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Variações tímidas no mercado da soja em Chicago: Recuo após altas anteriores na sessão atual

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Nesta manhã de quarta-feira (27), o mercado da soja apresenta um recuo na Bolsa de Chicago, devolvendo parte dos ganhos registrados na sessão anterior. Por volta de 8h20 (horário de Brasília), as posições mais negociadas evidenciam perdas entre 2,75 e 4,50 pontos, com o contrato de janeiro cotado a US$ 13,10 e o de maio a US$ 13,23 por bushel. Os derivados, farelo e óleo, também registram leves quedas entre os contratos mais ativos.

O clima na América do Sul permanece como ponto central de atenção do mercado e continua sendo o principal impulsionador dos preços. Contudo, para que o mercado adquira uma direção mais definida, é necessário que ocorram desenvolvimentos significativos. Segundo analistas e consultores, enquanto isso não acontecer, os futuros devem manter uma trajetória lateral, caracterizada por oscilações.

As previsões indicam uma melhoria nas condições de chuva nos primeiros dias de 2024, embora não de forma totalmente generalizada. Até sexta-feira (29), conforme informações do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), as chuvas ainda serão escassas em grande parte do Centro-Norte do país, especialmente nas regiões Centro-Oeste e Nordeste. Além disso, as chuvas permanecerão acima da média para este período no Sul do país, com destaque para o Rio Grande do Sul, onde as temperaturas elevadas podem resultar em queda de granizo.

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No final de semana, os mapas indicam que as chuvas podem se intensificar em grande parte do Matopiba, além de partes de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais e São Paulo, com volumes adicionais chegando ao Rio Grande do Sul.

Paralelamente, as atenções do mercado estão voltadas para o clima na Argentina, o comportamento da demanda nos últimos dias do ano e os desdobramentos do cenário macroeconômico.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão do Brasil devem bater recorde em 2025/26 e reforçam liderança global no mercado internacional

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As exportações brasileiras de algodão devem encerrar o ciclo comercial 2025/2026 em nível recorde, com estimativa de aproximadamente 3,3 milhões de toneladas embarcadas, segundo projeções apresentadas durante a abertura do XXIII Anea Cotton Dinner, em reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Algodão e Derivados.

O desempenho reforça o protagonismo do Brasil no comércio internacional da fibra, com o país consolidado como principal exportador mundial de algodão, superando concorrentes tradicionais como os Estados Unidos. O resultado é sustentado pela forte demanda de mercados da Ásia, Europa e Oriente Médio.

Produção brasileira mantém crescimento e produtividade elevada

A safra 2025/2026 de algodão no Brasil deve alcançar cerca de 3,9 milhões de toneladas de pluma, cultivadas em aproximadamente 1,9 milhão de hectares, com produtividade média próxima de 1.954 quilos por hectare, de acordo com dados da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).

Para o ciclo 2026/2027, as primeiras estimativas indicam nova expansão, com produção projetada em 3,96 milhões de toneladas, reforçando a tendência de crescimento consistente da cultura no país.

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Brasil registra recordes de exportação e consolida liderança global

A Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea) destacou que o Brasil registrou recordes mensais de embarques em sete meses dentro do ciclo atual, mantendo ritmo forte de exportações e encerrando a temporada na liderança global do setor.

“O algodão brasileiro alcançou um novo patamar no mercado internacional. Tivemos sete meses de recorde de exportação, e junho deve seguir o mesmo ritmo. Hoje, o desafio já não é apenas produzir mais, mas garantir infraestrutura, competitividade e previsibilidade para sustentar esse crescimento”, afirmou o presidente da Anea, Dawid Wajs.

O avanço das exportações reflete não apenas o aumento da produção, mas também a consolidação da confiança internacional na qualidade da fibra brasileira.

Cenário global pode sustentar preços do algodão

No mercado internacional, o cenário de oferta e demanda segue apertado. A projeção aponta consumo global de aproximadamente 26,510 milhões de toneladas, acima da oferta estimada em 25,265 milhões de toneladas, o que pode contribuir para sustentar as cotações da fibra no mercado mundial.

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Mercado interno mais cauteloso e busca por qualidade

No Brasil, o mercado doméstico apresenta comportamento mais conservador. As fiações têm adotado postura cautelosa nas compras, priorizando qualidade da matéria-prima e reduzindo o apetite por contratos de longo prazo, especialmente em um ambiente de juros elevados.

Uso do algodão avança para além do setor têxtil

Durante as discussões do setor, também ganhou destaque a valorização das fibras naturais e a ampliação do uso do algodão em novas aplicações industriais. Além do vestuário, o produto vem sendo incorporado em segmentos como saúde, construção civil, defesa e materiais funcionais, ampliando seu potencial de inovação e agregação de valor na cadeia produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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