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Veracel apresenta balanço de 2024 com ênfase em sustentabilidade, inovação e impacto social

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A Veracel Celulose encerra 2024 celebrando importantes marcos em suas áreas de atuação, destacando-se no campo da sustentabilidade, inovação, aumento de produtividade e apoio ao desenvolvimento regional. A empresa, com 33 anos de operações no extremo sul da Bahia, reafirma seu compromisso com a economia local e com a proteção ambiental, consolidando-se como um agente de transformação na região.

Em 2024, a Veracel foi reconhecida pela sétima vez consecutiva pela consultoria Great Place To Work (GPTW) como uma das melhores empresas para trabalhar no Brasil. Durante o ano, a empresa alcançou um aumento de 5% na produtividade florestal, resultado de um esforço contínuo pela otimização de processos e maior eficiência na produção de madeira, matéria-prima para a celulose. Este avanço foi possível sem a necessidade de expansão das áreas de plantio, o que reforça seu compromisso com a sustentabilidade.

A inovação também foi um dos pilares do ano. A Veracel implementou novas tecnologias de geoprocessamento para aprimorar a gestão das equipes florestais e expandiu suas ações de prevenção de incêndios com a instalação de mais uma torre de monitoramento, alcançando um total de 14 torres em operação. Além disso, a empresa inaugurou um viveiro de pesquisa dedicado ao melhoramento genético das plantações de eucalipto, reforçando sua competitividade no mercado.

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A contribuição da Veracel para a economia local também foi significativa em 2024. Durante a Parada Geral, um evento de manutenção programada de seus ativos, a empresa gerou aproximadamente R$ 10 milhões para a economia da região e criou 500 vagas temporárias de emprego.

No aspecto social, a Veracel ampliou suas iniciativas de apoio a comunidades locais, com destaque para a doação de 5,2 mil kits escolares para 34 aldeias indígenas e o patrocínio a festivais e eventos culturais. A empresa também intensificou seus projetos de apoio à agricultura familiar, beneficiando mais de 1.600 famílias em 35 comunidades, com ênfase no desenvolvimento da apicultura e na promoção de redes de negócios locais. A parceria com a Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) também avançou, com novos progressos no projeto que visa transformar uma planta nativa em óleos essenciais, criando novas fontes de renda para agricultores locais.

Na área ambiental, a Veracel se destacou com projetos de preservação e pesquisa. Em parceria com o Instituto Pró-Carnívoros e o ICMBio, monitorou a fauna nas áreas de proteção da empresa, enquanto o Centro de Reabilitação de Tartarugas Marinhas (CRTM), fundado pela Veracel, celebrou seu primeiro ano de operação com a reabilitação e devolução ao mar de 5 tartarugas.

A empresa também comemorou os 26 anos de sua Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Estação Veracel, a maior reserva privada de Mata Atlântica do Nordeste brasileiro, que se destaca em ações de conservação e educação ambiental, além de colaborar com programas de estudo internacionais e apoiar o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) na soltura de araras-vermelhas-grandes na região.

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A Veracel foi novamente reconhecida como uma das melhores empresas para trabalhar no Brasil pelo GPTW, destacando-se entre as 50 melhores indústrias do país. Esse reconhecimento é resultado de iniciativas voltadas para o bem-estar das equipes, promoção da diversidade e inclusão, e programas de capacitação e desenvolvimento profissional em parceria com instituições de ensino.

Caio Zanardo, diretor-presidente da Veracel, comentou sobre as conquistas do ano: “Estamos muito orgulhosos das conquistas que tivemos até aqui e seguiremos, cada vez mais, avançando em nossa jornada de inovação, cuidado com o meio ambiente e apoio ao desenvolvimento regional. A Veracel tem um papel fundamental na economia da Bahia, levando a celulose produzida no estado para o mundo e conectando a força da nossa indústria à sustentabilidade e às necessidades globais. Seguiremos firmes, com a mesma dedicação e empenho, buscando sempre melhorar e consolidar o legado que estamos construindo para um futuro mais sustentável e próspero para todos.”

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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E32 deve impulsionar demanda por etanol e fortalecer liderança do Brasil em bioenergia

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A elevação da mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina para 32% (E32) deve representar um novo avanço estratégico para o Brasil, com impactos relevantes sobre a demanda por biocombustíveis, a segurança energética e o compromisso ambiental. A medida deve ser analisada pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) no início de maio, segundo o Ministério de Minas e Energia.

A expectativa do setor é de um efeito imediato no mercado. A ampliação da mistura pode gerar um aumento de aproximadamente 850 milhões de litros por ano na demanda por etanol anidro, além de contribuir para a redução das importações de gasolina.

Medida chega em momento estratégico para o setor

O avanço do E32 ocorre em um período considerado crucial, marcado pela renovação dos contratos de fornecimento de etanol anidro para a nova safra. A definição traz maior previsibilidade ao mercado e contribui para o equilíbrio entre oferta e demanda.

Com a expectativa de crescimento na produção, especialmente impulsionada pela cana-de-açúcar e pelo etanol de milho, o setor projeta um acréscimo superior a 4 bilhões de litros na safra atual. Nesse contexto, o aumento da mistura surge como mecanismo importante para absorver esse volume adicional.

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Impacto direto na competitividade dos combustíveis

Outro efeito relevante da medida está na relação de competitividade entre os combustíveis. Com maior participação do etanol anidro na gasolina, há uma mudança na dinâmica de consumo, favorecendo também o etanol hidratado.

Esse movimento amplia a paridade econômica entre os combustíveis, que tende a superar a referência tradicional de 70%, tornando o etanol ainda mais atrativo ao consumidor final.

Avanço na agenda de descarbonização

Além dos efeitos econômicos, o E32 reforça o protagonismo do Brasil na transição energética global. O país já é referência internacional pelo elevado uso de biocombustíveis, tanto pela mistura obrigatória quanto pela ampla adoção de veículos flex fuel.

A proposta está alinhada às diretrizes do programa Combustível do Futuro, que prevê o aumento gradual da mistura de etanol na gasolina, podendo chegar a 35% (E35) nos próximos anos.

Mercado mais estável e novos investimentos

Com maior oferta de matéria-prima e aumento da demanda, a tendência é de um mercado mais equilibrado ao longo do ciclo produtivo. A expectativa inclui redução da volatilidade de preços, melhores condições ao consumidor e estímulo a novos investimentos no setor.

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O avanço também abre espaço para novas oportunidades na bioenergia, incluindo o desenvolvimento de combustíveis sustentáveis como o SAF (combustível sustentável de aviação) e o bio bunker, ampliando ainda mais o papel estratégico do Brasil no cenário energético global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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