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Utrisha™ N da Corteva Recebe Registro para Soja e Promete Impulsionar Produtividade

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A Corteva Agriscience, líder em soluções agrícolas inovadoras, conquistou recentemente o registro para o Utrisha™ N, seu fixador biológico de nitrogênio, para a cultura da soja no Brasil. O produto, que já estava disponível para milho desde agosto do ano passado, também recebeu aprovação regulatória para batatas.

Contribuição Vital na Fixação Biológica de Nitrogênio

O Utrisha™ N utiliza uma cepa única da bactéria Methylobacterium symbioticum para captar nitrogênio da atmosfera e convertê-lo em nitrogênio amônio ao longo de todo o ciclo da cultura. Dante Queiroz, Líder do Portfólio de Biológicos da Corteva para o Brasil e Paraguai, enfatiza a importância vital do nitrogênio para a soja, destacando que o Utrisha™ N oferece uma ferramenta fundamental e inovadora para melhorar a produtividade de forma sustentável.

Benefícios e Diferenciais

Ao contrário dos métodos tradicionais de adubação, o nitrogênio fornecido pelo Utrisha™ N não é suscetível à lixiviação, volatilização ou desnitrificação, o que aumenta sua eficácia ao nutrir a lavoura de forma consistente e eficiente. Além de ser compatível com o processo de Fixação Biológica de Nitrogênio (FBN) da soja, realizado pela raiz das plantas, o Utrisha™ N promove um desenvolvimento robusto das plantas e melhora significativa na produtividade.

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Resultados e Perspectivas Futuras

Os primeiros testes de campo na cultura do milho demonstraram um aumento médio de 7 sacas por hectare com o uso do Utrisha™ N em comparação com soluções convencionais. Com o registro agora para a soja, os agricultores poderão esperar resultados semelhantes na próxima safra, oferecendo um potencial de crescimento substancial para o setor agrícola.

Compromisso com Soluções Biológicas Sustentáveis

Desde sua formação, a Corteva tem investido em soluções biológicas para diversas culturas, integrando práticas sustentáveis comprovadas para melhorar a nutrição das plantas e manejar a resistência de forma eficaz. A aquisição estratégica da Symborg e da Stoller em 2023 reforça seu compromisso em liderar o mercado global de biológicos, proporcionando aos agricultores ferramentas essenciais para enfrentar os desafios agrícolas modernos com sucesso.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Embarques de milho aceleram com entrada da segunda safra

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O Brasil exportou 1,18 milhão de toneladas de milho nos primeiros cinco dias úteis de agosto, impulsionado pela entrada da segunda safra e pela maior disponibilidade do cereal nos portos. Apesar da aceleração em relação a julho, a média diária dos embarques ainda ficou 27,4% abaixo da registrada em agosto do ano passado.

Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Entre os dias 3 e 7 de agosto, o país enviou ao exterior 1.183.719 toneladas, média de 236.744 toneladas por dia.

Em agosto de 2025, os embarques alcançaram 6,85 milhões de toneladas em 21 dias úteis, com média diária de 326.127 toneladas. Os primeiros números deste mês representam 17,3% daquele total, mas não indicam, por enquanto, que o Brasil superará o resultado do ano passado.

Se a média observada nos primeiros cinco dias for mantida até o fim do mês, as exportações chegarão a aproximadamente 4,97 milhões de toneladas. O volume ficaria cerca de 1,88 milhão de toneladas abaixo do registrado em agosto de 2025. Trata-se de uma projeção simples, que poderá mudar conforme a programação dos portos e os novos contratos de venda.

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A recuperação é mais evidente na comparação com julho. No mês passado, a média diária dos embarques terminou em 84.488 toneladas. O ritmo registrado no início de agosto foi quase três vezes maior, movimento esperado para esta época do ano, quando o avanço da colheita do milho segunda safra aumenta a oferta disponível para exportação.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que o Brasil colherá 141,7 milhões de toneladas de milho na safra 2025/26. A segunda safra deverá responder por 109,4 milhões de toneladas, mantendo-se como a principal fonte do cereal destinado ao mercado externo durante o segundo semestre.

Embora o volume diário exportado ainda esteja abaixo do ano passado, o preço médio avançou 22,3%. Cada tonelada embarcada no início de agosto alcançou valor equivalente a aproximadamente R$ 1.247, considerando a cotação de R$ 5,15. Esse valor corresponde ao produto exportado e não deve ser confundido com o preço recebido diretamente pelo produtor na fazenda.

As vendas realizadas nos cinco primeiros dias úteis movimentaram o equivalente a R$ 1,48 bilhão. A média diária da receita, contudo, permaneceu 11,2% inferior à de agosto de 2025, porque a valorização da tonelada não compensou integralmente a redução do volume embarcado.

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Para o produtor, o desempenho das exportações é importante porque define quanto da segunda safra será retirado do mercado interno. Se os embarques ganharem força nas próximas semanas, poderão reduzir a pressão provocada pela entrada do milho colhido e dar maior sustentação às cotações nas regiões produtoras.

Caso o ritmo permaneça abaixo do registrado no ano passado, uma parcela maior da safra ficará disponível no mercado doméstico, elevando a necessidade de armazenagem e aumentando a disputa entre produtores por espaço nos silos. O efeito será mais intenso nas regiões distantes dos portos, onde o custo do frete limita a competitividade do cereal.

O resultado de agosto dependerá da demanda dos compradores, dos preços internacionais, da programação dos navios e da capacidade dos portos de absorver o aumento da oferta. Com a colheita avançando, o Brasil entra agora no período decisivo para transformar a safra elevada em exportações e evitar excesso de milho no mercado interno.

Fonte: Pensar Agro

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