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UPL faz lançamento regional de bioinseticida em sua Casa de Soluções no Show Safra

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A UPL Ltd. (NSE: UPL, BSE: 512070, LSE: UPLL), fornecedora global de soluções agrícolas sustentáveis, realiza o lançamento regional do bioinseticida Tackler durante o Show Safra – de 19 a 22 de março, em Lucas do Rio Verde (MT). A empresa desembarcará na cidade com um novo conceito de atendimento ao cliente, a Casa de Soluções. O ex-jogador de futebol Cafu, também participa do evento, no dia 20 de março.

Rogério Castro, CEO da UPL Brasil, enfatiza: “Uma novidade importante que levamos ao Show Safra é o conceito de ‘Casa de Soluções’, que consolida nosso compromisso com a disseminação de conhecimento, produtos e serviços que contribuem para o sucesso da agricultura. Com essa visão, tratamos cada vez melhor as dores dos produtores de forma eficiente e sustentável, gerando ainda mais renda e produtividade”.

Eficiência e sustentabilidade, aliás, são duas palavras-chaves do novo inseticida biológico da UPL: lançado regionalmente para o MT no Show Safra, Tackler é composto pelo fungo Beauveria bassiana. Amplos testes e estudos científicos comprovam o controle de insetos de forma seletiva. O fungo causa doenças nas pragas, sem causar prejuízos às plantas, sendo altamente seguro para aplicação em diversos cultivos.

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O bioinseticida integra a linha de produtos da Natural Plant Protection (NPP) – unidade de negócios da UPL focada em insumos de origem natural e biológica. Esse segmento está no centro dos investimentos da empresa a partir do propósito OpenAg de promover uma agricultura colaborativa e aberta à inovação, permitindo reimaginar a sustentabilidade na produção de alimentos.

A Casa de Soluções da UPL contará com a participação de empresas do grupo, como a Bioplanta Nutrição Vegetal – sediada em Lucas do Rio Verde e especializada em nutrição de plantas – e a ORÍGEO, joint venture de UPL e Bunge comprometida com o produtor e o seu legado na terra, oferecendo um conjunto de soluções sustentáveis e técnicas de gestão para antes e depois da porteira.

Pentacampeão no campo

Cafu, capitão da Seleção Brasileira de Futebol Masculino na conquista do pentacampeonato, em 2002, marcará presença no estande da UPL no dia 20 de março, a partir das 9 horas. O ex-jogador é embaixador da UPL desde a Copa do Mundo de 2022, divulgando campanha que valoriza o trabalho de produtores rurais, incentivados a intensificar a adoção de práticas sustentáveis e regenerativas, tendo por base a comunicação a partir dos esportes. Cafu realizará sessão de fotos com os visitantes.

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Sobre a NPP 

A Natural Plant Protection (NPP) oferece aos agricultores um portfólio abrangente de biossoluções – insumos agrícolas naturalmente derivados. Abrangendo a resiliência das culturas; a proteção contra pragas, doenças e desafios ambientais; melhorando a nutrição; e dando suporte à saúde do solo, as biossoluções da NPP melhoram a produtividade e rentabilidade das fazendas sem comprometer o meio ambiente. Com nove plantas de produção, seis laboratórios de P&D e sete estações experimentais ao redor do mundo, e uma rede de distribuição presente em mais de 130 países, a NPP é uma líder global em biossoluções sustentáveis. Unidade comercial da UPL e parte da Rede OpenAg da UPL, a NPP reimagina a sustentabilidade com a utilização de micropoderes para criar macroimpactos e permitir uma agricultura forte para resistir às adversidades climáticas. 

Fonte: Texto Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

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Produção avança no Maranhão e Piauí e reforça expansão agrícola do Matopiba

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A produção de grãos continua ganhando espaço no Matopiba. Maranhão e Piauí acrescentaram cerca de 43 mil hectares ao cultivo de soja na safra 2025/26 e já somam aproximadamente 2,72 milhões de hectares plantados com a oleaginosa. O avanço ocorre junto com o crescimento do milho de primeira safra, cuja área aumentou perto de 23% nos dois Estados.

Os dados são da terceira edição da série Mapas Agro, levantamento da Serasa Experian que compara as safras 2024/25 e 2025/26. Os números mostram que a expansão agrícola permanece concentrada em importantes polos de produção do Matopiba, região formada por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia.

O Piauí apresentou o maior crescimento da soja entre os Estados analisados. A área chegou a aproximadamente 1,1 milhão de hectares, 32 mil hectares a mais que no ciclo anterior.

O avanço fica ainda mais evidente quando observado em um período maior. Desde 2020/21, o cultivo de soja no Piauí cresceu 40,2%, com a incorporação de aproximadamente 320 mil hectares. Santa Filomena e Currais lideraram a expansão mais recente, com acréscimos de 8,6 mil e 8,3 mil hectares, respectivamente.

No Maranhão, a soja ocupa cerca de 1,62 milhão de hectares, aumento de aproximadamente 11 mil hectares em uma safra. Em seis ciclos, porém, a expansão acumulada chega a 51,2%, equivalente a cerca de 550 mil novos hectares. Mirador apresentou o maior avanço municipal na temporada, com aproximadamente 5,9 mil hectares adicionais.

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Somada à Bahia, onde levantamento anterior identificou 2,27 milhões de hectares, a soja cultivada nos três Estados se aproxima de 5 milhões de hectares. Os números reforçam o peso crescente do Nordeste na produção brasileira da oleaginosa.

O milho também acompanha esse movimento. Maranhão e Piauí alcançaram juntos 322.842 hectares de milho de primeira safra em 2025/26, crescimento próximo de 23% em relação ao ciclo anterior. O Piauí responde por 166.243 hectares e o Maranhão, por 156.599 hectares.

Municípios como Uruçuí e Baixa Grande do Ribeiro, no Piauí, e Balsas e Bom Jesus das Selvas, no Maranhão, aparecem entre as áreas de expansão do cereal.

O crescimento ganha importância diante dos investimentos na cadeia de etanol de milho na região. A instalação e expansão de unidades industriais tende a criar demanda mais próxima das áreas produtoras, ampliar as alternativas de comercialização do cereal e estimular investimentos em armazenagem, transporte e outros serviços ligados à produção.

O levantamento também mostra que a expansão não ocorre de maneira uniforme no País. Acre e Amazonas, que possuem participação ainda pequena no cultivo nacional, reduziram conjuntamente a área de soja em cerca de 4 mil hectares, para aproximadamente 28 mil hectares. Mesmo assim, a área cultivada nos dois Estados ainda acumula crescimento de 232,6% desde 2020/21.

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Além de medir a evolução das lavouras, o Mapas Agro cruza informações produtivas com indicadores territoriais e socioambientais. A presença de soja em imóveis com registros de desmatamento identificados pelo Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), também integra a análise.

O registro, por si só, não caracteriza desmatamento ilegal. A regularidade depende das condições e autorizações previstas na legislação ambiental, e a documentação é exigida nas operações sujeitas às regras do Manual de Crédito Rural.

Para o produtor, a consolidação de novas áreas de grãos tem efeitos que ultrapassam a porteira. O aumento da produção tende a elevar a demanda por armazenagem, transporte, insumos, crédito e seguro rural e, ao mesmo tempo, pode favorecer a chegada de indústrias consumidoras de soja e milho.

Os números de Maranhão e Piauí mostram, sobretudo, que o Matopiba continua ampliando sua participação no mapa agrícola brasileiro, com novos polos produtivos e maior diversificação das oportunidades de comercialização de grãos.

Fonte: Pensar Agro

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