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Variação nos futuros do açúcar em NY; etanol sobe pelo 3º dia consecutivo

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Os contratos futuros do açúcar encerraram de maneira divergente na bolsa de Nova York nesta terça-feira (6), com elevação nas três telas de maior liquidez, declínio nos três vencimentos subsequentes e estabilidade nos contratos de longo prazo.

O lote março/24 do açúcar bruto, listado na ICE Futures, foi negociado a 23,56 centavos de dólar por libra-peso, registrando uma valorização de 3 pontos em comparação com o dia anterior. As duas telas subsequentes apresentaram aumento de 9 e 2 pontos, respectivamente. Em contrapartida, as telas outubro/24, março e maio/25 sofreram quedas de 2 a 4 pontos.

Em Londres, o açúcar branco listado na ICE Futures Europe fechou em alta em todos os lotes. O contrato março/24 foi negociado a US$ 651,70 a tonelada, representando um acréscimo de 5 dólares em relação aos preços de segunda-feira. A tela maio/24 teve uma valorização de 4,20 dólares, sendo contratada a US$ 641,50 a tonelada. Os demais contratos apresentaram aumentos entre 50 centavos e 2 dólares.

No mercado interno, o cenário foi de baixa pelo quarto dia consecutivo para o açúcar cristal medido pelo Indicador Cepea/Esalq, da USP. A saca de 50 quilos foi negociada pelas usinas a R$ 144,17, contra os R$ 144,57 praticados na segunda-feira, representando uma queda de 0,28%.

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Quanto ao etanol hidratado, registrou a terceira queda consecutiva pelo Indicador Diário Paulínia. O biocombustível foi negociado pelas usinas a R$ 2.278,00 o m³, contra os R$ 2.284,50 o m³ praticados na véspera, apresentando uma desvalorização de 0,28% entre os dias.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Feijão sobe no Brasil com oferta limitada e atraso na colheita no Paraná

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Os preços do feijão seguem firmes no mercado brasileiro neste início de maio, impulsionados pela menor oferta do grão e pelo atraso na colheita da segunda safra no Paraná, principal estado produtor do país. Segundo levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, as cotações do feijão carioca e do feijão preto avançaram nas principais regiões acompanhadas pelo centro de pesquisas.

De acordo com os pesquisadores, o desenvolvimento mais tardio das lavouras paranaenses e as chuvas irregulares registradas nas últimas semanas reduziram o ritmo das colheitas, mantendo limitada a disponibilidade de produto no mercado. Esse cenário tem reforçado a sustentação dos preços, especialmente diante da demanda ativa por lotes de melhor qualidade.

Além da oferta enxuta, novas revisões para baixo nas projeções da safra 2025/26 do Paraná aumentaram a atenção dos agentes do setor. O mercado também monitora as condições climáticas na região Sul, principalmente com a aproximação de uma frente fria, fator que pode impactar ainda mais o andamento das atividades no campo.

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No caso do feijão carioca, os preços permanecem em trajetória de alta, embora o volume de negociações siga moderado. Segundo o Cepea, compradores e vendedores adotaram postura cautelosa diante das cotações mais elevadas e da incerteza sobre a entrada mais consistente da nova oferta.

Já o feijão preto ganhou maior destaque no mercado interno, com aumento do interesse comprador e maior procura por grãos da segunda safra. A demanda aquecida e a oferta restrita contribuíram para a valorização do produto nas últimas semanas.

O cenário reforça a expectativa de manutenção da firmeza dos preços no curto prazo, especialmente enquanto a colheita no Paraná continuar avançando lentamente e a disponibilidade permanecer limitada nas regiões produtoras.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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