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Valorização da Carne Gaúcha e Segurança no Campo: Destaques do Desenvolve Pecuária na Expointer

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O Instituto Desenvolve Pecuária, em sua participação na 47ª Expointer, focará em dois importantes eventos que irão tratar da segurança no campo e da valorização da carne gaúcha. As atividades ocorrerão nos dias 27 e 28 de agosto, no Parque Assis Brasil, em Esteio (RS).

Na terça-feira, 27 de agosto, em parceria com a Secretaria Estadual de Segurança Pública, será oferecido um curso de integração e capacitação focado no combate a crimes rurais e ao abigeato. Destinado às polícias e demais profissionais de segurança rural, o curso ocorrerá na sede da Federação das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac), uma importante parceira do Instituto. A presidente do Instituto Desenvolve Pecuária, Antonia Scalzilli, enfatiza a relevância do tema. “Será um curso multidisciplinar de um dia inteiro, com palestras de especialistas da Polícia Civil, Brigada Militar, Polícia Rodoviária Federal, além de representantes das Secretarias da Agricultura e Saúde, e da empresa Syngenta. Também haverá uma apresentação do AbigeApp, um aplicativo de inteligência artificial que auxilia no reconhecimento de marcas e sinais”, destaca Scalzilli.

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Já na quarta-feira, 28 de agosto, o foco será a valorização da carne gaúcha. O evento, que acontecerá no auditório da Federacite às 14h, contará com uma palestra da pecuarista Yara Suñe, formada em Agronomia e com Mestrado em Zootecnia pela UFRGS. Ela abordará a importância da comunicação na gestão da propriedade rural, incentivando a motivação dos colaboradores e a solução de conflitos gerenciais e sucessórios. “Além disso, faremos o lançamento do selo do Terneiro Gaúcho, uma iniciativa que busca valorizar e padronizar a carne desde o início da cadeia produtiva”, ressalta Antonia.

O evento incluirá ainda uma mesa redonda sobre a constituição do Instituto da Carne Gaúcha, com o objetivo de promover a troca de experiências entre os pecuaristas, orientando os próximos passos do setor. Scalzilli também destaca a parceria com o Universo Pecuária e o Nespro, grupos que discutem soluções para uma produção responsável no estado. Outros eventos e painéis organizados pelo Instituto Desenvolve Pecuária durante a Expointer abordarão temas como sustentabilidade e as perspectivas futuras da pecuária.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de café do Brasil devem bater recorde em 2026/27, projeta Eisa

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As exportações brasileiras de café devem atingir um novo recorde na safra 2026/27 (julho a junho), impulsionadas pela expectativa de uma colheita considerada a maior da história do país. A projeção é do diretor comercial da exportadora Eisa, uma das maiores do setor global.

O cenário positivo é sustentado pelo avanço da colheita atual e pela perspectiva de forte disponibilidade de grãos nos próximos meses, o que deve ampliar os embarques e reforçar a posição do Brasil como líder mundial na produção e exportação de café.

Safra recorde deve impulsionar volume exportado

Segundo o diretor comercial da Eisa, Carlos Santana, o país vive um momento de forte otimismo no setor.

“Estamos bastante otimistas. Muito provavelmente o Brasil vai ter a maior safra da história. E isso rapidamente a gente vai começar a ver nos embarques, talvez em julho ou agosto”, afirmou durante o Seminário Internacional do Café, em Santos.

A avaliação é de que o aumento da oferta deve se refletir de forma mais intensa ao longo da safra 2026/27, com potencial de recorde nas exportações brasileiras.

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Colheita avança e já sinaliza safra robusta

O Brasil, maior produtor e exportador global de café, já iniciou a colheita da safra 2026/27, com cerca de 5% da produção colhida até o momento.

O destaque inicial fica para o café canéfora (robusta e conilon), com avanço dos trabalhos principalmente em Rondônia e no Espírito Santo, regiões que tradicionalmente antecipam a colheita em relação ao café arábica.

Estoques globais baixos podem ampliar demanda por café brasileiro

De acordo com o setor exportador, a entrada da nova safra brasileira deve contribuir para a recomposição dos estoques globais, que atualmente se encontram em níveis reduzidos.

Esse movimento tende a favorecer a demanda pelo café brasileiro nos próximos meses, com expectativa de embarques mais fortes especialmente no segundo semestre de 2026.

A combinação entre alta produção, recomposição de estoques e demanda internacional aquecida deve sustentar um cenário positivo para as exportações, com possibilidade de “surpresas positivas” no desempenho do país no mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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