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Vice-prefeita e primeira-dama celebram esporte e inclusão na abertura das Olimpíadas das APAEs 

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A cerimônia de abertura oficial da 23ª Olimpíada Estadual das APAEs, noite desta quarta-feira (9), no Hotel Fazenda Mato Grosso, foi marcada por emoção, homenagens e aclamação ao esporte e à inclusão.

O evento, organizado pela Federação das APAEs de Mato Grosso (FEAPAES-MT), contou com a presença da primeira-dama e vereadora Samantha Iris, da vice-prefeita e secretária de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência, coronel Vânia Rosa, e do secretário adjunto de Inclusão, Andrico Xavier.

Com uma calorosa mensagem de boas-vindas às 35 delegações participantes, compostas por cerca de 400 atletas com deficiência intelectual, múltipla e autismo, além de suas comissões técnicas, Samantha Iris destacou o valor do esporte como ferramenta de transformação social.

“Estar aqui, fazendo parte desse momento, nos permite enxergar de perto não só as necessidades, mas também as alegrias dos atletas ao participarem de um evento como esse. Incluir é isso: garantir espaço, dar voz e enxergar o potencial de cada um. O esporte une, transforma, valoriza. Bem-vindos a Cuiabá! Estamos aqui para somar e ajudar no que for preciso”, afirmou.

O entusiasmo também foi compartilhado pela vice-prefeita Vânia Rosa, que, em um discurso emocionado, incentivou os atletas a aproveitarem cada instante da competição: “Independentemente de ganharem ou não, o que realmente fica é a emoção, o registro, a vivência. Tirem muitas fotos, aproveitem o momento e se alegrem. Contem com a nossa gestão. Estamos aqui por amor”, declarou.

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Evandro Kommers, coordenador estadual de Educação Física, Desporto e Lazer da FEAPAES-MT, ressaltou a parceria com a Prefeitura de Cuiabá e reforçou a importância do evento, que marca o início da fase estadual das Olimpíadas.

“Teremos mais de 350 alunos competindo em dois dias de provas: bocha adaptada, tênis de mesa, natação, capoeira, futsal masculino e feminino, além de 27 modalidades dentro do atletismo. Esta é uma etapa fundamental do Movimento Apaeano, que cresce a cada ano em Mato Grosso. Agradecemos ao prefeito Abílio Brunini e ao secretário Jefferson, que estão cedendo o Complexo Dom Aquino para as competições. Sem esse apoio dos poderes públicos, seria impossível realizar um evento dessa magnitude”, afirmou.

O secretário adjunto de Inclusão, Andrico Xavier, também demonstrou emoção ao ver o envolvimento e a alegria dos participantes. Ele reforçou o compromisso da gestão municipal com a causa: “Eventos como este são essenciais para o crescimento do esporte inclusivo. Precisamos investir cada vez mais nesse movimento. O prefeito Abílio é um grande apoiador dessa iniciativa”, declarou.

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A programação da etapa estadual segue nesta quinta-feira (10), das 7h às 18h, no Complexo Poliesportivo Dom Aquino, com provas de atletismo e futsal (masculino e feminino). Na sexta-feira (11), das 7h às 11h, serão realizadas as competições de bocha, tênis de mesa, capoeira e natação, no Parque Aquático do Colégio São Gonçalo. Ao final da fase estadual, serão selecionados 76 atletas que representarão Mato Grosso na etapa nacional da Olimpíada, prevista para dezembro, em Brasília.

Também participaram da abertura o presidente da APAE Cuiabá, Leonardo Arruda; a presidente da FEAPAES-MT, Silvia Artal; e a homenageada com um buquê de flores, Cícera Araújo. A homenagem reconheceu sua luta, dedicação, coragem e trabalho à frente da APAE.

A cerimônia de abertura também contou com a presença de representantes do Governo do Estado, da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e de outros parceiros fundamentais para a realização do evento.

#PraCegoVer

A imagem mostra a foto da primeira-dama e vereadora Samantha Iris, a vice-prefeita e secretária de Assistência Social, coronel Vânia Rosa reunidas com atletas durante a cerimônia de abertura oficial da 23ª Olimpíada Estadual das APAEs.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Centro de inovação mira avanço da produção brasileira de azeite de oliva

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O Rio Grande do Sul, responsável por mais de 80% da produção brasileira de azeite de oliva, começou a estruturar um novo movimento para fortalecer tecnicamente a olivicultura nacional. A criação de um Centro de Referência em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Olivicultura pretende ampliar estudos sobre adaptação climática, produtividade e qualidade dos azeites produzidos no estado, em uma tentativa de reduzir a instabilidade causada pelas variações do clima e consolidar a cadeia produtiva no país.

A iniciativa reúne universidades, governo estadual e produtores rurais em uma parceria articulada pelo Instituto Brasileiro de Olivicultura. O protocolo foi assinado durante a Abertura Oficial da Colheita da Oliva, realizada em Triunfo, e envolve a participação da Universidade Federal de Santa Maria, Universidade Federal de Pelotas, Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre, além de secretarias estaduais ligadas à inovação e agricultura.

O projeto surge em um momento de expansão da olivicultura brasileira, mas também de crescente preocupação com os efeitos climáticos sobre a produção. O Rio Grande do Sul concentra praticamente toda a produção comercial de azeite extravirgem do país, porém enfrenta oscilações frequentes de safra provocadas por estiagens, excesso de chuva, geadas e variações térmicas durante períodos críticos do desenvolvimento das oliveiras.

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Nos últimos anos, o estado ganhou reconhecimento internacional pela qualidade dos azeites produzidos localmente. Marcas gaúchas acumulam premiações em concursos internacionais, especialmente pela qualidade sensorial dos azeites extravirgens produzidos em regiões da Campanha, Serra do Sudeste e fronteira oeste gaúcha. Apesar disso, o setor ainda busca estabilidade produtiva para consolidar escala comercial.

A proposta do novo centro é justamente aproximar ciência e produção rural. A estrutura deverá atuar em pesquisas voltadas à adaptação de cultivares ao clima gaúcho, manejo de olivais, controle fitossanitário, qualidade industrial, certificação de origem e desenvolvimento de tecnologias capazes de aumentar produtividade e reduzir perdas.

Segundo lideranças do setor, um dos principais gargalos da olivicultura brasileira ainda está dentro da porteira. A produção nacional de azeite continua pequena frente ao consumo interno, que depende majoritariamente de importações vindas de países como Portugal, Espanha e Argentina. O Brasil consome mais de 100 milhões de litros de azeite por ano, enquanto a produção nacional representa apenas uma fração desse volume.

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Fonte: Pensar Agro

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