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Usina Coruripe oferece cerca de 100 vagas de emprego para atuação em unidades no Triângulo Mineiro

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A Usina Coruripe, uma das maiores empresas do setor sucroenergético no país, abriu cerca de 100 vagas de emprego direcionadas a profissionais de níveis médio, técnico e superior para atuação nas unidades de Campo Florido, Carneirinho, Iturama e Limeira do Oeste, localizadas no Triângulo Mineiro. Há oportunidades para auxiliar de produção agrícola, mecânico industrial, motorista borracheiro, eletricista automotivo, entre outros.

Há também oportunidades para pessoas com deficiência (PCD), vagas de estágio e aprendizagem. Os interessados devem se cadastrar no site de vagas da empresa. Os principais benefícios oferecidos pela Coruripe são planos de saúde e odontológico, vale-alimentação e refeição, seguro de vida, entre outros.

Para a região de Carneirinho, a unidade contrata borracheiro, voltado para candidatos com ensino fundamental, e mecânico automotivo III, com Ensino Médio completo. Formação técnica ou graduação na área serão consideradas um diferencial. Há, ainda, uma vaga temporária para mecânico industrial II, voltada para candidatos que tenham curso técnico na área. Já para o cargo de monitor top driver, é exigido formação técnica em mecânica ou superior completo, e CNH E. Também está aberta uma vaga para operador de tratamento de caldo I, voltada para candidatos com Ensino Médio completo.

Ainda em Carneirinho, a Coruripe oferece uma vaga para motorista Borracheiro, para aqueles que possuem CNH D e Ensino Médio completo. Há também duas vagas para motorista III, nas áreas de canavieiro e pipa, destinada aos candidatos com Ensino Médio e CNH E.

Já a vaga de motorista lubrificador é destinada àqueles com Ensino Médio completo e CNH categoria D. Há, ainda, uma vaga para operador de máquina II voltada aos profissionais formados no Ensino Médio, CNH B, C, e disponibilidade para trabalhar em escala 5×1. Já a vaga para operador de máquina III é destinada aos candidatos com Ensino Médio e CNH C. Estão abertas quatro vagas para rurícola para os candidatos com Ensino Médio completo.

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Para a unidade de Campo Florido, há oportunidades para auxiliar em produção agrícola, destinada àqueles formados no ensino fundamental. A unidade também oferece uma vaga para caldeireiro(a) industrial II e auxiliar de logística, voltada para candidatos com Ensino Médio completo. Já para a vaga de eletricista industrial III, a companhia exige curso técnico na área. Há, ainda, vagas de estágio nas áreas de manutenção automotiva e recursos humanos. Os candidatos devem ter a partir de 18 anos, disponibilidade para trabalhar 30 horas semanais e estarem cursando na área desejada a partir do 5º período. A companhia também contrata aprendiz em eletromecânica e médico(a) do trabalho.

Em Iturama, há uma vaga para analista de custos, voltada para candidatos graduados em engenharia, ciências contábeis, administração, economia ou afins. Especialização em gestão de custos será considerada um diferencial. A vaga de analista financeiro jr. é voltada para aqueles com ensino superior em andamento ou completo em administração, contabilidade e áreas afins. Há, ainda, uma vaga para “RH Business Partner”.

Estão abertas, ainda, uma vaga para eletricista automotivo III (manutenção de caminhões) e duas para eletricista automotivo I (manutenção de caminhões) em Iturama. Os candidatos precisam ter curso técnico na área. Já a vaga para engenheiro agrônomo jr. exige profissionais formados em engenharia agronômica.

A Coruripe também contrata líder manutenção automotiva (quatro vagas), voltadas para candidatos com curso técnico na área ou graduação em andamento, e CNH B. Há, ainda, vaga para mecânico automotivo III (manutenção de colhedoras), destinada aos profissionais com Ensino Médio completo e CNH categoria C/D.

Curso técnico na área de manutenção automotiva e/ou colhedora de cana será um diferencial. A vaga para técnico de automação exige profissionais com formação técnica na área, curso em programação de CLP SLC500 e Contrologix, supervisório Intouch, Rede Devicenet, Autocad e pacote office e CNH B. A unidade de Iturama ainda oferece três vagas de estágio na área agrícola, e uma vaga nas áreas de jurídico, logística comercial e suprimentos/compras.

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Já em Limeira do Oeste, a Coruripe abriu oportunidades para auxiliar de caldeiraria e solda, auxiliar de cozinha, caldeireiro soldador, operador de hillo (duas vagas), líder de carregamento de açúcar VHP, e uma para auxiliar de portaria I, destinada aos candidatos com Ensino Médio completo.

O cargo de eletricista automotivo I exige Ensino Médio completo e curso técnico na área. Há, ainda, vagas para mecânico automotivo II e III, destinada a profissionais com Ensino Médio completo. Será diferencial ter curso técnico ou superior e CNH B. A companhia também oferece duas vagas para aprendiz em eletromecânica (matutino e vespertino), para a qual candidatos devem ter entre 18 e 21 anos, e estar cursando ou ter Ensino Médio completo.

Ainda em Limeira do Oeste, a empresa oferece uma vaga para motorista borracheiro, voltada para os candidatos que tenham Ensino Médio e CNH D. Há também três vagas para motorista III, nas áreas de transbordo de açúcar e pipa, destinada aos profissionais com Ensino Médio e CNH E.

