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Ultragaz alcança protagonismo na distribuição de biometano para clientes industriais no Brasil

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A Ultragaz, empresa que atua com soluções em energia para negócios e domicílios de forma segura, eficiente e sustentável, recentemente alcançou marcos importantes na sua jornada de distribuição de biometano para clientes industriais. Lançando mão da sua excelência operacional, seu amplo conhecimento dos clientes e sua expertise no transporte de GNC (Gás Natural Comprimido) no modal rodoviário, a empresa tem sido capaz de levar o biometano para clientes industriais de grande relevância, como Nestlé e PepsiCo, apoiando-os nas suas jornadas de descarbonização e metas ESG. A etapa concretiza o plano da companhia de interiorizar o uso do biometano, habilitando clientes off-grid (fora da rede de gasodutos) a utilizarem o energético renovável.

“Desde o início da jornada de incorporação do biometano ao nosso portfólio de soluções de energia, temos aprimorado cada vez mais a oferta desse energético, que desponta como um ativo de alta relevância para a descarbonização do setor privado brasileiro. Apoiados por uma história de mais de 86 anos, um profundo conhecimento do território nacional e parcerias estratégicas, temos visto os resultados concretos dessa jornada, ao contarmos com a confiança de clientes de extrema importância para a economia do país”, comenta Guilherme Darezzo, Vice-presidente de Operações da Ultragaz.

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O biometano, combustível renovável produzido a partir de resíduos orgânicos, é uma importante alternativa sustentável aos clientes industriais da Ultragaz. A entrada da companhia neste mercado amplia o compromisso com iniciativas de sustentabilidade, além de representar um passo importante na evolução do portfólio de energias da Ultragaz

No acordo firmado com a Essencis Biometano, uma parceria entre MDC e Solví Essencis Ambiental, localizada em Caieiras (SP), o biometano produzido é proveniente do maior aterro sanitário em operação da América Latina, operado pela Solví. O volume de biometano previsto a ser fornecido à Ultragaz será de até 68 mil metros cúbicos ao dia.

Outro contrato firmado envolve o fornecimento estimado de até 10 mil metros cúbicos por dia de biometano, no estado do Rio de Janeiro, a partir da usina GNR Dois Arcos, em São Pedro da Aldeia (RJ). A planta tem o biogás captado e purificado também pela MDC, em unidade operada em parceria com o Grupo Osafi, proprietário do aterro.

De origem certificada e qualidade garantida, o biometano fornecido à Ultragaz segue as resoluções da ANP. A Ultragaz já recebe o biometano no modal comprimido, reduzindo seu volume em aproximadamente 260 vezes, o que favorece sua escalabilidade e transporte para as mais diversas regiões do Brasil. Para 2024, a Ultragaz prevê o fechamento de novos acordos de venda de biometano com setores estratégicos da indústria nacional, como o automotivo, metalúrgico, cerâmico, têxtil e o agronegócio.

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“Estamos em um momento-chave no setor e vemos o Brasil no centro das discussões globais sobre o tema. Na Ultragaz, nós temos o propósito de usar a energia para mudar a vida das pessoas, além do desejo de protagonizarmos a transição energética no setor privado do país por meio de um portfólio completo de soluções. Estamos preparados para apoiar nossos clientes nesse movimento”, completa Darezzo.

Fonte: ULTRAGAZ

Fonte: Portal do Agronegócio

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Atacado e exportação estabelecem ritmo recorde em agosto

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Os preços da carne de frango voltaram a subir no mercado interno, enquanto as exportações brasileiras iniciaram agosto no maior ritmo diário já registrado. A combinação de estoques ajustados, recuperação do consumo doméstico e forte procura internacional dá sustentação às cotações neste começo de mês.

Na quinta-feira (13.08), o frango congelado foi negociado no atacado da Grande São Paulo a R$ 7,20 o quilo, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). O valor acumula alta de 0,84% desde o início de agosto.

A reação ocorre depois de um período de pressão sobre os preços no fim de julho e nos primeiros dias deste mês. O recebimento de salários aumentou o poder de compra das famílias, enquanto a volta às aulas impulsionou a procura por uma proteína amplamente utilizada no consumo doméstico, em restaurantes e na alimentação escolar.

Os estoques também estão relativamente ajustados à demanda. Esse equilíbrio reduz a necessidade de concessão de descontos por atacadistas e frigoríficos e ajuda a conter a pressão provocada pela maior oferta nacional de carne de frango.

A melhora no atacado, entretanto, não significa necessariamente uma recuperação imediata e na mesma proporção para todos os elos da cadeia. O efeito sobre a remuneração dos avicultores depende dos contratos de integração, dos custos de produção e do comportamento dos preços do milho e do farelo de soja, principais componentes da alimentação das aves.

No mercado externo, os números indicam uma procura ainda mais forte. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), analisados pelo Cepea, mostram que o Brasil embarcou, em média, 30 mil toneladas de carne de frango in natura por dia nos cinco primeiros dias úteis de agosto.

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É a maior média diária para o período desde o início da série histórica, em 1997. Considerada a parcial, aproximadamente 150 mil toneladas foram exportadas nos cinco primeiros dias úteis do mês.

O resultado deve ser interpretado com cautela, porque ainda não permite projetar o volume total de agosto. O ritmo dos embarques pode variar ao longo do mês devido à programação dos portos, à disponibilidade de navios, aos contratos dos frigoríficos e ao calendário dos países compradores.

A arrancada de agosto, porém, dá sequência a um julho de forte desempenho. No mês passado, o Brasil exportou 519,2 mil toneladas de carne de frango, considerando produtos in natura e processados, crescimento de 29,9% em relação a julho de 2025. A receita ficou próxima de R$ 5,2 bilhões, alta de 34,3% na comparação anual, medida originalmente em dólares.

O avanço elevado também reflete a base mais fraca de 2025, quando restrições sanitárias temporárias adotadas após a confirmação de influenza aviária em uma granja comercial afetaram as vendas brasileiras. O foco foi eliminado e o Brasil recuperou gradualmente o acesso aos mercados que haviam suspendido as compras.

No primeiro semestre de 2026, os embarques chegaram a 2,936 milhões de toneladas, alta de 12,9% sobre igual período do ano anterior e recorde para os seis primeiros meses do ano.

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O desempenho reforça a posição do Brasil como maior exportador mundial de carne de frango. A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) estima que o país poderá produzir entre 16 milhões e 16,15 milhões de toneladas em 2026, crescimento de até 5,6% sobre as 15,289 milhões de toneladas de 2025.

As exportações podem alcançar 5,875 milhões de toneladas neste ano, avanço de até 10,3%. Mesmo com o crescimento dos embarques, a disponibilidade para o mercado interno está estimada em aproximadamente 10,275 milhões de toneladas, 3,1% acima do volume registrado no ano passado.

A presença simultânea de demanda doméstica mais aquecida e exportações em ritmo elevado tende a reduzir a pressão de oferta sobre o atacado. A continuidade da recuperação, contudo, dependerá do consumo após o período de pagamento de salários e da manutenção das encomendas internacionais.

Para produtores e agroindústrias, o cenário é favorável, mas exige atenção aos custos. A valorização da carne melhora a capacidade de absorver despesas, enquanto uma eventual alta do milho ou do farelo de soja pode limitar as margens. Nas próximas semanas, o mercado acompanhará se o recorde diário dos embarques será mantido e se a reação observada no atacado chegará aos demais elos da cadeia.

Fonte: Pensar Agro

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