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VLI Abre 154 Vagas Operacionais em Minas Gerais e Espírito Santo

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A VLI, empresa de soluções logísticas que opera ferrovias, portos e terminais, está com 154 vagas abertas em sua área operacional nos estados de Minas Gerais e Espírito Santo, localizadas no Corredor Leste da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA). As oportunidades incluem 90 vagas para operador(a) de manobra, 46 para maquinista de manobra, 10 para operador(a) de pátio I e 8 para programador(a). Os interessados podem se inscrever até 13 de novembro na página de carreira da empresa.

Os novos colaboradores terão acesso a benefícios como vale-refeição e vale-alimentação, vale-transporte ou ônibus fretado (conforme a localização), assistência médica e odontológica, previdência complementar, participação nos lucros e resultados, plataforma de bem-estar Wellhub, desenvolvimento profissional pela Universidade Corporativa, cesta de Natal, auxílio-creche ou auxílio-babá e rede de descontos em estabelecimentos variados.

Segundo Tatiana Crepalde, supervisora de Atração e Seleção da VLI, a empresa valoriza a diversidade e o desenvolvimento profissional. “Todos aqui passam por uma jornada de aprendizado. Investimos no desenvolvimento de competências e contribuímos para o avanço econômico e social do país. Nosso ambiente é focado na segurança, na satisfação do cliente e na excelência nos resultados”, afirmou.

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Requisitos das Vagas
  • Operador(a) de Manobra
    • Ensino médio completo;
    • Disponibilidade para trabalhar em escala 4×4 e em regime de turno;
    • Residir em cidades como Ipatinga, Santa Bárbara, Conselheiro Lafaiete, Belo Oriente, Timóteo, Governador Valadares ou Nova Era, em Minas Gerais, ou João Neiva e Vitória, no Espírito Santo;
    • Conhecimento em operações ferroviárias é um diferencial.
  • Maquinista de Manobra
    • Ensino médio completo;
    • Conhecimento em operações ferroviárias e experiência na função de maquinista de pátio;
    • Disponibilidade para trabalhar em escala 4×4 e em regime de turno;
    • Residir ou ter disponibilidade de mudança para locais como Santa Bárbara, Conselheiro Lafaiete, João Monlevade, Belo Oriente, Timóteo, Governador Valadares ou Nova Era, em Minas Gerais, além de Cariacica e região, no Espírito Santo.
  • Operador(a) de Pátio
    • Ensino médio completo e conhecimento básico do Pacote Office;
    • Disponibilidade para trabalho em escala 4×4 e em regime de turno;
    • Residir em Cariacica, no Espírito Santo, ou Santa Bárbara ou Conselheiro Lafaiete, em Minas Gerais;
    • Conhecimento em operações ferroviárias é um diferencial.
  • Programador(a)
    • Conhecimento no ciclo logístico (carregamentos, descargas, circulação e operações ferroviárias);
    • Ensino médio completo e disponibilidade para escala 4×4 e em regime de turno;
    • Residir ou ter disponibilidade de mudança para Santa Bárbara, em Minas Gerais, Vitória e região, no Espírito Santo;
    • Diferenciais incluem experiência em torre de controle e formação em logística ou áreas relacionadas.
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Página de Carreira da Empresa

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Produtos bovinos brasileiros podem ganhar mais espaço no mercado japonês

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Estabelecimentos brasileiros registrados no Serviço de Inspeção Federal (SIF) que produzem produtos bovinos processados têm até as 18h desta segunda-feira (31.08) para manifestar interesse em participar da auditoria sanitária que o Japão realizará no Brasil e que poderá ampliar o acesso de produtos bovinos processados ao mercado japonês. A iniciativa ocorre em meio ao esforço brasileiro para aumentar a presença da pecuária nacional em um dos mercados de carne mais exigentes e valorizados do mundo.

A chamada foi aberta pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) para identificar estabelecimentos interessados e preparados para receber a missão japonesa. O trabalho será conduzido pelas autoridades sanitárias do Japão e deverá avaliar as condições brasileiras de produção e processamento.

A lista inclui produtos como carne bovina desidratada, conhecida internacionalmente como beef jerky, envoltórios bovinos submetidos a tratamento térmico e o chamado Prime Beef, produto elaborado a partir de colágeno bovino e extrato de carne.

O objetivo da auditoria é revisar o Programa de Verificação de Exportação (EVP, na sigla em inglês), conjunto de procedimentos que estabelece as condições que os estabelecimentos brasileiros precisam cumprir para vender determinados produtos ao Japão.

Na prática, uma avaliação favorável poderá permitir a inclusão de novos produtos e estabelecimentos brasileiros no comércio com o país asiático.

O prazo desta segunda-feira não significa, portanto, abertura automática do mercado. Ele representa uma etapa preparatória para a auditoria e para a negociação sanitária necessária antes da autorização das exportações.

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A movimentação ganha importância porque o Japão é fortemente dependente da importação de alimentos. Cerca de 60% das calorias consumidas pela população japonesa têm origem externa, ao mesmo tempo em que o país mantém padrões sanitários rigorosos para entrada de produtos agropecuários.

Na carne bovina, aproximadamente 70% do consumo japonês é abastecido por importações. Austrália e Estados Unidos estão entre os principais fornecedores, enquanto o Brasil ainda busca ampliar sua participação nesse mercado.

A abertura para a carne bovina brasileira in natura é uma negociação separada e muito mais ampla, que se arrasta há mais de duas décadas. Brasil e Japão decidiram acelerar as discussões e estabeleceram a realização de inspeções técnicas como uma das etapas necessárias para avançar na avaliação de risco.

Por isso, embora a auditoria relacionada ao prazo de segunda-feira seja destinada a produtos processados, o movimento ocorre dentro de uma aproximação sanitária e comercial mais abrangente entre os dois países.

Para a pecuária brasileira, conquistar espaço no Japão teria importância que vai além do volume vendido. O país asiático é considerado um mercado de elevado valor agregado e possui exigências sanitárias capazes de funcionar como referência para outros compradores.

A diversificação também ganhou importância neste segundo semestre. As exportações brasileiras de carne bovina chegaram a 1,97 milhão de toneladas entre janeiro e julho, crescimento de 9,9% em relação ao mesmo período do ano passado, mas o setor enfrenta mudanças nas condições de acesso a alguns de seus principais destinos.

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Nesse cenário, ampliar o número de compradores reduz a dependência de poucos mercados e aumenta as alternativas comerciais dos frigoríficos. O efeito pode chegar ao pecuarista por meio de maior disputa pela matéria-prima e da valorização de animais que atendam às exigências dos destinos mais remuneradores.

A abertura de um mercado, entretanto, não termina com a autorização sanitária. Frigoríficos precisam cumprir requisitos específicos de produção, processamento, rastreabilidade e certificação para serem habilitados a exportar.

É justamente esse processo que começa agora para os produtos incluídos na chamada. Os estabelecimentos interessados devem encaminhar a documentação por meio do Serviço de Inspeção Federal (SIF) e do respectivo Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sipoa), para que a manifestação chegue ao Mapa dentro do prazo.

Manifestações apresentadas depois das 18h desta segunda-feira não serão consideradas.

A auditoria japonesa será o passo seguinte. Se o resultado permitir a revisão das regras atuais, o Brasil poderá acrescentar novos produtos bovinos à pauta de exportações para o Japão enquanto continua negociando o objetivo de maior peso econômico para a pecuária nacional: a abertura do mercado japonês à carne bovina brasileira in natura.

Fonte: Pensar Agro

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