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UPL patrocina 16º Simpósio Internacional de Epidemiologia de Vírus de Plantas em São Paulo

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A UPL Ltd., empresa global de origem indiana especializada em soluções agrícolas sustentáveis, é patrocinadora oficial do 16º Simpósio Internacional de Epidemiologia de Vírus de Plantas. O encontro será realizado de 30 de junho a 3 de julho na Faculdade Cásper Líbero, em São Paulo.

Temas e debates do simpósio

Nesta edição, os participantes discutirão os mais recentes avanços em:

  • etiologia, diagnóstico, ecologia, diversidade e evolução de vírus, hospedeiros e vetores;
  • estratégias de vigilância, manejo e controle de doenças virais;
  • fitopatógenos transmitidos por vetores, como a bactéria Candidatus Liberibacter spp., causadora do greening, que afeta a citricultura.

O evento também abordará assuntos ligados às mudanças climáticas, sustentabilidade, segurança alimentar e qualidade de vida humana — áreas prioritárias para a UPL.

Posicionamento da UPL Brasil

Rogério Castro, CEO da UPL Brasil, destaca o investimento contínuo da empresa em inovação e ciência:

“Nossa estratégia é fundamentada na pesquisa e desenvolvimento para solucionar os desafios dos cultivos agrícolas. Eventos técnicos como este são essenciais para trocar conhecimento qualificado. Temos grande expectativa para o simpósio, que traz um programa de alta relevância.”

Importância do debate para o setor agrícola

Para o executivo, o diálogo sobre patógenos é crucial para reduzir perdas na produção, otimizar custos e garantir oferta de alimentos para a população mundial. Ele ressalta ainda a importância da responsabilidade ambiental:

“A agricultura depende de um ecossistema saudável para atingir seu potencial máximo e de soluções eficazes no manejo de pragas. Estamos comprometidos com o agricultor para reimaginar a sustentabilidade na produção de alimentos.”

O 16º Simpósio reforça o compromisso da UPL com o avanço científico e a promoção de práticas agrícolas sustentáveis que beneficiam produtores, consumidores e o meio ambiente.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de açúcar recuam quase 25% em receita no primeiro semestre de 2026 com queda nos preços internacionais

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As exportações brasileiras de açúcar registraram queda significativa no primeiro semestre de 2026, tanto em volume quanto em receita. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), mostram que o país embarcou 12,29 milhões de toneladas de açúcares e melaços entre janeiro e junho, retração de 4,39% em relação ao mesmo período de 2025.

O impacto mais expressivo, no entanto, ocorreu sobre o faturamento. A receita das exportações somou US$ 4,43 bilhões, valor 24,98% inferior aos US$ 5,90 bilhões registrados no primeiro semestre do ano passado. O resultado reflete, principalmente, a forte desvalorização do açúcar no mercado internacional.

Exportações de açúcar caem em junho

Somente em junho, o Brasil exportou 3,13 milhões de toneladas de açúcares e melaços, volume 7,16% menor que o registrado no mesmo mês de 2025, quando os embarques alcançaram 3,37 milhões de toneladas.

A receita obtida com as vendas externas caiu de US$ 1,44 bilhão para US$ 1,09 bilhão, representando retração de 24,26% na comparação anual.

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Preço médio do açúcar despenca no mercado externo

O principal fator responsável pela redução do faturamento foi a queda no preço médio das exportações.

Em junho, a cotação média do açúcar exportado pelo Brasil ficou em US$ 349,59 por tonelada, uma redução de 18,42% frente aos US$ 428,54 por tonelada registrados em junho de 2025.

No acumulado do primeiro semestre, o preço médio também apresentou forte retração, passando de US$ 458,79 para US$ 360,01 por tonelada, o que evidencia a pressão exercida pelas cotações internacionais sobre a rentabilidade das exportações brasileiras.

Mercado acompanha oferta global e comportamento dos preços

Apesar de o Brasil manter a liderança mundial nas exportações de açúcar, o desempenho em 2026 demonstra um cenário mais desafiador para o setor. A combinação entre menor volume embarcado e preços internacionais mais baixos reduziu significativamente a receita cambial do segmento.

Os números divulgados pela Secex consideram 21 dias úteis em junho de 2026, ante 20 dias úteis em junho de 2025, e reforçam a influência do mercado global sobre o desempenho das exportações brasileiras de açúcar ao longo do ano.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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