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Vittia lança novos inseticidas biológicos com cepas exclusivas e ação mais eficiente contra pragas agrícolas

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A Vittia, empresa brasileira especializada em defesa e nutrição de plantas, acaba de lançar dois novos inseticidas biológicos de alta performance: META-TURBO MAX® e BOVÉRIA-TURBO WP®. As novas formulações contam com cepas exclusivas desenvolvidas pela própria companhia, oferecendo maior virulência e eficácia no controle de pragas agrícolas, com foco em produtividade e sustentabilidade.

Tecnologia nacional e inovação contínua

Com mais de 50 anos de atuação, a Vittia se destaca pelo compromisso com inovação e excelência no campo. A empresa possui uma estrutura de biotecnologia totalmente verticalizada, permitindo controle completo da produção de seus biológicos — desde a bioprospecção de cepas até a formulação final e a comercialização dos produtos.

“Nos consolidamos como uma empresa que busca constantemente por inovação e excelência, sempre com foco no cuidado com as lavouras”, afirma Mírian Rabelo de Faria, Gerente de Desenvolvimento Técnico da Vittia.

Portfólio reforçado com novas versões de inseticidas

A companhia apresenta ao mercado versões atualizadas de dois produtos já existentes em seu portfólio, agora com cepas mais potentes e ação inovadora.

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META-TURBO MAX®

Formulado com o fungo Metarhizium anisopliae BV12, o inseticida conta com tecnologia em suspensão concentrada, obtida por fermentação líquida. Seus principais diferenciais incluem:

  • Alta virulência e eficácia comprovada;
  • Controle de pragas como Bicudo-da-cana, Lagarta-do-cartucho, Lagarta-falsa-medideira, Bicudo-do-algodoeiro, Percevejo-castanho e Bicho-mineiro-do-cafeeiro;
  • Preservação dos inimigos naturais das pragas;
  • Redução do risco de resistência.
BOVÉRIA-TURBO WP®

Este inseticida e acaricida microbiológico é formulado com o isolado BVF15 do fungo Beauveria bassiana. Sua formulação em pó molhável (WP) protege os esporos contra radiação UV e facilita a mistura em tanque. Entre os destaques:

  • Ação rápida: colonização dos insetos em até 72 horas;
  • Indicação para o controle de Mosca-branca, Broca-do-café, Bicudo-da-cana-de-açúcar e Cigarrinha-do-milho;
  • Alta compatibilidade com outras ferramentas de manejo;
  • Preservação dos inimigos naturais.
Compromisso com sustentabilidade e resultados no campo

Com esses lançamentos, a Vittia reforça sua atuação no desenvolvimento de soluções biológicas eficazes, sustentáveis e de alto desempenho. Os novos produtos são aliados importantes no Manejo Integrado de Pragas (MIP), ampliando o espectro de ação e garantindo maior segurança agronômica para o produtor.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Plano Brasil Soberano: Governo amplia crédito para fertilizantes

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Fabricantes de fertilizantes, produtores de matérias-primas intermediárias e mineradoras que abastecem o setor poderão contratar capital de giro pelo Plano Brasil Soberano. A mudança amplia o alcance do programa e procura dar fôlego financeiro a uma cadeia considerada estratégica para o agronegócio brasileiro.

Projetos industriais e tecnológicos ligados ao beneficiamento, refino e transformação de minerais críticos e estratégicos também terão acesso a recursos com custo reduzido. O encargo da fonte de financiamento caiu para 3% ao ano, ante percentuais que chegavam a 8% na aquisição de máquinas e equipamentos e a 6,5% em determinados investimentos.

A decisão foi tomada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em reunião extraordinária realizada no fim de agosto. O colegiado também prorrogou por 12 meses o prazo para apresentação dos pedidos de financiamento ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). As empresas elegíveis poderão protocolar as solicitações até 31 de dezembro de 2027.

Para o produtor rural, o efeito não será direto. As linhas são destinadas às empresas que produzem, processam ou fornecem insumos para a fabricação de adubos. O objetivo é melhorar as condições financeiras da indústria e reduzir riscos de interrupção no abastecimento do campo.

A inclusão do capital de giro atende a uma característica do setor. Muitas empresas precisam pagar antecipadamente pelas matérias-primas importadas, arcar com frete, armazenagem e processamento e somente depois receber pelas vendas realizadas aos produtores ou distribuidores.

Esse intervalo exige grande disponibilidade de caixa. Quando o crédito fica caro ou escasso, as empresas podem reduzir compras, estoques e produção. A consequência chega às propriedades na forma de menor oferta, dificuldade para programar entregas e maior exposição às oscilações de preços.

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Antes da mudança, as empresas da cadeia de fertilizantes podiam recorrer ao Plano Brasil Soberano principalmente para comprar máquinas ou executar projetos de investimento. Agora, os recursos também poderão financiar despesas necessárias ao funcionamento diário das operações.

A medida ganha importância porque o Brasil importa mais de 80% dos fertilizantes que utiliza. Essa dependência deixa a produção agrícola vulnerável ao câmbio, às cotações internacionais, aos custos marítimos e a conflitos capazes de interromper rotas ou restringir a oferta mundial.

O país responde por cerca de 8% do consumo global de fertilizantes e ocupa a quarta posição entre os maiores consumidores. Soja, milho e cana-de-açúcar representam mais de 73% da demanda nacional, o que transforma o insumo em um componente decisivo dos custos das principais cadeias agrícolas.

O crédito mais barato para minerais estratégicos procura estimular investimentos em etapas que ainda são pouco desenvolvidas no Brasil. O país possui reservas minerais importantes, mas parte do material extraído é exportada sem processamento ou não chega a ser transformada internamente nos produtos necessários à agricultura.

Ao apoiar o beneficiamento, o refino e a transformação dentro do país, o governo tenta ampliar a capacidade industrial e diminuir a dependência de produtos acabados vindos do exterior. O resultado, entretanto, dependerá da execução dos projetos, que podem exigir licenciamento, infraestrutura, tecnologia e vários anos até o início da produção.

O percentual de 3% ao ano não representa necessariamente a taxa final que será paga pelas empresas. Ele corresponde ao custo da fonte de recursos e já considera a remuneração do BNDES. Nas operações indiretas, realizadas por bancos credenciados, ainda podem existir encargos do agente financeiro e custos relacionados ao risco do tomador.

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Por isso, a medida também não garante uma queda imediata no preço do fertilizante vendido ao agricultor. As cotações continuarão sujeitas ao câmbio, aos preços internacionais, ao frete, à oferta mundial de nutrientes e à demanda no período de plantio.

O ganho mais provável no curto prazo é a melhora das condições para que fabricantes e fornecedores mantenham estoques e cumpram contratos. No longo prazo, se os investimentos aumentarem a produção e o processamento de matérias-primas no Brasil, o setor poderá reduzir a exposição a crises externas e ganhar maior previsibilidade.

O acesso às linhas será restrito aos segmentos definidos conjuntamente pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) e pelo Ministério da Fazenda. A relação de atividades autorizadas consta das portarias que regulamentam o Plano Brasil Soberano.

Criado para apoiar empresas afetadas pelo aumento das tarifas norte-americanas e pela instabilidade do comércio internacional, o programa passa a alcançar uma cadeia diretamente ligada à segurança produtiva do país. Para o campo, o efeito concreto será medido pela capacidade da política de ampliar a oferta interna, evitar falta de insumos e reduzir a dependência que hoje transforma qualquer crise internacional em custo adicional dentro da porteira.

Fonte: Pensar Agro

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