Já na vaga de motorista lubrificador, a Coruripe procura candidatos com Ensino Médio completo e CNH E. Há, ainda, uma vaga para operador(a) de carregadeira motocana para candidatos com ensino fundamental completo. Ainda estão disponíveis vagas para operador de logística II, operador de mistura calda pronta e para operador de utilidades I.

A unidade de Limeira ainda oferece uma vaga para operador de máquina II e III, aos candidatos com Ensino Médio e CNH C e para operador de máquina III, voltado aos profissionais com Ensino Médio e CNH B. Há ainda cinco vagas para rurícola e uma para fiscal frente.

Fonte: Usina Coruripe

Fonte: Portal do Agronegócio

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Custos da safra 2026/27 sobem para milho e soja em Mato Grosso, enquanto algodão registra queda, aponta Imea

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Os custos de produção das principais culturas agrícolas de Mato Grosso devem apresentar comportamentos distintos na safra 2026/27. Levantamento divulgado pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) mostra aumento dos gastos para o cultivo de milho e soja, enquanto o algodão deve registrar redução nos desembolsos por hectare.

O avanço dos custos está relacionado, principalmente, às maiores despesas com fertilizantes, defensivos agrícolas e sementes, fatores que seguem impactando a rentabilidade das atividades e exigindo maior planejamento financeiro dos produtores.

Custo do milho sobe mais de 14% em Mato Grosso

De acordo com o Imea, o custeio do milho para a safra 2026/27 foi estimado em R$ 3.799,42 por hectare, alta de 14,46% em relação ao consolidado da temporada 2025/26.

O aumento foi impulsionado pelos maiores gastos com fertilizantes e defensivos, além da elevação nos custos das sementes, refletindo tanto o encarecimento dos insumos quanto a adoção de materiais genéticos mais tecnológicos.

Como consequência, o Custo Operacional Efetivo (COE) foi projetado em R$ 5.528,49 por hectare, avanço de 15,03% na comparação anual.

Já o Custo Total (CT) atingiu R$ 7.418,49 por hectare, crescimento de 10,30% frente à safra anterior.

Preço mínimo para cobrir os custos

Com os custos mais elevados, o produtor precisará de maior eficiência na gestão comercial da safra.

Considerando uma produtividade de referência de 120,28 sacas por hectare, o Imea estima que a saca de milho deverá ser comercializada a pelo menos R$ 45,96 para cobrir o COE da atividade.

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O cenário reforça a importância da comercialização antecipada e do travamento de preços em momentos favoráveis do mercado para preservar margens de rentabilidade.

Soja também terá aumento nos custos de produção

Para a soja, as projeções apontam um cenário de cautela para a temporada 2026/27.

Segundo o levantamento elaborado pelo Sistema Famato, Senar-MT e Imea, o custeio da oleaginosa foi estimado em R$ 4.315,29 por hectare, alta de 3,21% em relação à safra 2025/26.

Os principais fatores responsáveis pela elevação dos custos foram:

  • Fertilizantes e corretivos: aumento de 5,40%;
  • Defensivos agrícolas: alta de 10,97%.

Além dos custos mais elevados, o setor continua atento às condições climáticas para a próxima temporada.

As incertezas relacionadas ao clima seguem sendo apontadas como um dos principais riscos para a produtividade das lavouras, podendo impactar diretamente o potencial produtivo e os resultados econômicos da atividade.

Crédito restrito preocupa produtores

Outro fator que preocupa o setor é a maior restrição ao crédito rural.

Segundo o Imea, a limitação dos recursos disponíveis para financiamento pode reduzir a capacidade de investimento dos produtores e provocar ajustes nos pacotes tecnológicos adotados nas propriedades.

Como reflexo desse cenário, o ponto de equilíbrio da soja para cobrir os custos de custeio aumentou 9,13% em relação à temporada passada.

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Diante das margens mais apertadas, os produtores acompanham com atenção a compra dos insumos ainda pendentes e as oportunidades de comercialização da safra futura.

Algodão apresenta redução nos custos

Na contramão de milho e soja, o algodão foi a única das principais culturas analisadas a registrar queda no custo de produção.

O custeio da safra 2026/27 foi estimado em R$ 10.652,39 por hectare, redução de 1,14% em comparação ao consolidado da temporada anterior.

A diminuição foi influenciada principalmente pela redução das despesas com:

  • Manutenção de máquinas e equipamentos;
  • Operações mecanizadas;
  • Defensivos agrícolas.

Apesar do alívio nos custos, a cultura continua exigindo elevados investimentos por hectare, mantendo-se entre as atividades agrícolas de maior intensidade de capital no país.

Produtores enfrentam cenário de margens mais pressionadas

Os dados do Imea mostram que a safra 2026/27 deverá exigir maior planejamento financeiro dos produtores mato-grossenses.

Com custos mais elevados para milho e soja e um ambiente marcado por incertezas climáticas, restrição de crédito e volatilidade dos mercados, a gestão eficiente dos insumos e a estratégia de comercialização ganham ainda mais relevância.

Nesse contexto, o monitoramento dos custos de produção e das oportunidades de mercado será decisivo para a manutenção da rentabilidade das propriedades rurais na próxima temporada.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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