AGRONEGÓCIO

Veja o que abre e fecha no feriado do Dia do Trabalhador em Cuiabá

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Em razão do Dia do Trabalhador, celebrado na quinta-feira (1º), os órgãos públicos vinculados a Prefeitura de Cuiabá não terão expediente. As atividades serão retomadas normalmente na sexta-feira (2), exceto nas escolas, pois, conforme definido em calendário escolar, não haverá aulas. Os feriados e pontos facultativos de 2025 fora definidos no decreto 10.775 publicado na Gazeta Municipal no dia 19 de dezembro de 2024

No feriado de 1º de maio, os atendimentos nas UPAS (Unidades de Pronto Atendimento) e Policlínicas estão mantidos, exceto em postos de saúde.

O Serviço de Atendimento de Urgência (Samu), o Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) e a Central Estadual de Transplante trabalham normalmente no feriado.

Também serão mantidas as atividades da defesa civil, fiscalização e orientação do trânsito.

Estarão fechados durante a quinta-feira o Centro de Reabilitação Integral Dom Aquino Correa (Cridac), o Centro Estadual de Odontologia para Pacientes Especiais (Ceope), o Centro Estadual de Referência em Média e Alta Complexidades (Cermac), o Hemocentro e a Farmácia Especializada de Alto Custo.

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O expediente destas unidades de saúde será retomado normalmente na sexta-feira (2), a partir das 8 horas.

O comércio de rua e lojas de shoppings não irão funcionar. Conforme a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Mato Grosso (Fecomércio-MT), a medida segue a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT).

As agências bancárias e casas lotéricas não abrem para atendimento ao público no Dia do Trabalhador.

Nos shoppings de Cuiabá, só as praças de alimentação irão funcionar no período das 11h às 22h.

Todas as unidades do Ganha Tempo estarão fechadas, retornando somente na sexta-feira (2).

#PraCegoVer

A matéria é ilustrada com a imagem do prédio do Palácio Alencastro, sede da Prefeitura de Cuiabá. O prédio tem tonalidades verde e branco e árvores com folhas verdes. Também é destacado o piso da Praça Alencastro, de tonalidade marrom clara.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

STF destrava Ferrogrão e Neri Geller projeta transformação da Baixada Cuiabana

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Avanço da Ferrogrão é visto como oportunidade estratégica para impulsionar a agroindustrialização, gerar empregos e fortalecer o desenvolvimento socioeconômico da Baixada Cuiabana
Avanço da Ferrogrão é visto como oportunidade estratégica para impulsionar a agroindustrialização, gerar empregos e fortalecer o desenvolvimento socioeconômico da Baixada Cuiabana

A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que autorizou a retomada dos estudos da Ferrogrão (EF-170) foi recebida como um marco estratégico para o futuro econômico de Mato Grosso. Para o ex-ministro da Agricultura Neri Geller, o avanço do projeto representa mais do que uma solução logística para o agronegócio: abre caminho para um novo ciclo de desenvolvimento regional baseado na industrialização, geração de empregos e integração econômica da Baixada Cuiabana.

Defensor histórico da ampliação da infraestrutura ferroviária no país, Neri avalia que Mato Grosso vive um momento decisivo de transformação econômica, em que logística, agroindústria e planejamento regional passam a caminhar juntos.

“A Ferrogrão representa uma mudança estrutural para Mato Grosso. Não estamos falando apenas de transporte de grãos, mas da construção de um ambiente econômico capaz de atrair indústrias, ampliar investimentos e gerar desenvolvimento sustentável para várias regiões do estado, especialmente a Baixada Cuiabana.”

O STF formou maioria para validar a constitucionalidade da Lei nº 13.452/2017, permitindo a continuidade dos estudos técnicos da ferrovia que ligará Sinop (MT) ao terminal de Miritituba (PA), consolidando um novo corredor de exportação pelo Arco Norte.

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Baixada Cuiabana pode viver novo ciclo econômico

Segundo Neri Geller, o fortalecimento da malha logística estadual tende a impactar diretamente a dinâmica econômica da Baixada Cuiabana, região que historicamente concentra importante papel político, administrativo e populacional no estado, mas que ainda possui enorme potencial de expansão industrial.

“O desenvolvimento de Mato Grosso precisa chegar de forma mais equilibrada às regiões. A Baixada Cuiabana possui localização estratégica, mão de obra, mercado consumidor e capacidade para receber agroindústrias ligadas ao processamento de alimentos, etanol de milho, biocombustíveis, armazenagem e logística.”

Para o ex-ministro, a melhoria da infraestrutura ferroviária cria um ambiente mais competitivo para atração de investimentos privados de médio e longo prazo.

“Quando o estado reduz custo logístico, melhora previsibilidade e amplia corredores de exportação, automaticamente cria segurança para novos investimentos industriais no. Isso gera emprego, renda e desenvolvimento social. É esse modelo que defendemos para a Baixada Cuiabana.”

Agroindustrialização como vetor de geração de empregos

Neri Geller também defende que Mato Grosso avance para uma nova etapa econômica baseada na agregação de valor da produção agropecuária dentro do próprio estado.

Hoje, Mato Grosso lidera a produção nacional de soja, milho e algodão, além de possuir forte participação na pecuária brasileira. Apesar disso, grande parte da produção ainda sai do estado in natura, sem processamento industrial local.

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“A riqueza produzida em Mato Grosso precisa permanecer mais dentro do estado. A agroindustrialização fortalece a economia regional, amplia arrecadação, gera empregos qualificados e melhora a distribuição do desenvolvimento.”

Segundo ele, a Baixada Cuiabana pode se transformar em um importante polo de processamento e distribuição ligado às novas rotas logísticas que vêm sendo estruturadas no estado.

Logística e desenvolvimento caminham juntos

O avanço da Ferrogrão ocorre em um momento em que Mato Grosso consolida diversos projetos estruturantes, como a Ferrovia Estadual, a FICO, a expansão da Ferronorte e novos corredores multimodais voltados ao Arco Norte.

Especialistas apontam que a integração entre ferrovias, rodovias e hidrovias será determinante para sustentar o crescimento da produção agropecuária nas próximas décadas.

“O futuro de Mato Grosso passa pela integração logística, pela industrialização e pela geração de oportunidades. Precisamos preparar o estado para os próximos 20 ou 30 anos. E a Baixada Cuiabana pode ser protagonista nesse novo ciclo econômico.

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