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Vinícola Aurora atinge marca histórica de 900 medalhas em competições nacionais e internacionais

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A Vinícola Aurora alcançou uma marca histórica ao somar 900 medalhas em concursos de vinhos, tanto nacionais quanto internacionais. A mais recente premiação ocorreu no Brazil Wine Challenge, único concurso internacional de vinhos no Brasil com a chancela da Organização Internacional do Vinho (OIV). Realizado em Bento Gonçalves na última semana, o evento rendeu nove medalhas à cooperativa, consolidando sua posição como a mais premiada do país. Entre os destaques está o vinho Santa Laura Gran Reserva Tannat 2022, produzido na unidade da Aurora no Uruguai, que conquistou o Gran Ouro, atribuído a vinhos que recebem mais de 93 pontos.

Além do Gran Ouro para o Santa Laura, a vinícola recebeu medalhas de Ouro para outros sete produtos. Cinco deles foram elaborados no Brasil: Aurora Espumante Branco Brut, Aurora Pinto Bandeira Espumante Extra Brut, Aurora Pinto Bandeira Chardonnay 2023, Conde de Foucauld Cabernet Sauvignon 2019 e Conde de Foucauld Branco Brut. Outros dois, Hornero Reserva Tannat 2022 e La Hacienda Gran Reserva Tannat 2022, foram produzidos no Uruguai.

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Nauro Morbini, gerente enológico da Vinícola Aurora, celebrou a conquista das 900 medalhas e enfatizou que o reconhecimento é fruto de um trabalho contínuo focado na qualidade em todas as etapas do processo de produção, desde o manejo das videiras até a vinificação. “Essas distinções nos enchem de orgulho e nos motivam a continuar trabalhando para oferecer o melhor em vinhos e espumantes, assim como em todas as bebidas que elaboramos. O reconhecimento nacional e internacional confirma que estamos no caminho certo”, afirmou Morbini.

Só em 2023, a Aurora obteve 40 distinções em importantes certames como Città del Vino, na Itália, Virtus, em Portugal, Citadelles du Vin, na França, e Sélections Mondiales des Vins, no Canadá. A linha de vinhos Gran Reserva foi a mais destacada, com quatro medalhas no ano. O espumante Aurora Moscatel é o rótulo mais premiado da história da marca, com 119 distinções em concursos nacionais e internacionais.

Preferência dos consumidores

A Cooperativa Vinícola Aurora, líder nacional no mercado de vinhos finos, sucos de uva integral e coolers, está presente em todos os 26 estados brasileiros e no Distrito Federal, além de exportar para 17 países. A marca oferece mais de 220 produtos, distribuídos em 13 linhas distintas, incluindo Aurora, Pequenas Partilhas, Casa de Bento, Gioia, Conde de Foucauld, Marcus James Reservado, Keep Cooler, Sangue de Boi, Country Wine, Maison de Ville, Saint Germain, Prestige e Brazilian Soul, esta última voltada para o mercado internacional.

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Anualmente, a cooperativa lança, em média, cinco novos produtos, além de novas safras de rótulos já consagrados. Em 2024, a Aurora já lançou o espumante Conde de Foucauld Moscatel e, no segundo semestre, prevê a introdução da linha zero álcool de Keep Cooler, com opções de uva branca e uva tinta, além de novos produtos na linha Aurora Zero Álcool. Também está previsto para este ano o lançamento do Espumante Extra Brut Aurora D.O. Altos de Pinto Bandeira Rosé.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Por que o milho das festas juninas está mais caro mesmo com safra recorde no Brasil? Entenda os fatores por trás do aumento

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O milho é o grande protagonista das festas juninas no Brasil, presente em receitas tradicionais como pamonha, canjica, curau, bolos e na espiga cozida vendida em barracas e quermesses. No entanto, o que chama atenção em 2026 é o contraste entre a abundância da produção agrícola e o preço elevado do alimento nas celebrações.

Mesmo com uma safra recorde, o consumidor final ainda paga caro pelo produto pronto, evidenciando que o valor do milho vai muito além da porteira.

Brasil registra safra recorde, mas preço do milho em grão recua no campo

De acordo com dados do IBGE, a produção brasileira de milho atingiu 141,7 milhões de toneladas em 2025, estabelecendo um novo recorde nacional. O cenário é de ampla oferta do cereal no mercado interno.

No campo, os preços seguem em trajetória de queda. Levantamentos do setor indicam que:

  • O milho em grão acumula queda superior a 4% em 12 meses
  • A saca do cereal registra desvalorização próxima de 10% em relação ao ano anterior

Apesar disso, essa redução não tem sido repassada ao consumidor final que compra o produto pronto nas festas juninas.

Espiga pode custar até R$ 15 em festas juninas pelo país

Enquanto o preço do grão recua, o valor da espiga cozida nas festas juninas segue elevado. Em diferentes regiões do país, os preços variam significativamente:

  • Boa Vista e Recife: cerca de R$ 5 por espiga
  • São Paulo (eventos estruturados): até R$ 15 por unidade
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A diferença evidencia que o custo do milho servido nas quermesses é influenciado por uma cadeia complexa de serviços, e não apenas pelo valor da matéria-prima.

Do campo à festa: cadeia de custos explica distorção de preços

A formação do preço do milho consumido nas festas juninas envolve uma série de etapas além da produção agrícola. Entre os principais fatores estão:

  • Transporte e logística
  • Combustível
  • Gás e carvão utilizados no preparo
  • Mão de obra temporária
  • Aluguel de espaços em eventos
  • Taxas e custos operacionais de festas e quermesses

Esses elementos acabam representando uma parcela significativa do valor final pago pelo consumidor, muitas vezes superior ao custo do próprio alimento.

Qualidade do milho começa no manejo da lavoura

Antes de chegar às festas, o milho depende diretamente das condições de produção no campo. Fatores como fertilidade do solo, disponibilidade de nutrientes e manejo agronômico adequado são determinantes para a qualidade da espiga.

A adubação correta influencia o desenvolvimento da planta, garantindo melhor enchimento de grãos, uniformidade e aparência comercial valorizada no mercado de alimentos.

O fornecimento equilibrado de nutrientes como nitrogênio, fósforo e potássio também impacta diretamente produtividade e qualidade do milho destinado ao consumo humano.

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Fertilidade do solo e tecnologia elevam valor agregado do milho

Segundo o CEO da GIROAgro, Leonardo Sodré, a boa safra não impacta apenas o volume produzido, mas também a necessidade de investimentos em tecnologia e manejo adequado.

“A perspectiva de uma boa safra é importante não apenas para garantir o abastecimento, mas também para estimular investimentos em tecnologia, inovação e desenvolvimento de soluções que aumentem a produtividade e a qualidade das lavouras”, destaca.

Ele ressalta ainda que, no milho destinado ao consumo humano, a fertilização adequada é essencial para garantir padrão comercial e valor agregado.

Milho segue como símbolo cultural e motor econômico das festas juninas

Muito além do campo, o milho ocupa papel central nas celebrações juninas em todo o país, especialmente em estados como Pernambuco, Paraíba, Bahia, Ceará, Rio Grande do Norte e São Paulo.

A cadeia produtiva envolvida nas festas movimenta produtores rurais, cooperativas, distribuidores, supermercados, comerciantes ambulantes, restaurantes e organizadores de eventos.

O resultado é um fenômeno econômico e cultural: mesmo com a queda no preço do grão, o valor final ao consumidor segue elevado, refletindo a complexidade da cadeia entre a produção agrícola e o consumo nas festas populares brasileiras.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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