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Unica apoia projeto do governo de SP que estimula uso do etanol

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A União da Indústria da Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica) apoiou a decisão do governador de São Paulo, Tarcisio de Freitas, de vetar integralmente o Projeto de Lei 308/23, de autoria dos deputados Antônio Donato (PT) e Ricardo França (Podemos). A proposta estabelecia a isenção, por cinco anos, do pagamento do IPVA para veículos híbridos a gasolina e a hidrogênio.

“Recebemos com satisfação o parecer do governador, que reconheceu o papel determinante que os biocombustíveis desempenham em São Paulo e no Brasil. Acreditamos que todas as tecnologias que reduzam as emissões de CO2 devem ter os benefícios ambientais reconhecidos”, afirma Evandro Gussi, presidente da UNICA.

Em seu veto, o governador esclareceu que o projeto não contemplava inteiramente todos os aspectos da matriz energética paulista. “A isenção tributária prevista alcança veículos híbridos com motores movidos exclusivamente à gasolina, em descompasso com o vigor da produção do etanol e com as promissoras perspectivas de utilização do biometano produzido no Estado”, diz o veto do governador.

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Em substituição ao projeto do Legislativo, o governador apresentou o PL 1510/23, onde propõe a isenção do imposto sobre carros híbridos-flex e também a hidrogênio. O projeto, ainda estende o benefício a ônibus e caminhões movidos exclusivamente a hidrogênio e biometano.

Pesquisas realizadas pela indústria automotiva mostram que o motor flex, quando abastecido 100% com etanol, tem índices de emissão inferiores aos carros elétricos europeus. Na prática, os veículos híbridos-flex movidos a etanol tornam-se os carros mais limpos do mundo.

“A preocupação com o meio ambiente é algo que está no radar de todos. Por isso, acredito que a Assembleia também estará sensível e disposta a aprovar com celeridade a nova proposta apresentada”, afirma Gussi.

Fonte: UNICA

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cooperativas de Santa Catarina ultrapassam R$ 105 bilhões e reforçam protagonismo na economia em 2025

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O cooperativismo de Santa Catarina segue em forte expansão e consolida sua relevância econômica no estado. De acordo com dados do Sistema OCESC, o faturamento das cooperativas catarinenses alcançou R$ 105,7 bilhões em 2025, resultado que representa crescimento de 15,8% em relação ao ano anterior e confirma a trajetória positiva do setor.

O avanço reforça o papel estratégico das cooperativas na geração de empregos, renda e desenvolvimento regional, além de evidenciar o fortalecimento da gestão, da governança e da capacidade de investimento das organizações catarinenses.

Segundo o presidente do Sistema OCESC, Vanir Zanatta, o desempenho é reflexo de um modelo de negócios cada vez mais competitivo, estruturado e conectado às necessidades da população.

Ele destaca que o crescimento das cooperativas está diretamente ligado à capacidade de inovação, ao fortalecimento da gestão e à atuação presente nas diferentes regiões do estado, impulsionando cadeias produtivas e promovendo desenvolvimento econômico sustentável.

Série histórica mostra expansão contínua do cooperativismo catarinense

Os números confirmam uma evolução consistente do setor nos últimos anos. Em 2022, o faturamento das cooperativas de Santa Catarina somava R$ 80,82 bilhões. Em 2023, o volume avançou para R$ 84,65 bilhões, enquanto em 2024 atingiu R$ 91,26 bilhões.

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Já em 2025, o crescimento ganhou intensidade, levando o setor a superar a marca histórica de R$ 105 bilhões.

A trajetória de expansão demonstra a capacidade de adaptação das cooperativas diante das mudanças econômicas e dos desafios do mercado. Após o salto de 63,3% registrado em 2022, impulsionado pela recuperação econômica pós-pandemia, o cooperativismo manteve crescimento de 4,7% em 2023 e de 7,8% em 2024, chegando ao resultado mais expressivo em 2025.

Cooperativas ampliam investimentos e fortalecem desenvolvimento regional

O desempenho acima da média nacional também está associado ao fortalecimento da governança, aos investimentos em inovação e à presença estratégica das cooperativas em diferentes segmentos da economia catarinense.

Além da geração de renda e empregos, o modelo cooperativista tem ampliado investimentos em tecnologia, qualificação profissional e desenvolvimento das comunidades onde atua, consolidando-se como um dos principais motores econômicos do estado.

Para o Sistema OCESC, o avanço sustentável do setor demonstra maturidade operacional e capacidade de planejamento de longo prazo, fatores considerados fundamentais para manter o ritmo de crescimento nos próximos anos.

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Projeções indicam cooperativismo ainda mais forte até 2028

As estimativas do setor apontam continuidade da trajetória de expansão em Santa Catarina. A previsão é que o faturamento das cooperativas alcance R$ 115,2 bilhões em 2026, suba para R$ 125,9 bilhões em 2027 e chegue a R$ 137,6 bilhões em 2028.

Na avaliação de Vanir Zanatta, os números projetados reforçam a capacidade do cooperativismo catarinense de seguir crescendo de forma estruturada, sustentado por eficiência operacional, presença territorial e investimentos contínuos em gestão e inovação.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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