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Usinas de Alagoas Processam 16,2 Milhões de Toneladas de Cana na Safra 24/25

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O Departamento Técnico do Sindicato da Indústria do Açúcar e do Etanol no Estado de Alagoas (Sindaçúcar-AL) divulgou o boletim quinzenal nº 11, referente à safra 2024/2025, até o dia 15 de fevereiro. O levantamento aponta que as 15 usinas em operação no estado processaram mais de 16,2 milhões de toneladas de cana, o que representa uma variação negativa de 0,28% em relação ao mesmo período da safra anterior.

De acordo com o boletim, até a primeira quinzena de fevereiro, quatro usinas – Pindorama, Taquara, Copervales e Utinga – já haviam encerrado a moagem. Após o fechamento do relatório, as unidades Impacto, Santa Maria e Santa Clotilde também concluíram suas atividades. As demais usinas devem finalizar a moagem nos próximos dias.

Quanto à produção, o açúcar apresentou um crescimento significativo, com mais de 1,5 milhão de toneladas produzidas, o que representa um aumento de 14,4% em comparação com a safra passada, quando o volume foi superior a 1,3 milhão de toneladas. Por outro lado, a produção de etanol alcançou 374,479 milhões de litros, registrando uma leve queda de 2,55% em relação à produção do mesmo período da safra anterior, que foi de 384,259 milhões de litros.

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A safra 2024/2025 teve início em 26 de agosto de 2024, completando seis meses de moagem.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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UPA Leblon mantém tempo de espera dentro dos protocolos e reforça atendimento com médicos extras

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), esclarece que as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da capital contam com médicos extras para atender à demanda diária da população e garantir assistência dentro dos protocolos estabelecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Na terça-feira (2), a UPA Leblon, também conhecida como UPA Leste, operou com seis médicos clínicos gerais durante o expediente, além de médico do box de emergência, pediatras, dentistas e médicos visitadores. Durante o período diurno, a unidade registrou apenas cinco pacientes internados na sala de medicação. No período noturno, esse número caiu para três.

A secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, destacou que a presença de equipes reforçadas tem garantido a manutenção da qualidade dos serviços prestados à população.

“Nossa determinação é assegurar que nenhum paciente fique sem assistência. Por isso, monitoramos diariamente a demanda das unidades e, quando necessário, reforçamos as equipes médicas para garantir um atendimento ágil, seguro e dentro dos protocolos estabelecidos pelo SUS. Os dados da UPA Leblon demonstram que a unidade está funcionando de forma organizada e atendendo a população dentro dos tempos preconizados pela classificação de risco”, afirmou.

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Os dados demonstram que o fluxo de atendimento na unidade seguiu dentro da normalidade. No consultório adulto, havia 27 pacientes aguardando atendimento durante o expediente diurno. Desses, 12 foram classificados com pulseira verde, que identifica casos pouco urgentes e cujo tempo de espera pode chegar a 120 minutos, conforme o Protocolo de Manchester, utilizado nacionalmente para classificação de risco. O tempo médio de espera registrado para esse grupo foi de 1 hora e 8 minutos.

Outros nove pacientes receberam pulseira roxa, destinada ao atendimento prioritário, conforme previsto na Lei Federal nº 10.048/2000. Nessa categoria estão pessoas com deficiência, idosos com 65 anos ou mais, gestantes, lactantes e pessoas acompanhadas por crianças de colo. Também integram esse grupo os pacientes identificados com pulseira preta, utilizada para sinalizar alergias.

A unidade ainda registrou seis pacientes classificados com pulseira amarela, que indica gravidade moderada. O tempo médio de espera para esses casos foi de aproximadamente uma hora. Não havia pacientes classificados com pulseiras laranja ou vermelha, destinadas a situações muito urgentes ou emergências com risco iminente de morte.

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No consultório pediátrico, o tempo médio de espera foi de 40 minutos.

A classificação de risco adotada nas UPAs segue o Protocolo de Manchester, metodologia reconhecida internacionalmente e utilizada pelo Ministério da Saúde para organizar os atendimentos conforme a gravidade de cada caso, priorizando os pacientes que necessitam de assistência mais rápida.

O secretário adjunto de Atenção Secundária, Odair Mendonça, ressaltou que os indicadores registrados na UPA Leblon demonstram a eficiência do fluxo de atendimento.

“Os números mostram que a unidade está operando dentro dos parâmetros estabelecidos para uma UPA. O tempo de espera observado está compatível com a classificação de risco dos pacientes, e a presença de médicos extras contribui para dar mais agilidade ao atendimento e maior segurança aos usuários”, explicou.

A Secretaria Municipal de Saúde reforça que as UPAs atendem casos de urgência e emergência e que a classificação de risco é fundamental para garantir que os pacientes mais graves sejam atendidos primeiro, independentemente da ordem de chegada.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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