relação a fevereiro.

Mistura obrigatória de biodiesel sustenta demanda

O crescimento da produção está diretamente ligado ao aumento da demanda interna, impulsionada pela política energética nacional. Desde agosto do ano passado, o Brasil adota a mistura obrigatória de 15% de biodiesel ao diesel (B15).

De acordo com o coordenador de Inteligência de Mercado Agro do Imea, Rodrigo Silva, esse fator tem sido determinante para o avanço da indústria no estado.

“A elevação da mistura obrigatória e a demanda mais aquecida pelo biodiesel contribuíram para esse aumento na produção”, afirma o especialista.

Segundo ele, o movimento reflete a adaptação das usinas à nova dinâmica de consumo de combustíveis no país, sustentando o crescimento recente do setor.

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Óleo de soja segue como principal matéria-prima

O boletim também aponta que o óleo de soja continua sendo o principal insumo utilizado na produção de biodiesel em Mato Grosso, com participação de 84% no total, apesar de leve recuo em relação ao mês anterior.

O protagonismo do insumo reforça a forte integração entre as cadeias de grãos e biocombustíveis, especialmente em um estado que lidera a produção nacional de soja.

Imea revisa projeções para algodão, milho e pecuária

Além do biodiesel, o relatório do Imea trouxe atualizações importantes para outras cadeias do agronegócio em Mato Grosso.

Algodão tem ajuste na área, mas mantém produção robusta

A área plantada de algodão para a safra 2025/26 foi revisada para 1,38 milhão de hectares, indicando leve redução frente à estimativa anterior. Em contrapartida, a produtividade foi ajustada para 297,69 arrobas por hectare.

Com isso, a produção total está projetada em 6,14 milhões de toneladas de algodão em caroço, mantendo o estado como líder nacional na cultura.

Milho tem produtividade revisada para cima

No caso do milho, o Imea manteve a área da safra 2025/26 em 7,39 milhões de hectares, mas revisou a produtividade para 118,78 sacas por hectare.

A nova estimativa elevou a produção para 52,66 milhões de toneladas, refletindo condições climáticas favoráveis em parte das lavouras, impulsionadas pelo bom regime de chuvas.

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Boi gordo sobe com oferta restrita

No mercado pecuário, o preço do boi gordo apresentou alta em abril. A arroba em Mato Grosso atingiu média de R$ 350,11, sustentada pela oferta reduzida de animais para abate.

O cenário contribuiu para a diminuição do diferencial de preços em relação a São Paulo, onde a média foi de R$ 367,57 por arroba.

Suínos recuam com menor demanda interna

Em contraste, o mercado de suínos registrou queda nas cotações. O preço pago ao produtor mato-grossense ficou em R$ 5,96 por quilo em abril, pressionado pela redução da demanda doméstica.

Segundo o Imea, o enfraquecimento do consumo elevou a oferta de animais e carne no mercado, impactando negativamente os preços.

Cenário reforça protagonismo do agro mato-grossense

Os dados mais recentes confirmam o papel estratégico de Mato Grosso no agronegócio brasileiro, tanto na produção de biocombustíveis quanto nas cadeias de grãos e proteínas animais.

Com a demanda por energia renovável em alta e condições favoráveis no campo, o estado segue ampliando sua participação nos mercados nacional e internacional, consolidando-se como um dos principais motores do agro no país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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