AGRONEGÓCIO

Vias serão bloqueadas para obras de drenagem neste fim de semana

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Para dar continuidade às obras de drenagem da Bacia da Prainha, executadas pela concessionária Águas Cuiabá, haverá interdições na região central de Cuiabá neste fim de semana, sábado (11) e domingo (12). Os bloqueios ocorrerão na Rua Joaquim Murtinho com a Av. Generoso Ponce e na Av. Dom Bosco com a Rua 13 de Junho.

A interdição contará com apoio da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Segurança Pública, que disponibilizará agentes de trânsito nos locais para garantir a fluidez do tráfego e a segurança nas vias.

A previsão é de conclusão das obras nos trechos citados, podendo haver alterações devido às condições climáticas ou a interferências estruturais no subsolo.

A Prefeitura orienta os condutores a redobrarem a atenção, respeitarem a sinalização e manterem a cautela ao trafegar pela região.

Há rotas alternativas para minimizar os transtornos.

No caso da interdição na Av. Generoso Ponce com a Rua Joaquim Murtinho, o condutor que desejar acessar a Av. Getúlio Vargas pela Rua Joaquim Murtinho deverá seguir até a Av. Tenente-Coronel Duarte e realizar o retorno para acessar a via desejada.

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Já na interdição da Av. Dom Bosco com a Rua 13 de Junho, as rotas variam conforme o sentido:

Sentido Porto/Centro: para acessar a Av. Dom Bosco (em frente à Igreja do Bom Despacho), o condutor deverá seguir até a Av. Getúlio Vargas e retornar pela Rua Barão de Melgaço.

Sentido Centro/Porto: para acessar a Av. Dom Bosco, o condutor deverá seguir até a Av. XV de Novembro, acessar a Rua Régis Bittencourt, cruzar a Rua 13 de Junho, seguir até a Rua Joaquim Murtinho e acessar novamente a Av. Dom Bosco.

Em caso de dúvidas ou sugestões, os cidadãos podem entrar em contato pelo Fiscalizap da Semob.SegP, pelo número (65) 99235-6950.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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