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Veterinário destaca a importância do controle parasitário em bovinos

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Esses dois objetivos, contudo, são ameaçados pela presença de parasitas, como vermes e carrapatos. “Infestações parasitárias resultam em sérios prejuízos, tendo em vista o impacto negativo causado na saúde do gado”, explica o médico-veterinário Sérgio Kalil, Gerente de Marketing da Syntec do Brasil.

Os parasitas causam inúmeras perdas na bovinocultura, os vermes internos podem acometer órgãos vitais, levando à diminuição da absorção de nutrientes, que resulta em perda de peso do animal e diminuição da produção. Além disso, as verminoses podem atrasar o desenvolvimento corporal e ganho de peso dos animais. Já os parasitas externos, como carrapatos e moscas, causam estresse aos animais, que pode acarretar perda de peso e menor eficiência reprodutiva. Além disso, os carrapatos causam danos no couro do animal e podem transmitir doenças como a Tristeza Parasitária Bovina.

“Sejam vermes ou carrapatos, o fato é que os parasitas reduzem o desempenho do rebanho, diminuindo o ganho de peso. O prejuízo pode ser assustador, estudos mostram que o prejuízo pode chegar de 20 a 60 quilos por animal por ano”, alerta Kalil.

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Sérgio ressalta que a prevenção é a estratégia mais importante, inclusive porque o clima brasileiro é favorável à presença de carrapatos e vermes. “Entre os princípios ativos, a ivermectina se destaca no controle de uma variedade de parasitas internos e externos, vermes intestinais e nematoides. O uso desse ativo é consolidado no mercado e se utilizado de forma estratégica para o controle dos parasitas, é crucial para garantir a saúde e o bem-estar do gado e da produção eficiente.”

A Ivermectina é uma opção excelente por tratar-se de uma molécula eficaz, com característica lipofílica que possibilita liberação gradual do ativo no organismo do animal, baixa toxicidade e amplo espectro de ação. Ivermectinas de alta concentração possuem um maior período de ação no animal (e consequentemente, maior tempo de carência).

No entanto, Sérgio sinaliza que é fundamental seguir as recomendações de um médico-veterinário quanto às doses, manejo e calendário sanitário, para evitar a resistência dos parasitas aos medicamentos.

Para auxiliar os pecuaristas a vencer o desafio dos parasitas, a Syntec do Brasil disponibiliza dois antiparasitários. T@urus SR é poderoso para o controle dos parasitas internos e externos do rebanho, a base de ivermectina 3,5%. Sua tecnologia tixotrópica SR-MCT permite mais fluidez, mantendo a propriedade de liberação lenta e prolongada. Já o Synmectin® é um antiparasitário injetável de amplo espectro de ação, à base de ivermectina 1%, muito eficaz e importante solução para proteger os bovinos desses inimigos implacáveis.

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Fonte: Texto Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

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Produção avança no Maranhão e Piauí e reforça expansão agrícola do Matopiba

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A produção de grãos continua ganhando espaço no Matopiba. Maranhão e Piauí acrescentaram cerca de 43 mil hectares ao cultivo de soja na safra 2025/26 e já somam aproximadamente 2,72 milhões de hectares plantados com a oleaginosa. O avanço ocorre junto com o crescimento do milho de primeira safra, cuja área aumentou perto de 23% nos dois Estados.

Os dados são da terceira edição da série Mapas Agro, levantamento da Serasa Experian que compara as safras 2024/25 e 2025/26. Os números mostram que a expansão agrícola permanece concentrada em importantes polos de produção do Matopiba, região formada por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia.

O Piauí apresentou o maior crescimento da soja entre os Estados analisados. A área chegou a aproximadamente 1,1 milhão de hectares, 32 mil hectares a mais que no ciclo anterior.

O avanço fica ainda mais evidente quando observado em um período maior. Desde 2020/21, o cultivo de soja no Piauí cresceu 40,2%, com a incorporação de aproximadamente 320 mil hectares. Santa Filomena e Currais lideraram a expansão mais recente, com acréscimos de 8,6 mil e 8,3 mil hectares, respectivamente.

No Maranhão, a soja ocupa cerca de 1,62 milhão de hectares, aumento de aproximadamente 11 mil hectares em uma safra. Em seis ciclos, porém, a expansão acumulada chega a 51,2%, equivalente a cerca de 550 mil novos hectares. Mirador apresentou o maior avanço municipal na temporada, com aproximadamente 5,9 mil hectares adicionais.

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Somada à Bahia, onde levantamento anterior identificou 2,27 milhões de hectares, a soja cultivada nos três Estados se aproxima de 5 milhões de hectares. Os números reforçam o peso crescente do Nordeste na produção brasileira da oleaginosa.

O milho também acompanha esse movimento. Maranhão e Piauí alcançaram juntos 322.842 hectares de milho de primeira safra em 2025/26, crescimento próximo de 23% em relação ao ciclo anterior. O Piauí responde por 166.243 hectares e o Maranhão, por 156.599 hectares.

Municípios como Uruçuí e Baixa Grande do Ribeiro, no Piauí, e Balsas e Bom Jesus das Selvas, no Maranhão, aparecem entre as áreas de expansão do cereal.

O crescimento ganha importância diante dos investimentos na cadeia de etanol de milho na região. A instalação e expansão de unidades industriais tende a criar demanda mais próxima das áreas produtoras, ampliar as alternativas de comercialização do cereal e estimular investimentos em armazenagem, transporte e outros serviços ligados à produção.

O levantamento também mostra que a expansão não ocorre de maneira uniforme no País. Acre e Amazonas, que possuem participação ainda pequena no cultivo nacional, reduziram conjuntamente a área de soja em cerca de 4 mil hectares, para aproximadamente 28 mil hectares. Mesmo assim, a área cultivada nos dois Estados ainda acumula crescimento de 232,6% desde 2020/21.

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Além de medir a evolução das lavouras, o Mapas Agro cruza informações produtivas com indicadores territoriais e socioambientais. A presença de soja em imóveis com registros de desmatamento identificados pelo Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), também integra a análise.

O registro, por si só, não caracteriza desmatamento ilegal. A regularidade depende das condições e autorizações previstas na legislação ambiental, e a documentação é exigida nas operações sujeitas às regras do Manual de Crédito Rural.

Para o produtor, a consolidação de novas áreas de grãos tem efeitos que ultrapassam a porteira. O aumento da produção tende a elevar a demanda por armazenagem, transporte, insumos, crédito e seguro rural e, ao mesmo tempo, pode favorecer a chegada de indústrias consumidoras de soja e milho.

Os números de Maranhão e Piauí mostram, sobretudo, que o Matopiba continua ampliando sua participação no mapa agrícola brasileiro, com novos polos produtivos e maior diversificação das oportunidades de comercialização de grãos.

Fonte: Pensar Agro

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